Comércio eletrônico já representa mais de 33% dos negócios no vare

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nesta terça-feira, 19/04, os resultados da 13ª pesquisa Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, realizada com 470 empresas, nacionais e multinacionais, de diversos segmentos e com atuação em diversos níveis no ambiente digital.   O estudo concluiu...

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Dez dicas para não errar ao comprar pela internet

Por Eduardo Oliveira | Geral | em 24-11-2010

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1) É Natal? Compre com antecedência e escolha bem para evitar trocas, pois o procedimento pode ser burocrático e demorado;

2) Desconfie de produtos com preços excessivamente abaixo da média;

3) Guarde e-mails emitidos pelas lojas, comprovantes de pagamento, notas fiscais ou qualquer outro documento ou comunicado referente às suas compras;

4) Confira opiniões de pessoas que já usaram o serviço da loja que você se interessou. Em sites como ‘Reclame Aqui’, ‘Buscapé’, ‘Bondfaro’ e ‘e-bit’ você encontra avaliações de clientes;

5) Verifique se a loja on-line informa CNPJ, telefone e endereço. É uma segurança caso você precise obter informações ou mesmo reclamar depois da compra;

6) Procure pelo cadeado de segurança na barra de endereços. Esse símbolo indica o uso de um importante recurso para transações mais seguras;

7) Pesquise sobre a qualidade e a idoneidade da loja. Em muitos casos, no próprio site da loja é possível consultar as queixas registradas e as respostas que as empresas dão a elas;

8) Tenha cuidado com e-mails e sites falsos que podem direcionar para arquivos com vírus;

9) Evite fazer compras a partir de computadores públicos — de uma lan house, por exemplo;

10) Cuide da segurança do seu computador. Mantenha o sistema operacional e antivírus atualizados;


Fonte: Isto é Dinheiro

Planeje bem suas compras de Natal pela internet

Por Eduardo Oliveira | Geral | em 24-11-2010

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Há vários motivos para fazer compras pela internet: não é preciso enfrentar o trânsito ou vendedores insistentes, nem mesmo filas no caixa. Além disso, a compra pode ser feita em qualquer horário e é possível pesquisar pelo melhor preço rapidamente. Não é à toa que o comércio eletrônico brasileiro deve viver seu melhor momento no Natal de 2010.

De acordo com dados levantados pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, a previsão é de faturamento de R$ 2,2 bilhões durante o período de 15 de novembro a 24 de dezembro. Isso corresponde a um aumento de 40% em relação ao ano anterior, quando o resultado chegou a R$ 1,6 bilhão no mesmo período.

O número de consumidores eletrônicos também deve crescer, passando de 17 milhões em 2009 para 23 milhões em 2010, segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net).

No Natal de 2010, os produtos mais vendidos devem repetir 2009: livros, CDs e DVDs. Os especialistas apostam, no entanto, em produtos de beleza como a novidade da temporada em termos de crescimento de vendas virtuais. Mas a vedete deste Natal será, sem dúvida, dizem eles, o produto eletrônico. “O dólar barato vai determinar a escolha de um produto mais caro em vez de uma lembrancinha”, diz Manuel Matos, presidente da camara-e.net.

Tem de tudo no espaço virtual. As opções de presentes de Natal passam de um milhão de itens. E o melhor: o preço chega a ser entre 15% e 25% mais barato do que nas lojas convencionais de uma mesma empresa. Além disso, há também a facilidade de buscadores que pesquisam e comparam os preços com rapidez e agilidade, uma forma de garantir ao consumidor a melhor opção.

Uma razão em especial atrai o varejista comum para o mundo virtual. O tíquete médio do setor deve girar em torno de R$ 370 este ano, contra R$ 50 do comércio tradicional. Dessa forma, os varejistas eletrônicos estão preparando seus estoques para atender o crescimento da demanda que ocorre nesta época do ano.

“Nas três semanas que antecedem o Natal, o e-varejo vende o volume equivalente a oito semanas comuns”, explica Matos. Por isso antecipar as compras em um período aquecido do mercado é mais do que necessário. “Recomendamos que os e-consumidores planejem suas compras antecipadamente. Dessa forma, não correm o risco de enfrentar uma surpresa desagradável”, afirma Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit.

