Livraria RT está de “cara nova”

Agora os clientes da Livraria Revista dos Tribunais terão mais um motivo para visitar a loja, pois a loja foi totalmente reformulada neste mês de julho entrou no ar o novo layout. Além da cara nova o site oferece uma série de novos recursos aos clientes da Loja. Esta parceria entre a Revistas...

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Mais da metade dos e-consumidores estão na classe C

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 24-03-2011

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O aumento do poder aquisitivo dos brasileiros da classe C nos últimos anos, formada por pessoas cuja renda familiar é de até R$ 3 mil, fez com que ela passasse a ter extrema relevância para o comércio eletrônico. Hoje, esse público representa 52% dos consumidores que compram pela web, de acordo com estudo da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Já as classes mais alta, com renda familiar de R$ 3 mil até R$ 5 mil e com rendimento mensal superior a R$ 5 mil, representam 24%.
O relatório revela que o tíquete médio das pessoas da classe C no e-commerce é de R$ 319. O Brasil encerrou o ano passado com 23 milhões de e-consumidores e o comércio eletrônico no país movimentou R$ 15 milhões, expansão de 40% na comparação com 2009. A cifra inclui apenas as vendas de produtos, não considera a comercialização de serviços.
“A classe C já se tornou muito importante para os resultados das empresas de comércio eletrônico. Tal fenômeno tende a se manter nos próximos anos”, avalia Alexandre Umberti, diretor de marketing, produtos e inteligência da e-bit.
Outro dado relevante mostrado pela pesquisa é a excessiva concentração do mercado de e-commerce no Brasil, já que somente o estado de São Paulo responde por 40% do faturamento do setor.


Fonte: TI Inside

Tiquete médio do e-commerce no brasil superou os R$ 370

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 23-03-2011

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O comércio eletrônico brasileiro apresentou, em 2010, mais de 40 milhões de pedidos, divididos em uma base de aproximadamente 23 milhões de consumidores que gastaram, em média, R$ 373. Em 2009, o tíquete médio havia sido de R$ 335.

Desta forma, o e-commerce teve um desempenho acima do esperado. O faturamento do ano passado foi de R$ 14,8 bilhões nas lojas virtuais brasileiras, um crescimento nominal de 49% frente aos R$ 10,6 bilhões de 2009. A expectativa para o período era de R$ 14,5 bilhões.

“Em 2010, tivemos um alavancador que foi a Copa do Mundo, que deu impulso maior ao comércio eletrônico. Além do fator macroeconômico, com aumento do poder de compra”, afirmou o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (22) pela e-bit e a camara-e.net (Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico)

Motivos Além dos fatores já citados, o superaquecimento do setor no ano foi incentivado pela entrada de novos players e a consolidação de grandes grupos de varejo.

“As vendas no setor superaram nossas expectativas iniciais para o ano. Isso se deve à grande aceitação que esse tipo de comércio vem tendo por parte dos brasileiros, cada vez mais confiantes”, afirmou Guasti.

“Paralelamente a isso, percebemos que não estão apenas comprando mais, mas comprando produtos de maior valor agregado, como eletrodomésticos, informática, eletrônicos e telefonia, mais especificamente notebooks, desktops e televisores de tecnologia avançada”, afirmou o executivo.

Fonte: Yahoo

Quase 15 Bilhões foram faturados no comércio eletrônico no Brasil em 2010

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Notícias | em 23-03-2011

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O faturamento do comércio eletrônico (e-commerce) em 2010 foi de R$ 14,8 bilhões, segundo informou a E-bit, empresa de pesquisa de mercado especializada. O número representa um crescimento de 40% em relação ao faturamento registrado em 2009, de 10,6 bilhões, e supera a estimativa para o ano, que era de 14,5 bilhões.

Segundo o levantamento, realizado pela E-bit com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, os índices podem ser explicados pela alta das vendas durante a Copa do Mundo, principalmente de Televisores de Tela Fina.

A entrada de novos players, a consolidação de grandes grupos de varejo e o aumento da renda do consumidor também são fatores que devem ser levados em conta.

Durante o ano de 2010, as categorias que mais se destacaram foram Eletrodomésticos (14%), Livros, Assinaturas de Revistas e Jornais (12%), Saúde, beleza e medicamentos (12%), Informática (11%), e Eletrônicos (7%).

Para 2011, a expectativa é que o e-commerce fature até R$ 20 bilhões, um crescimento nominal de 30% em relação a 2010.


Fonte: Administradores

Vértice Books adquire Empório do Livro e espera crescimento de 50% com a aquisição

Por Eduardo Oliveira | Clientes, Mercado | em 18-03-2011

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A distribuidora Vértice Books, antes com foco na distribuição de livros técnicos para bibliotecas públicas e privadas e comércio eletrônico, ao adquirir a Empório do Livro — premiada como melhor distribuidora do ano de 2010, pela Associação Nacional de Livrarias — passa a atuar na distribuição para livrarias, nacionalmente, de obras gerais e técnicas, além de incorporar a atividades de editora.

