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Café com Lojistas sobre comércio eletrônico – Apresentação

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, Cases, e-commerce, Notícias | em 15-06-2011

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Olá pessoal, foi um prazer ter dividido com vocês um pouco do nosso dia-a-dia e espero que tenha sido tão legal para vocês como foi para mim.

Como eu havia combinado, estou postando os slides da apresentação de hoje pela manhã, sintam-se a vontade de baixá-la e compartilhar ;)

Apresentação F1-Soluções no Café com Lojistas (Venda Online, sua empresa está preparada??)

 

 

Eu havia ficado de mandar o relatório anual WebShoppers (segue abaixo)

 


 

Obrigado a todos e fiquem a vontade para enviar dúvidas ou sugestões.

Abraços a todos e boas Vendas!

Eduardo de Oliveira

Mais sobre o Evento: Sindilojas Porto Alegre

Café com Lojistas abordará Comércio Online

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Notícias | em 13-06-2011

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Contribuindo para o desenvolvimento da classe lojista, o Sindilojas Porto Alegre promove no dia 15 de junho, às 8h30min, mais uma edição do Café com Lojistas. O evento mensal reúne associados ao Sindicato para informar e debater assuntos importantes para a categoria. O tema abordado nesta edição será Comércio Online, com o palestrante Eduardo de Oliveira, diretor geral da F1 Soluções

Data: 15 de junho, quarta-feira
Programação: 8h30min – Café de boas vindas | 9h às 10h – Palestra e bate-papo
Local: Auditório Henrique Gerchmann (Rua dos Andradas, 1234, 9º andar)
Palestra: Comércio Online: sua loja está preparada?
Palestrante: Eduardo de Oliveira, diretor geral da F1 Soluções
Inscrições: 51 3025.8300 ou eventos@sindilojaspoa.com.br.

Exclusivo para lojistas associados.

Agende-se e participe!

Fonte: Sindilojas Porto Alegre

Venha visitar nosso stand na BITS South America 2011!

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 10-05-2011

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Bits 2011 - Um evento CEBIT no Brasil


A F1 Soluções tem o prazer de convidá-lo para visitar nosso estande na Feira BITS – Business IT South America, que será realizada de 10 a 12 de maio,
no Centro de Eventos FIERGS, localizado na Av. Assis Brasil, 8787 – Bairro Sarandi – Porto Alegre, das 10hs às 20hs, na ocasião você poderá conhecer todos os nossos produtos
e serviços, além de inteirar-se das novas tendências tecnológicas do mercado.


Sobre a BITS 2011

Como principal evento no mercado mundial da indústria de TIC, a CeBIT traz ao Brasil o evento BITS Business IT South America, pela 1ª vez na América Latina, o evento contará com a participação de empresas internacionais expondo os seus produtos e serviços para um público Business to Busines (B2B).

Informações sobre o programa da BITS no: www.bitsouthamerica.com.br

Aguardamos sua visita!

Comércio eletrônico já representa mais de 33% dos negócios no varejo

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 29-04-2011

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A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nesta terça-feira, 19/04, os resultados da 13ª pesquisa Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, realizada com 470 empresas, nacionais e multinacionais, de diversos segmentos e com atuação em diversos níveis no ambiente digital.

 

O estudo concluiu que o comércio eletrônico já representa 65,25% das transações B2B e 33,02% dos negócios feitos com o consumidor no Brasil. Com estes percentuais, a pesquisa aponta que o comércio eletrônico vem evoluindo no País e, mais que isso, a tendência é de crescimento, agora cauteloso em com foco no retorno efetivo dos investimentos.

 

De acordo com a pesquisa, ao longo de 2010 as empresas passaram a utilizar os meios eletrônicos de modo mais efetivo e alinhado aos seus processos de negócios. Na média, as empresas investiram 1,53% de sua receita líquida em comércio eletrônico. O percentual varia de acordo com o segmento: 0,48% na indústria, 1,44% no comércio e 2,21% na área de serviços.

 

Estes investimentos ainda são direcionados a aplicações básicas, como home page, email, troca eletrônica de dados, mas algumas utilizações inovadoras começam a surgir. Contribui para isso a evolução da estrutura pública de comunicações e o uso das redes sociais.