Dá para comprar quase tudo pela internet, garante Umberti. Mas quanto mais customizado o produto, maior a chance de erro. É o caso de roupas, por exemplo. “Não dá para experimentar fisicamente, mas os lojistas estão criando sistemas que se aproximam do real”, explica.

Umberti afirma que os problemas com compras feitas pela internet são pequenos em termos percentuais na comparação com o volume negociado. O problema é que, se certos cuidados não forem tomados, a aquisição de produtos ou serviços pela internet pode resultar em enormes transtornos, sendo os principais deles atrasos na entrega, recebimento de mercadoria errada e falta de produtos para troca.

Como um alento, o consumidor deve saber que as relações de consumo no âmbito da internet também obedecem às normas do Código de Defesa do Consumidor. Entretanto, a aplicação da lei brasileira às contratações em sites estrangeiros é controvertida. Portanto, atenção redobrada quando a compra for feita em sites de empresas que estão baseadas em outros países.

“Um levantamento mostra que 85% dos consumidores já acreditam que comprar pela internet é seguro”, conta Umberti. Então, cerque-se de cuidados e boas compras.

Fonte: Isto é Dinheiro

Social Commerce: As Redes Sociais gerando negócios para o Varejo Online

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, Clientes, Pela web, Redes Sociais | em 23-11-2010

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Em meio ao boom das Redes Sociais e o crescente número de adeptos ao Comércio Eletrônico, surge o Comércio Social, também conhecido como s-Commerce: uma nova perspectiva do e-Commerce, que busca transformar as Redes Sociais em negócios rentáveis e o famoso “boca a boca” destas Comunidades Virtuais em geração efetiva de vendas na Web.

Enquanto as Mídias Sociais atestam cada vez mais seu poder de inovação, como no caso da ação whopper sacrifice do Burger King no Facebook, por exemplo, grande parte das operações de e-Commerce atuais ainda são baseadas na venda por catálogo adaptadas ao meio digital com pouco ou nenhum diferencial.

Social Commerce

 

Ao relacionarmos as Mídias Sociais ao processo de compra online podemos perceber que elas vêm alterando a cara do Comércio Eletrônico há algum tempo, pois, por meio delas, os usuários trocam informações e experiências, influenciando a decisão de compra de seus pares, em suas tribos digitais.

Com o crescimento do Comércio Eletrônico, o mercado passa a conhecer novas necessidades, bem como novas possibilidades de transformação nos modelos de e-Commerce existentes. O Comércio Social surge como uma nova dimensão do e-Commerce: a união de alguns conceitos de Redes Sociais às compras na web, onde todas – ou parte – das etapas do processo de compra realizadas pelo consumidor são compartilhadas com seus contatos das Redes Sociais.

O s-Commerce utiliza as conexões sociais das pessoas para divulgação de marcas. Os internautas podem compartilhar preferências com seus amigos, e estes, por sua vez, repassar a outros, construindo assim um Ciclo Virtuoso de Divulgação, o tão almejado de boca a boca online. Muitos analistas indicam que esse será o próximo boom do Varejo Online, onde não serão mais os portais que venderão seus produtos, mas os próprios consumidores que já compraram é quem vão indicar o produto às suas redes de contatos. As marcas precisarão apenas ceder ou participar de um ambiente propício a tal modelo de relacionamento.

Esse comportamento dos usuários nas Redes Sociais já é percebido na web colaborativa. O próximo passo será utilizar esta ferramenta a favor do fomento do Varejo Online, aliando o Conteúdo Colaborativo às Vendas Online e facilitando o acesso a informações sobre tendências de compras, que contribuem, por exemplo, para o alerta sobre o surgimento de novos nichos de mercado.

Além disso, o Comércio Social se utiliza da credibilidade dos usuários para obter maior sucesso. Acredita-se que 80% da influência exercida nos consumidores vêm de outras pessoas, enquanto que apenas 20%, das marcas (conceito 80/20). Dessa forma, as marcas podem se utilizar da credibilidade dos próprios consumidores para divulgação dos seus produtos.

Unir comércio, comunidade colaborativa e conteúdo em uma mesma plataforma digital de negócios é o diferencial do Comércio Social. O foco não é vender de qualquer forma e sim criar um relacionamento mais íntimo com os consumidores para conhecer melhor suas preferências e anseios e só então oferecer o produto certo, na hora certa, sendo eles convidados por amigos de sua Rede Social e não compelidos à compra.

Fonte : Blog Thiago Dollabela

Compra Coletiva no Jornal da Globo

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Pela web | em 23-11-2010

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Pesquisa sobre o mercado de e-books nos EUA

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Pela web, Tecnologia | em 22-11-2010

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A consultoria Forrester apresentou uma pesquisa sobre o e-commerce de livros no formato digital no Estados Unidos, e os hábitos dos leitores destes livros naquele país.

O estudo contou com a participação de cerca de 4 mil entrevistados, do total, 93 por cento se declaram leitores de livros tradicionais, e apenas 7 por cento se disseram adeptos aos livros no formato digital. Entre aqueles que possuem um e-reader, 66% declararam lerem em sua maioria livros eletrônicos.

Ao contrário do que se imaginava, o estudo ainda revelou que o meio mais popular de acesso a estes livros digitais é o notebook, com 35 por cento. Na segunda colocação vem o Kindle, com 32%, seguido pelo iPhone, o eReader da Sony e os netbooks.

A pesquisa revelou que só nos EUA os e-books (livros digitais) tiveram um faturamento de 966 milhões de dólares neste mercado em 2010. Para o ano de 2015, é previsto um aumento significativo na receita deste segmento, para 3 bilhões de dólares.


Fonte: E-commerce News

Fraude no e-commerce de ingressos nos EUA

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Pela web | em 22-11-2010

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Três pessoas nos Estados Unidos confessaram fraudar empresas ligadas ao e-commerce de ingressos, como a LiveNation, Ticketmaster e MLB.com. Os envolvidos com o esquema poderão ser condenados em até cinco anos de prisão pela legislação daquele país.

A fraude consistia em adquirir ingressos com assentos privilegiados em grandes eventos para posteriormente revendê-los a um preço inflacionado, como cambistas em jogos de futebol aqui no Brasil. Mas o que mais chamou a atenção foi a forma com que eles obtinham estes Tickets – utilizando uma ferramenta sofisticada que burlava o sistema de segurança CAPTCHA – utilizado em sites para bloquear softwares robôs. Com isso, logo que os ingressos eram disponibilizados à venda este sistema os comprava sem dar a mínima chance aos consumidores, tudo de forma automatizada.

De acordo com o Departamento de Justiça dos EUA, estima-se que os criminosos (por meio desta prática ilícita) tenham adquirido mais 1,5 milhão de bilhetes para os mais variados eventos, como produções da Broadway e até mesmo programas de TV, todos com lugares privilegiados dentre os demais. Para que o esquema não fosse descoberto foi criado uma empresa, a Wiseguy Tickets.

Fonte: E-Commerce News

Estudo diz que WI-FI é prejudicial as árvores

Por Eduardo Oliveira | Geral, Pela web | em 22-11-2010

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Estudo realizado por um grupo de instituições holandesas  indicou a relação entre as redes Wi-Fi e a deteorização de plantas nas grandes cidades , isto tudo por causa da radiação das redes.

A pesquisa que foi encomendada pelo município de Alphen aan den Rijn  foi conduzida pela Universidadde de Wageningen. Queriam  descobrir  se o número crescente de fontes de radiação eletromagnética, por exemplo antenas, pode de alguma forma deteriorar a saúde das plantas.

Assim, o estudo concluiu que a radiação das redes é sim prejudicial às árvores, podendo  causar variações importantes no crescimento como também sangramentos e fissuras na casca.

Nos meios urbanos já haviam sido notados problemas no crescimento e desenvolvimento das plantas. Nos últimos anos as plantas surgiram com problemas como rachaduras, inchaços, mudança nas cores e algumas formas de necrose. Após descartada a hipótese  de fenômenos naturais iniciou-se a pesquisa para descobrir o real motivo dos acontecimentos.

Para a pesquisa, foram selecionadas amostras de plantas que sofreram por mais de três meses seis fontes de radiação, com frequências  que variaram de 2412-2472 MHz e uma potência de 100 mW EIRP, estas, localizadas apenas 50 cm de distância.

Depois de alguns meses, as folhas das plantas que estavam frente a fonte de radiação mostraram uma descoloração que parece resultado do desaparecimento das células da camada externa das folhas, tinha uma aparência brilhante metalizada.

Os pesquisadores, após a pesquisa, e perceberem os efeitos da radiação nas plantas, declararam que é preciso realizar mais estudos para confirmar os estudos e assim, estabelecer as consequências  dos efeitos em um período mais longo

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Fonte:  Oficina da Net

E-commerce deve faturar R$ 2,2 bilhões no Natal

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce | em 19-11-2010

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O comércio eletrônico brasileiro deve passar o Natal em alta em 2010. De acordo com dados levantados pela e-bit, a data sazonal tem previsão de faturar R$ 2,2 bilhões durante o período de 15 de novembro a 24 de dezembro. Isso corresponde a um aumento nominal de 40% em relação ao ano anterior, quando o resultado chegou a R$ 1,6 bilhão no mesmo período.

Com a previsão de alta demanda na época natalina, as lojas virtuais já começam a preparar seus estoques para atender o grande número de pedidos. Por essa razão, contar com um planejamento aprimorado, além de uma logística eficaz, pode fazer a diferença para os lojistas em relação a seus concorrentes na hora de garantir a venda aos e-consumidores.

De acordo com Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit, antecipar as compras em um período aquecido do mercado é mais do que necessário. “Recomendamos que os e-consumidores planejem suas compras antecipadamente. Dessa forma, não correm o risco de enfrentar uma surpresa desagradável durante a comemoração. Por outro lado, a comodidade de realizar as compras em casa ou no escritório, evitando assim filas em shoppings centers e o trânsito característico das grandes cidades, é uma vantagem diferencial para esses clientes”, explica Umberti.

Ainda de acordo com o executivo, outros fatores devem ser considerados nas vendas natalinas. “No Natal, as pessoas têm o hábito de presentear familiares e amigos, o que potencializa a decisão de compra. Além disso, a injeção do 13º salário e os bônus de final de ano estimulam as pessoas a adquirirem mais produtos.”

Tíquete médio e categorias mais vendidas

O tíquete médio do setor deve girar em torno de R$ 370,00. As categorias mais vendidas devem ser Livros, Eletrônicos, Informática e Eletrodomésticos. Para o público feminino, a e-bit estima que a maior parte das vendas sejam destinadas ao segmento de Cosméticos e Beleza.

O comércio eletrônico deve aproveitar o embalo das vendas de final de ano e fechar 2010 com R$ 15 bilhões de faturamento, um crescimento nominal 40% maior em relação a 2009, quando o canal faturou R$ 10,6 bilhões em vendas de bens de consumo pelas lojas virtuais em todo Brasil.

O potencial de crescimento do país no varejo online é tão expressivo que chega a superar o mercado norte-americano. Enquanto no Brasil as vendas pela internet têm previsão de crescimento de 40% em 2010, nos Estados Unidos as vendas devem ser de apenas 12,7%, de acordo com dados do eMarketer, empresa norte-americana de inteligência digital.


Fonte: AdNews

Melhorar o desempenho de sua loja virtual

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce | em 18-11-2010

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A adoção de algumas práticas pode melhorar o desempenho de uma loja virtual no comércio eletrônico e, consequentemente, fazer dela um sucesso. A forma como se relacionar com o cliente, bem como a escolha de quais recursos utilizar para atrair público são duas das várias medidas capazes de culminar no sucesso de um negócio.

O uso de flash, por exemplo, pode, em determinados casos, ser negativo para a sua página. Em geral, convém optar por imagens estáticas que permitem uma navegação mais leve. Outra medida importante diz respeito à agilidade no atendimento ao público; tenha à disposição pessoas preparadas para atender os clientes e tirar suas dúvidas tão logo elas surjam.

As informações acerca de sua marca/ produto devem estar em evidência na página principal. Elas se encarregarão de motivar o visitante a passear pelo seu site. Não torne a busca pelo objetivo principal da visita, isto é, seu produto, algo demorado para quem acessa o seu site atrás de mais informações. Facilite a vida de seu público e aumente as chances de essas visitas culminarem em vendas.

Outra ação que vale a pena ser posta em prática é o retorno aos clientes mais fiéis. Um simples e-mail de agradecimento é muito bem visto por quem regularmente visita a sua loja virtual. Tal atitude estreita os laços entre empresa e cliente e faz desta relação mais humana e menos mecânica. Outro cuidado que não deve ser esquecido diz respeito à segurança dos pagamentos. Trabalhe com um sistema que garanta isto aos seus clientes.

Por fim, apresentamos uma das mais interessantes e eficazes práticas: transforme os clientes mais fiéis em parceiros de seu negócio. Como? Ofereça vantagens – como descontos, por exemplo – dê atenção ao quê eles dizem nas redes sociais e, deste modo, torne-os ainda mais fãs de sua marca. Assim, eles se empenharão ainda mais em divulgá-la.


Fonte:  Cooperblog

Exemplos diretamente da AMAZON.com

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Geral, Pela web | em 17-11-2010

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A Amazon.com nos oferece muitos exemplos positivos, mas com certeza também existem exemplos negativos, entretanto neste artigo vocês apenas encontrarão os exemplos positivos.

Produto

O produto é a estrela da loja virtual e, muitas vezes, mesmo os grandes do mercado brasileiro falham feio em informações técnicas e detalhes sobre os produtos. Recentemente estava pesquisando um navegador GPS e todas as grandes lojas nacionais informavam: mais de 1000 cidades brasileiras.

Como assim mais de 1000 cidades brasileiras? A cidade que eu quero tem ou não tem nesse navegador GPS?

Não quer colocar as mais de 1000 cidades da descrição do produto, tudo bem, mas faça um hot site ou um link para o site do fabricante onde conseguimos essa informação precisa, e foi lá mesmo o único lugar em que consegui a listagem das cidades, mas NENHUMA loja virtual me ofereceu essa informação importantíssima sobre o produto.

A amazon.com disponibiliza muito texto explicativo sobre o produto e principalmente especificações técnicas completas, também oferece muitas fotos de vários ângulos, vídeo sobre o produto e resenhas feitas pelos próprios consumidores internautas.

Resenhas/Opiniões

Você não precisa acreditar no texto oferecido pelo fabricante sobre o produto, você também consegue obter mais informações importantes sobre o produto pesquisado, informações estas que os próprios internautas criaram para você. Opiniões de quem usa o produto e não informações criadas pelo departamento de marketing do fabricante. Estas resenhas ainda são alinhadas por relevância, você vota se ela foi útil para você e as mais bem cotadas aparecem nas primeiras posições.

Windowshop.com

Este site da Amazon.com tenta eliminar a desvantagem que uma loja virtual tem para a física, ele oferece “novas sensações” para os usuários, mostrando, de forma simples e clara, livros, músicas, games e filmes.

Com apenas uma mão e sem o mouse, é possível você ficar horas navegando e “sentindo” os produtos selecionados da semana. Basta localizar o produto com a seta do teclado, e a música começa a tocar ou o vídeo trailer começa a ser exibido, e quando encontrar o que deseja, basta clicar em BUY e então rapidamente você entra na loja virtual tradicional para finalizar a compra.

Blog

No endereço www.amazon.com/gp/daily você encontra informações e novidades relacionadas aos produtos oferecidos na loja virtual.

Tecnologia

O “celular” HTC G1 é o primeiro aparelho a usar o Sistema Operacional Android do Google e já vem com uma loja virtual de MP3 da Amazon.com, oferecendo, com um único clique, compras para mais de 6 milhões de músicas através da parceria com quatro grandes gravadoras.

Tags

Todo internauta pode colocar TAGS nos produtos, facilitando para os próximos identificarem com mais precisão exatamente o que desejam. Num mar de milhões de produtos, estas TAGS ajudam muito.

Recorde de Vendas

De acordo com um comunicado da própria amazon.com, no dia 10 de dezembro de 2007, ela teve seu melhor dia de vendas do ano, recebeu encomendas para mais de 5,4 milhões de produtos, ou 62,5 itens por segundo. Também informaram que venderam 17 videogames Wii da Nintendo por segundo, enquanto tinham o aparelho em estoque.

Riqueza

Depois dos diferenciais acima, já sabemos por que Jeff Bezos, o fundador da Amazon.com, é o 33º homem mais rico do mundo, com uma fortuna avaliada em US$8,7 bilhões. Se você achou pouco, saiba que Steve Jobs da Apple, é o 61º com US$5,7 bilhões.

Se você tem mais experiências positivas e diferenciadas com a Amazon.com, eu quero saber. Por favor, comente este artigo para enriquecer mais estas informações para todos nós.


Fonte: E-Commerce News