A Vértice Books manterá as duas marcas de distribuidoras e o selo editorial Empório do Livro. Em 2010 a distribuidora Vértice Books registrou aumento de 77% em seu faturamento em relação a 2009 e já prevê para 2011, só com a aquisição da Empório do Livro, aumento de 50% no faturamento.

No segmento de bibliotecas, até agora com foco no público universitário, a nova empresa também deve levar seu trabalho para os acervos de instituições de ensino fundamental e médio.

Na produção editorial, a nova Vértice Books também pretende ampliar o gênero de obras do catálogo, já que a Empório do Livro até o momento vinha editando livros de arquitetura, poesia e literatura geral, passando a incluir livros universitários paradidáticos.

“Com a Empório do Livro vamos complementar linhas de negócios em que ainda não atuávamos. A sinergia das empresas nos permitirá melhorar a capacidade de atendimento e a estrutura de compras das editoras, otimizando as negociações”, declara Carlos Henrique de Carvalho Filho, diretor da Vértice Books, complementando que a empresa já analisa a possibilidade de novamente ampliar o negócio, desta vez na venda de livros, com a abertura de livrarias próprias.

As empresas

A Vértice Books foi constituída no final de 2004 por Carlos Henrique de Carvalho Filho, que em maio de 2010 vendeu a Revista dos Tribunais para o grupo ThomsonReuters, com o objetivo de distribuir os livros da Revista dos Tribunais e de outras editoras jurídicas. A partir de janeiro de 2007, ao observar a exigência do mercado pela ampliação da distribuição de livros de outras áreas alem da jurídica, passou operar com livros de diversos gêneros literários, profissionais e técnicos das melhores editoras do País e do exterior.

Há 14 anos no mercado, a Empório do Livro, fundada por Marta Elaine Blanco, que permanecerá na gestão da empresa, representa em torno de 400 editoras diante do comércio varejista de livros. Entre seus clientes estão as maiores redes de livrarias como Cultura, Saraiva e Siciliano e entre seus fornecedores encontra-se as maiores editoras como Companhia das Letras e as principais Editoras Universitárias. Tem aproximadamente 50.000 títulos disponíveis, sendo que, em média, são lançados pelas editoras clientes cerca de 400 novos títulos ao mês.


Brasil é o 13º no ranking do comércio eletrônico mundial

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado | em 18-03-2011

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O Brasil é o 13º país com o maior volume transacionado pela internet. Em 2009, o país movimentou US$ 8,7 bilhões, um aumento de 10,3% em relação a 2008. Se comparado a 2005, esse volume teve um crescimento de 254%, um dos maiores dentre os países pesquisados. As informações são do relatório sobre comércio eletrônico, divulgado pela everis, consultoria multinacional de negócios e tecnologia da informação, e que englobou dados de 41 países.

No ranking geral de vendas, o primeiro lugar é ocupado pelos Estados Unidos, com um movimento anual de US$ 134,9 bilhões, seguido pelo Japão, com US$ 51,2 bilhões, e pela China, com US$ 36,9 bilhões. Nas demais posições ficaram Alemanha (US$ 36 bi), França (US$ 28,4 bi), Reino Unido (US$ 28,1 bi), Itália (US$ 19,8 bi), Canadá (US$ 16,1 bi), Espanha (US$ 15,2) e Coreia do Sul (US$ 13,1 bi).

O relatório aponta ainda que em 2009, as vendas eletrônicas alcançaram, em todo o mundo, a marca de US$ 502,1 bilhões, um aumento de 4,5% em relação a 2008, e o dobro do valor apresentado em 2004. A média proporcional geral entre o volume de vendas eletrônicas e o PIB foi de 0,88%. No caso do Brasil, essa relação foi de 0,55%.

“Mesmo com a forte crise financeira internacional ocorrida no ano passado, o crescimento das vendas eletrônicas não sofreu diminuição. O destaque é para os países do BRICIT [Brasil, Rússia, Índia, China, Indonésia e Turquia], onde o aumento foi de 15,8%, e para a América Latina, que registrou um aumento de 10%”, afirma Teodoro López, presidente da everis nacional.

No ranking, o Brasil foi o líder dos países da América Latina em volume movimentado.

O estudo também comparou o volume de vendas eletrônicas anuais com o número de habitantes de cada país. Dos 41 países analisados, apenas quatro apresentaram diminuição no valor movimentado pelas vendas online: Coreia do Sul, Dinamarca, Suécia e Nigéria. Por outro lado, oito países apresentaram crescimento superior a 15%, com destaque para Índia e Vietnã, que apresentaram índices de 30,8%. O Brasil, em 2009, apresentou um crescimento de 8,9% em relação ao ano anterior e, no período 2005-2009, um crescimento de 238,8%.


Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios