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Comércio eletrônico já representa mais de 33% dos negócios no varejo

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 29-04-2011

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A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nesta terça-feira, 19/04, os resultados da 13ª pesquisa Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, realizada com 470 empresas, nacionais e multinacionais, de diversos segmentos e com atuação em diversos níveis no ambiente digital.

 

O estudo concluiu que o comércio eletrônico já representa 65,25% das transações B2B e 33,02% dos negócios feitos com o consumidor no Brasil. Com estes percentuais, a pesquisa aponta que o comércio eletrônico vem evoluindo no País e, mais que isso, a tendência é de crescimento, agora cauteloso em com foco no retorno efetivo dos investimentos.

 

De acordo com a pesquisa, ao longo de 2010 as empresas passaram a utilizar os meios eletrônicos de modo mais efetivo e alinhado aos seus processos de negócios. Na média, as empresas investiram 1,53% de sua receita líquida em comércio eletrônico. O percentual varia de acordo com o segmento: 0,48% na indústria, 1,44% no comércio e 2,21% na área de serviços.

 

Estes investimentos ainda são direcionados a aplicações básicas, como home page, email, troca eletrônica de dados, mas algumas utilizações inovadoras começam a surgir. Contribui para isso a evolução da estrutura pública de comunicações e o uso das redes sociais.

 

Em relação às utilizações, as empresas nacionais continuam utilizando o comércio eletrônico principalmente para os processos de relacionamento com os clientes, em processos de recebimento de pedidos, suporte a utilização e divulgação de informações. Na cadeia de suprimentos, a maior utilização ainda está na solicitação de suprimentos e envio de pagamentos.

 

Do lado dos negócios, o comércio eletrônico tem contribuído na criação de novas oportunidades de negócios, na criação de estratégias competitivas mais efetivas, melhoria no relacionamento com os clientes e economia direta.

 

Os números da Fundação Getúlio Vargas comprovam que a guerra tributária travada nos Estados – a incidência do ICMS – que causa uma divergência entre os demais estados contra São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, fica cada vez mais estratégica para os cofres públicos como o é, hoje, o setor de Telecomunicações.

 

Fonte: ConvergÊncia Digital

Mais da metade dos e-consumidores estão na classe C

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 24-03-2011

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O aumento do poder aquisitivo dos brasileiros da classe C nos últimos anos, formada por pessoas cuja renda familiar é de até R$ 3 mil, fez com que ela passasse a ter extrema relevância para o comércio eletrônico. Hoje, esse público representa 52% dos consumidores que compram pela web, de acordo com estudo da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Já as classes mais alta, com renda familiar de R$ 3 mil até R$ 5 mil e com rendimento mensal superior a R$ 5 mil, representam 24%.
O relatório revela que o tíquete médio das pessoas da classe C no e-commerce é de R$ 319. O Brasil encerrou o ano passado com 23 milhões de e-consumidores e o comércio eletrônico no país movimentou R$ 15 milhões, expansão de 40% na comparação com 2009. A cifra inclui apenas as vendas de produtos, não considera a comercialização de serviços.
“A classe C já se tornou muito importante para os resultados das empresas de comércio eletrônico. Tal fenômeno tende a se manter nos próximos anos”, avalia Alexandre Umberti, diretor de marketing, produtos e inteligência da e-bit.
Outro dado relevante mostrado pela pesquisa é a excessiva concentração do mercado de e-commerce no Brasil, já que somente o estado de São Paulo responde por 40% do faturamento do setor.


Fonte: TI Inside

Tiquete médio do e-commerce no brasil superou os R$ 370

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 23-03-2011

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O comércio eletrônico brasileiro apresentou, em 2010, mais de 40 milhões de pedidos, divididos em uma base de aproximadamente 23 milhões de consumidores que gastaram, em média, R$ 373. Em 2009, o tíquete médio havia sido de R$ 335.

Desta forma, o e-commerce teve um desempenho acima do esperado. O faturamento do ano passado foi de R$ 14,8 bilhões nas lojas virtuais brasileiras, um crescimento nominal de 49% frente aos R$ 10,6 bilhões de 2009. A expectativa para o período era de R$ 14,5 bilhões.