 

Em relação às utilizações, as empresas nacionais continuam utilizando o comércio eletrônico principalmente para os processos de relacionamento com os clientes, em processos de recebimento de pedidos, suporte a utilização e divulgação de informações. Na cadeia de suprimentos, a maior utilização ainda está na solicitação de suprimentos e envio de pagamentos.

 

Do lado dos negócios, o comércio eletrônico tem contribuído na criação de novas oportunidades de negócios, na criação de estratégias competitivas mais efetivas, melhoria no relacionamento com os clientes e economia direta.

 

Os números da Fundação Getúlio Vargas comprovam que a guerra tributária travada nos Estados – a incidência do ICMS – que causa uma divergência entre os demais estados contra São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, fica cada vez mais estratégica para os cofres públicos como o é, hoje, o setor de Telecomunicações.

 

Fonte: ConvergÊncia Digital

Mais da metade dos e-consumidores estão na classe C

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 24-03-2011

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O aumento do poder aquisitivo dos brasileiros da classe C nos últimos anos, formada por pessoas cuja renda familiar é de até R$ 3 mil, fez com que ela passasse a ter extrema relevância para o comércio eletrônico. Hoje, esse público representa 52% dos consumidores que compram pela web, de acordo com estudo da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Já as classes mais alta, com renda familiar de R$ 3 mil até R$ 5 mil e com rendimento mensal superior a R$ 5 mil, representam 24%.
O relatório revela que o tíquete médio das pessoas da classe C no e-commerce é de R$ 319. O Brasil encerrou o ano passado com 23 milhões de e-consumidores e o comércio eletrônico no país movimentou R$ 15 milhões, expansão de 40% na comparação com 2009. A cifra inclui apenas as vendas de produtos, não considera a comercialização de serviços.
“A classe C já se tornou muito importante para os resultados das empresas de comércio eletrônico. Tal fenômeno tende a se manter nos próximos anos”, avalia Alexandre Umberti, diretor de marketing, produtos e inteligência da e-bit.
Outro dado relevante mostrado pela pesquisa é a excessiva concentração do mercado de e-commerce no Brasil, já que somente o estado de São Paulo responde por 40% do faturamento do setor.


Fonte: TI Inside

Tiquete médio do e-commerce no brasil superou os R$ 370

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 23-03-2011

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O comércio eletrônico brasileiro apresentou, em 2010, mais de 40 milhões de pedidos, divididos em uma base de aproximadamente 23 milhões de consumidores que gastaram, em média, R$ 373. Em 2009, o tíquete médio havia sido de R$ 335.

Desta forma, o e-commerce teve um desempenho acima do esperado. O faturamento do ano passado foi de R$ 14,8 bilhões nas lojas virtuais brasileiras, um crescimento nominal de 49% frente aos R$ 10,6 bilhões de 2009. A expectativa para o período era de R$ 14,5 bilhões.

“Em 2010, tivemos um alavancador que foi a Copa do Mundo, que deu impulso maior ao comércio eletrônico. Além do fator macroeconômico, com aumento do poder de compra”, afirmou o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (22) pela e-bit e a camara-e.net (Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico)

Motivos Além dos fatores já citados, o superaquecimento do setor no ano foi incentivado pela entrada de novos players e a consolidação de grandes grupos de varejo.

“As vendas no setor superaram nossas expectativas iniciais para o ano. Isso se deve à grande aceitação que esse tipo de comércio vem tendo por parte dos brasileiros, cada vez mais confiantes”, afirmou Guasti.

“Paralelamente a isso, percebemos que não estão apenas comprando mais, mas comprando produtos de maior valor agregado, como eletrodomésticos, informática, eletrônicos e telefonia, mais especificamente notebooks, desktops e televisores de tecnologia avançada”, afirmou o executivo.

Fonte: Yahoo

Quase 15 Bilhões foram faturados no comércio eletrônico no Brasil em 2010

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Notícias | em 23-03-2011

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O faturamento do comércio eletrônico (e-commerce) em 2010 foi de R$ 14,8 bilhões, segundo informou a E-bit, empresa de pesquisa de mercado especializada. O número representa um crescimento de 40% em relação ao faturamento registrado em 2009, de 10,6 bilhões, e supera a estimativa para o ano, que era de 14,5 bilhões.

Segundo o levantamento, realizado pela E-bit com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, os índices podem ser explicados pela alta das vendas durante a Copa do Mundo, principalmente de Televisores de Tela Fina.

A entrada de novos players, a consolidação de grandes grupos de varejo e o aumento da renda do consumidor também são fatores que devem ser levados em conta.

Durante o ano de 2010, as categorias que mais se destacaram foram Eletrodomésticos (14%), Livros, Assinaturas de Revistas e Jornais (12%), Saúde, beleza e medicamentos (12%), Informática (11%), e Eletrônicos (7%).

Para 2011, a expectativa é que o e-commerce fature até R$ 20 bilhões, um crescimento nominal de 30% em relação a 2010.


Fonte: Administradores

Brasil é o 13º no ranking do comércio eletrônico mundial

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado | em 18-03-2011

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O Brasil é o 13º país com o maior volume transacionado pela internet. Em 2009, o país movimentou US$ 8,7 bilhões, um aumento de 10,3% em relação a 2008. Se comparado a 2005, esse volume teve um crescimento de 254%, um dos maiores dentre os países pesquisados. As informações são do relatório sobre comércio eletrônico, divulgado pela everis, consultoria multinacional de negócios e tecnologia da informação, e que englobou dados de 41 países.

No ranking geral de vendas, o primeiro lugar é ocupado pelos Estados Unidos, com um movimento anual de US$ 134,9 bilhões, seguido pelo Japão, com US$ 51,2 bilhões, e pela China, com US$ 36,9 bilhões. Nas demais posições ficaram Alemanha (US$ 36 bi), França (US$ 28,4 bi), Reino Unido (US$ 28,1 bi), Itália (US$ 19,8 bi), Canadá (US$ 16,1 bi), Espanha (US$ 15,2) e Coreia do Sul (US$ 13,1 bi).

O relatório aponta ainda que em 2009, as vendas eletrônicas alcançaram, em todo o mundo, a marca de US$ 502,1 bilhões, um aumento de 4,5% em relação a 2008, e o dobro do valor apresentado em 2004. A média proporcional geral entre o volume de vendas eletrônicas e o PIB foi de 0,88%. No caso do Brasil, essa relação foi de 0,55%.

“Mesmo com a forte crise financeira internacional ocorrida no ano passado, o crescimento das vendas eletrônicas não sofreu diminuição. O destaque é para os países do BRICIT [Brasil, Rússia, Índia, China, Indonésia e Turquia], onde o aumento foi de 15,8%, e para a América Latina, que registrou um aumento de 10%”, afirma Teodoro López, presidente da everis nacional.

No ranking, o Brasil foi o líder dos países da América Latina em volume movimentado.

O estudo também comparou o volume de vendas eletrônicas anuais com o número de habitantes de cada país. Dos 41 países analisados, apenas quatro apresentaram diminuição no valor movimentado pelas vendas online: Coreia do Sul, Dinamarca, Suécia e Nigéria. Por outro lado, oito países apresentaram crescimento superior a 15%, com destaque para Índia e Vietnã, que apresentaram índices de 30,8%. O Brasil, em 2009, apresentou um crescimento de 8,9% em relação ao ano anterior e, no período 2005-2009, um crescimento de 238,8%.


Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Segurança como força de vendas

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias, Pesquisas | em 11-02-2011

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Muitos internautas brasileiros ainda não compram em lojas virtuais por medo de terem seus dados extraviados ou de não receberem o produto. Portanto, é imprescindível não só para a conquista de clientes, mas também para o crescimento do comércio eletrônico nacional, que os lojistas ofereçam garantias de segurança aos seus consumidores. Nesse sentido, o selo de segurança se torna um incentivo de vendas muito eficiente.

A internet brasileira vive hoje um grande paradoxo. São 70 milhões de internautas (IBOPE-Nielsen), dos quais 40 milhões usam o Internet Banking (FEBRABAN), mas apenas 17,6 milhões fazem compras na internet (E-bit).

Ou seja, 55% dos internautas brasileiros com o costume de realizar movimentações financeiras na internet não compram em lojas virtuais. Mas por quê?

  • 30% dos internautas não compram na internet por questões de segurança (Fonte: Pesquisa Perfil da Internet Brasileira – Site Blindado)
  • 83% das pessoas que possuem cartão de crédito disseram que nunca compraram online por medo de clonagem de seu cartão de crédito. (Fonte: Visa)

O e-commerce nacional vive hoje um cenário de grande concorrência. Oferecer diferenciais se tornou uma regra para as empresas que desejam manter seu market share na web.

Portanto, fica claro que um dos grandes argumentos a serem oferecidos a fim de conquistar essa faixa de 22,4 milhões de novos consumidores está relacionado à segurança de informações.

São muitas as práticas que o lojista pode realizar para conferir segurança ao seu e-commerce, como, por exemplo, fazer uso de uma plataforma com cadeado de segurança SSL (que impede o extravio de informações) e uma criptografia de dados capaz de mantê-los em sigilo.

No entanto, essas providências são claras apenas para o lojista. É preciso oferecer garantias mais “palpáveis” para convencer o e-consumidor de primeira viagem.

Nesse contexto as empresas de auditoria e monitoramento ganham importância.

  • 70% dos internautas compram somente se a loja virtual apresentar algum selo de segurança” (Fonte: Pesquisa de Crimes Virtuais – IBM)

Novas práticas de invasão e quebra de sigilo de informações surgem diariamente. Esse tipo de empresa, que fornece o selo de segurança, é responsável por identificar essas práticas, bem como monitorar o e-commerce 24 horas por dia, buscando por qualquer abertura que a plataforma utilizada ofereça em termos de invasão do sistema.

Embora a grande maioria dos e-consumidores não saiba disso, o simples fato de o selo de segurança estar presente no rodapé da loja virtual gera credibilidade ao e-commerce.

  • A exibição de um selo de segurança nas páginas de comércio eletrônico aumenta as vendas entre 12% e 15% (Fonte: Pesquisa Perfil da Internet Brasileira – Site Blindado)

Tendo em vista a relevância do selo de segurança como argumento de conquista de e-consumidores, é essencial para a loja virtual que obtenha a certificação, garantindo aos compradores 100% de segurança de seus dados.

Embora muito importante, esse é apenas um dos procedimentos que devem ser tomados para convencer o consumidor que enxerga com desconfiança o comércio eletrônico.

A proteção contra invasões deve ser amparada por uma série de procedimentos que gerem empatia do consumidor, tais como um bom layout, depoimentos de pessoas que já compraram na loja, bem como um canal eficiente de comunicação empresa-cliente. Isso mostra que estão sendo vendidos produtos reais por pessoas reais.


Fonte: E-Commerce News

Manlec aumenta em 102% suas vendas pela internet em 2010

Por Eduardo Oliveira | Cases, Clientes, e-commerce, Notícias | em 10-02-2011

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A Manlec, uma das redes mais tradicionais do RS, fechou o ano de 2010 com um aumento de mais de 102% de vendas online, em relação ao mesmo período do ano anterior.

A loja desenvolvida pela F1 Soluções, esta no ar a mais de 2 anos, dobrou o número de acessos no ano de 2010. A Projeção para 2011 é que este aumento seja ainda maior, a empresa esta investido em novas funcionalidades para facilitar ainda mais a navegação de seus clientes.

Fomos a primeira rede do varejo no estado a trabalhar na web, a décima segunda a vender pela internet no Brasil e desde que iniciamos a parceria com a F1 Soluções só crescemos. Hoje nosso site é rápido, prático, dinâmico e atualizado, pois a F1 está sempre trazendo novas idéias e aplicações para facilitar a utilização do site, e melhorar nossos resultados” conta Paulo Roberto Pavani, supervisor comercial da rede de lojas Manlec.


www.manlec.com.br