“Em 2010, tivemos um alavancador que foi a Copa do Mundo, que deu impulso maior ao comércio eletrônico. Além do fator macroeconômico, com aumento do poder de compra”, afirmou o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (22) pela e-bit e a camara-e.net (Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico)

Motivos Além dos fatores já citados, o superaquecimento do setor no ano foi incentivado pela entrada de novos players e a consolidação de grandes grupos de varejo.

“As vendas no setor superaram nossas expectativas iniciais para o ano. Isso se deve à grande aceitação que esse tipo de comércio vem tendo por parte dos brasileiros, cada vez mais confiantes”, afirmou Guasti.

“Paralelamente a isso, percebemos que não estão apenas comprando mais, mas comprando produtos de maior valor agregado, como eletrodomésticos, informática, eletrônicos e telefonia, mais especificamente notebooks, desktops e televisores de tecnologia avançada”, afirmou o executivo.

Fonte: Yahoo

Quase 15 Bilhões foram faturados no comércio eletrônico no Brasil em 2010

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Notícias | em 23-03-2011

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O faturamento do comércio eletrônico (e-commerce) em 2010 foi de R$ 14,8 bilhões, segundo informou a E-bit, empresa de pesquisa de mercado especializada. O número representa um crescimento de 40% em relação ao faturamento registrado em 2009, de 10,6 bilhões, e supera a estimativa para o ano, que era de 14,5 bilhões.

Segundo o levantamento, realizado pela E-bit com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, os índices podem ser explicados pela alta das vendas durante a Copa do Mundo, principalmente de Televisores de Tela Fina.

A entrada de novos players, a consolidação de grandes grupos de varejo e o aumento da renda do consumidor também são fatores que devem ser levados em conta.

Durante o ano de 2010, as categorias que mais se destacaram foram Eletrodomésticos (14%), Livros, Assinaturas de Revistas e Jornais (12%), Saúde, beleza e medicamentos (12%), Informática (11%), e Eletrônicos (7%).

Para 2011, a expectativa é que o e-commerce fature até R$ 20 bilhões, um crescimento nominal de 30% em relação a 2010.


Fonte: Administradores

Brasil é o 13º no ranking do comércio eletrônico mundial

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado | em 18-03-2011

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O Brasil é o 13º país com o maior volume transacionado pela internet. Em 2009, o país movimentou US$ 8,7 bilhões, um aumento de 10,3% em relação a 2008. Se comparado a 2005, esse volume teve um crescimento de 254%, um dos maiores dentre os países pesquisados. As informações são do relatório sobre comércio eletrônico, divulgado pela everis, consultoria multinacional de negócios e tecnologia da informação, e que englobou dados de 41 países.

No ranking geral de vendas, o primeiro lugar é ocupado pelos Estados Unidos, com um movimento anual de US$ 134,9 bilhões, seguido pelo Japão, com US$ 51,2 bilhões, e pela China, com US$ 36,9 bilhões. Nas demais posições ficaram Alemanha (US$ 36 bi), França (US$ 28,4 bi), Reino Unido (US$ 28,1 bi), Itália (US$ 19,8 bi), Canadá (US$ 16,1 bi), Espanha (US$ 15,2) e Coreia do Sul (US$ 13,1 bi).

O relatório aponta ainda que em 2009, as vendas eletrônicas alcançaram, em todo o mundo, a marca de US$ 502,1 bilhões, um aumento de 4,5% em relação a 2008, e o dobro do valor apresentado em 2004. A média proporcional geral entre o volume de vendas eletrônicas e o PIB foi de 0,88%. No caso do Brasil, essa relação foi de 0,55%.

“Mesmo com a forte crise financeira internacional ocorrida no ano passado, o crescimento das vendas eletrônicas não sofreu diminuição. O destaque é para os países do BRICIT [Brasil, Rússia, Índia, China, Indonésia e Turquia], onde o aumento foi de 15,8%, e para a América Latina, que registrou um aumento de 10%”, afirma Teodoro López, presidente da everis nacional.

No ranking, o Brasil foi o líder dos países da América Latina em volume movimentado.

O estudo também comparou o volume de vendas eletrônicas anuais com o número de habitantes de cada país. Dos 41 países analisados, apenas quatro apresentaram diminuição no valor movimentado pelas vendas online: Coreia do Sul, Dinamarca, Suécia e Nigéria. Por outro lado, oito países apresentaram crescimento superior a 15%, com destaque para Índia e Vietnã, que apresentaram índices de 30,8%. O Brasil, em 2009, apresentou um crescimento de 8,9% em relação ao ano anterior e, no período 2005-2009, um crescimento de 238,8%.


Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Segurança como força de vendas

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias, Pesquisas | em 11-02-2011

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Muitos internautas brasileiros ainda não compram em lojas virtuais por medo de terem seus dados extraviados ou de não receberem o produto. Portanto, é imprescindível não só para a conquista de clientes, mas também para o crescimento do comércio eletrônico nacional, que os lojistas ofereçam garantias de segurança aos seus consumidores. Nesse sentido, o selo de segurança se torna um incentivo de vendas muito eficiente.

A internet brasileira vive hoje um grande paradoxo. São 70 milhões de internautas (IBOPE-Nielsen), dos quais 40 milhões usam o Internet Banking (FEBRABAN), mas apenas 17,6 milhões fazem compras na internet (E-bit).

Ou seja, 55% dos internautas brasileiros com o costume de realizar movimentações financeiras na internet não compram em lojas virtuais. Mas por quê?

  • 30% dos internautas não compram na internet por questões de segurança (Fonte: Pesquisa Perfil da Internet Brasileira – Site Blindado)
  • 83% das pessoas que possuem cartão de crédito disseram que nunca compraram online por medo de clonagem de seu cartão de crédito. (Fonte: Visa)

O e-commerce nacional vive hoje um cenário de grande concorrência. Oferecer diferenciais se tornou uma regra para as empresas que desejam manter seu market share na web.

Portanto, fica claro que um dos grandes argumentos a serem oferecidos a fim de conquistar essa faixa de 22,4 milhões de novos consumidores está relacionado à segurança de informações.

São muitas as práticas que o lojista pode realizar para conferir segurança ao seu e-commerce, como, por exemplo, fazer uso de uma plataforma com cadeado de segurança SSL (que impede o extravio de informações) e uma criptografia de dados capaz de mantê-los em sigilo.

No entanto, essas providências são claras apenas para o lojista. É preciso oferecer garantias mais “palpáveis” para convencer o e-consumidor de primeira viagem.

Nesse contexto as empresas de auditoria e monitoramento ganham importância.

  • 70% dos internautas compram somente se a loja virtual apresentar algum selo de segurança” (Fonte: Pesquisa de Crimes Virtuais – IBM)

Novas práticas de invasão e quebra de sigilo de informações surgem diariamente. Esse tipo de empresa, que fornece o selo de segurança, é responsável por identificar essas práticas, bem como monitorar o e-commerce 24 horas por dia, buscando por qualquer abertura que a plataforma utilizada ofereça em termos de invasão do sistema.

Embora a grande maioria dos e-consumidores não saiba disso, o simples fato de o selo de segurança estar presente no rodapé da loja virtual gera credibilidade ao e-commerce.

  • A exibição de um selo de segurança nas páginas de comércio eletrônico aumenta as vendas entre 12% e 15% (Fonte: Pesquisa Perfil da Internet Brasileira – Site Blindado)

Tendo em vista a relevância do selo de segurança como argumento de conquista de e-consumidores, é essencial para a loja virtual que obtenha a certificação, garantindo aos compradores 100% de segurança de seus dados.

Embora muito importante, esse é apenas um dos procedimentos que devem ser tomados para convencer o consumidor que enxerga com desconfiança o comércio eletrônico.

A proteção contra invasões deve ser amparada por uma série de procedimentos que gerem empatia do consumidor, tais como um bom layout, depoimentos de pessoas que já compraram na loja, bem como um canal eficiente de comunicação empresa-cliente. Isso mostra que estão sendo vendidos produtos reais por pessoas reais.


Fonte: E-Commerce News

O comércio eletrônico nas redes sociais

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Notícias, Pela web, Redes Sociais | em 09-02-2011

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Por definição, social commerce é o e-commerce envolvendo o relacionamento entre pessoas. Isso sempre ocorreu em se tratando de comércio; porém, quando se expande para os relacionamentos no universo digital, pode ser considerado novo e muito estimulante, principalmente se lembrarmos que hoje há, no mundo, aproximadamente um bilhão de pessoas nas redes sociais.

Como exemplo, temos o Facebook, criado em 2006, que ultrapassou o Google em tráfego semanal nos Estados Unidos. Se ele fosse um país, seria o terceiro mais populoso do mundo. Além disso, a maioria do público nas redes sociais são mulheres, que coincidentemente são também a maioria do público consumidor. Até mesmo um novo termo já está sendo criado: o F-commerce, ou comércio via Facebook, que já é explorado por companhias como Victoria’s Secret e Delta Airlines.

Como se sabe, as redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut, entre outras) ampliaram as possibilidades de troca de informações e influências, pois nelas as pessoas falam sobre seus interesses e entre eles estão empresas, marcas e produtos. Elas interagem, por exemplo, buscando esclarecer suas dúvidas, bem como aquelas que outros usuários possam ter também, usando para isso a opinião de pessoas conhecidas ou não. Para se ter uma ideia, 78% das pessoas confiam nas opiniões postadas na web, enquanto apenas 14% confiam em anúncios.

Esse processo cada vez mais antecede as compras que possam ou não ser realizadas pela web, mas que, com certeza, nela se iniciam. Há diversos benefícios que os internautas descobriram nessa interação propiciada pelo social commerce, como economia de tempo, troca de experiências, redução do risco de uma compra inadequada, soluções baseadas em interesses comuns e aumento do poder de barganha, além de um relacionamento mais próximo com as marcas dos fabricantes.

Apenas para ilustrar como isso ocorre na prática, vou recorrer a um exemplo pessoal. Eu me vi recentemente numa situação nova e interessante. Tinha que comprar um carrinho para bebê, afinal, em breve teremos mais um morador em casa. Porém, ao chegar à loja, deparei-me com um número imenso de modelos e nenhum vendedor para esclarecer minhas dúvidas. Resultado: fui para casa e pesquisei na web a opinião de outras pessoas que passaram pela mesma dificuldade. Pude observar os comentários, analisar as funcionalidades e a pontuação (número de estrelas) para cada modelo e ainda comparar preços entre lojas, enfim, uma infinidade de informações foram obtidas em apenas um clique. Feito isso, em uma viagem recente, pude adquirir com maior segurança um modelo mais adequado às minhas futuras necessidades e por um valor muito mais justo.

Por outro lado, as empresas estão ainda descobrindo que esse é também um caminho para elas próprias interagirem com seus consumidores, pois podem aumentar o seu conhecimento sobre eles, criar um vínculo, posicionar-se por meio de uma comunicação direta e monitorar os resultados dos impactos de suas ações. O que elas estão entendendo é que as redes sociais tornaram-se uma plataforma de interação para acompanhar e até mesmo antecipar tendências sobre interesses de compras. Porém, isso ainda é utilizado de forma incipiente, pois é um trabalho desgastante e muito diferente da mídia tradicional. Afinal, é outra coisa: não é propaganda, não é divulgação, é relacionamento. E, como sabemos, qualquer relacionamento dá trabalho. Exige conhecimento do outro e dedicação.

Portanto, fica o meu alerta. Se vocês e a sua empresa ainda estão se questionando se devem ou não fazer algo relacionado às mídias sociais, lamento, pois já estão atrasados. Você deveriam já estar se questionando sobre como fazer, pois isso não é uma moda passageira. É uma tendência e realmente veio para ficar.


Fonte: PEGN por Sandra Turchi

Frete Grátis pode ser mais lucrativo

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias, Pela web | em 08-02-2011

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Quando um consumidor consegue encontrar o produto que deseja, com preço que considera justo, a venda está praticamente realizada. Porém para aquelas lojas online onde se faz necessário selecionar a forma de entrega e o valor correspondente, está criada uma barreira que normalmente veta metade da possibilidade da concretização da venda.

Muitos consumidores preferem comprar em lojas físicas para não ter que arcar com o custo do frete ou procurar outros estabelecimentos que ofereçam a entrega gratuita.

Com a entrada da classe D e E no grupo de possíveis compradores de produtos em loja virtuais, o valor da entrega por muitas vezes chega a ser 20% do valor de pedido baixos, quando todo centavo conta na hora de finalizar o pedido.

Ao criar formas para que os consumidores não se preocupem com o valor da entrega no momento de finalizar o processo de compra, automaticamente estamos extinguindo uma barreira e criando um diferencial positivo e estimulante para alavancar mais vendas.

A forma de entrega gratuita é um fator decisivo para conclusão de vendas, logo se faz necessário amplificar esse fator.

Um estudo realizado pela Compete Online Shopper traz algumas informações sobre o que pensam os consumidores de uma forma geral sobre a entrega:

  • 93% dos consultados sinalizaram que frete gratuito incentiva a compra online;
  • 67% dos consumidores afirmam comprar os produtos em loja física para economizar o frete;
  • Custo elevado de frete foi apontando como uma das principais razões pela insatisfação da experiência de compra.

Uma forma interessante é criar parcerias com fornecedores para que estes subsidiem parte do frete, ou ainda de alguma forma o próprio lojista subsidiar por completo o frete, visto que exponencialmente suas vendas devem crescer, criando assim um lucro maior ao final do processo, que irá cobrir os gastos com as entregas.

Em última instância, tente praticar o menor frete possível e ou ainda um valor fixo, porque dessa forma poderemos sinalizar o valor da entrega antes mesmo da intenção de compra ser iniciada, criando assim um facilitador mental para o consumidor.


Fonte: E-Commerce Brasil

A importância de manter o consumidor informado

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Notícias, Redes Sociais | em 01-02-2011

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O Comércio Eletrônico entre empresas e consumidores, conhecido como  B2C , é um nicho de mercado que cresceu muito nos últimos tempos. Diante desta perspectiva, o consumidor procura cada vez mais a compra online na hora de arquirir produtos e serviços.

As empresas já perceberam esta tendência e também têm se esmerado no que diz respeito a disponibilizar a maior quantidade de informações sobre o produto no seu website, gerando assim uma relação de confiança entre vendedor-comprador, tendo como uma das consequências o aumento das vendas online.

Embora tenha vantagens como o acesso instantâneo e direto a informações e a gama de produtos e serviços ofertados na internet, o comércio eletrônico é por natureza uma relação complexa quando o assunto é  proteção e segurança. Segurança é fundamental, o que o consumidor espera de uma loja online é que ela seja um ambiente seguro e que lhe proporcione um bom atendimento.

É fundamental que o cliente seja sempre bem informado sobre os produtos que estão comprando, devendo o conteúdo da oferta ser suficientemente esclarecedor para o usuário consumidor. A identidade do fornecedor, características essenciais do produto, o preço, disponibilidade, custos de envios, formas de pagamento, estimativa do tempo de entrega, existência do direito de resolução, prazo de validade da oferta ou serviço.
Consumidor informado é consumidor satisfeito

Todas estas informações trazem satisfação aos consumidores que passam a se sentir mais seguros e acabam por utilizar cada vez maisa Internet para adquirir bens de consumo.

Nos contratos celebrados à distância, principalmente via Internet, estas informações têm fundamental importância, tendo em vista que um dos maiores impedimentos ao crescimento do comércio eletrônico era e é a preocupação do consumidor com a segurança de suas transações online, confiabilidade dos fornecedores, competência e adequabilidade das mercadorias pedidas à distância, bem como a capacidade de se resolver disputas com fornecedores distantes.


|Fonte: Artigos de E-commerce

Qual o papel do gerente de e-commerce?

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Pela web | em 06-01-2011

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Por Luiz Dias*

A internet, as lojas virtuais e o marketing online trouxeram às posições de destaque jovens profissionais que se desvincularam da triste rotina da mera extração de dados gerenciais e planilhas retrógradas para dar lugar à incessante busca de novas informações, metodologias e ações inovadoras que estão sempre no olho do furacão do ambiente digital, deixando de ser mero robô analítico, mas trabalhando e compreendendo os números de maneira humana e criativa.

O nível de interdisciplinaridade que um Gerente de E-Commerce precisa assumir é do tamanho da humildade necessária para aprender sempre. Por isso, este artigo tem a mera intenção de trazer noções que façam pensar e não que venha vaticinar uma palavra final que, cá para nós, jamais existirá no marketing digital.

Partindo dessa premissa é imperativo afirmar que do estagiário ao presidente, das sempre simpáticas moças da limpeza aos especialistas em tecnologia, todas as informações são importantes. Em para isso é imprescindível a habilidade e conhecimento do Gerente de E-Commerce em coletar os dados e explorar as informações. No entanto, de posse delas, é preciso tornar a tomada de decisões mais precisa, cada vez mais próximo do planejamento e do conceito e milhas e milhas distante do próprio ego ou gosto pessoal travestidos de feeling.

A qualidade da hierarquização do conteúdo, bem como da usabilidade e experiência oferecidas ao usuário, tudo tem influência decisiva nos resultados online. Caso um funil de compra seja de difícil compreensão, automaticamente aumentará a taxa de abandono do seu carrinho. Esse tipo de comportamento é de fácil identificação através da correta utilização de ferramentas de análise como o Google Analytics, Yahoo Web Analytics, Predicta ou Adobe Omniture, por exemplo. está em encontrar os problemas e recomendar as sugestões de melhoria, bem como traçar estratégias de organização da informação e encontrar ou criar as melhores oportunidades.

É importante verificar que, o excesso de recursos técnicos e quantidade avassaladora de tecnologias embutidas em ferramentas gratuitas de considerável simplicidade na utilização, resultam em um soterramento de dados e uma incontida ansiedade de aferir tantos ítens quanto possível. Na verdade, o gestor deve escolher poucos dados de preponderante relevância para serem mensurados e comparados (KPI). Posteriormente, caso haja necessidade, realizar sutis e pertinentes modificações neste processo.

Há de se evitar, também, tratar cada peça como uma só. Banners, E-Mail Marketing, Campanhas, Search Engine Optimization, Search Engine Marketing e imersão em Redes Sociais têm métricas e conversões específicas que devem ser planejadas e parametrizadas de maneira independente, cada qual de acordo com sua própria estratégia.

Não é pela óbvia necessidade de vender que o gerente tem que se preocupar tão somente em oferecer ao seu cliente ofertas imperdíveis, promoções inacreditáveis, infindáveis parcelamentos e frete grátis. O cliente online é exigente e permite poucas falhas. No entanto, existem estratégias que podem tornar o E-Commerce mais amigável, como por exemplo, as inúmeras formas de prestar serviços ao cliente, e para isso, as mais diversas formas de interações com as Redes Sociais.

Também existe a responsabilidade da infra-estrutura tecnológica. O Gerente de E-Commerce deve saber escolher a melhor tecnologia de vendas disponível para adaptar-se ao seu modelo de negócio bem como a segurança e certificações para as transações online em comércio eletrônico e por fim, e não menos importante, a questão logística, que consiste em acompanhar do controle de estoque e das operações, à expedição e ao pós-venda, seja como forma de prestar um serviço melhor ao cliente, seja na política de trocas e pronta solução de eventuais problemas que possam surgir.

O Gerente de E-Commerce tem a função de aumentar o número visitas do site e cuidar para que essas visitas sejam qualificadas, aumentando consequentemente a taxa de conversão das suas diversas estratégias. Acompanhar da oferta à expedição dos produtos certos para o cliente certo (relevância é o nome do jogo) e o compromisso com a total satisfação de quem realiza a compra, fidelizando-o a ponto desse mesmo cliente além de tornar a comprar em seu site, ser o próximo embaixador de sua loja virtual.

* Luiz Dias é Gestor Comercial de E-Commerce da CENTAURO.com.br e autor do site www.GerenteDeEcommerce.com.br