Segurança como força de vendas

Muitos internautas brasileiros ainda não compram em lojas virtuais por medo de terem seus dados extraviados ou de não receberem o produto. Portanto, é imprescindível não só para a conquista de clientes, mas também para o crescimento do comércio eletrônico nacional, que os lojistas ofereçam...

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CDL Porto Alegre vai de e-Commerce F1-Soluções no Liquida Porto Alegre

Por Eduardo Oliveira | Cases, Clientes, e-commerce, Geral, Mercado, Notícias | em 08-02-2011

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Para comemorar os 15 anos do Liquida Porto Alegre, evento promocional que ocorre no mês de fevereiro na capital gaúcha, promovido pela CDL/POA, este ano a inovação fica por conta do portal de e-commerce desenvolvido pela F1 Soluções.

O projeto que iniciou no final do primeiro semestre de 2010, tinha como desafio o desenvolvimento de um portal que reunisse em um único local as ofertas dos mais de 4.200 associados da entidade e ainda utilizar o comércio eletrônico como canal para o esperado aumento das vendas.

A união do conhecimento em varejo pela CDL/POA e a experiência em desenvolvimento de lojas virtuais pela F1 Soluções, são os principais fatores para o sucesso do evento. Já no primeiro dia o Portal teve mais de 19.000 acessos, totalizando mais de 160.000 paginas visualizadas.

A CDL/POA espera para a edição de 2011 um crescimento de 8% a 10% no volume de vendas em comparação com o evento realizado em 2010, podendo obter um faturamento de R$ 900 milhões.


Acesse www.liquidaportoalegre.com.br e boas compras!


Para saber mais sobre o Liquida Porto Alegre 2011:

 

Feliz Natal e que venha 2011!!

Por Eduardo Oliveira | Geral | em 23-12-2010

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Pequenas empresas abrem lojas virtuais para aumentar os lucros

Por Eduardo Oliveira | Geral | em 06-12-2010

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Comércio virtual. Pequenas empresas investem cada vez mais nos negócios pela internet. E, com a chegada do fim de ano, elas se preparam para dobrar o faturamento com as vendas online.

A empresária Mariana Medeiros montou uma loja virtual há um ano e meio. Ela vende roupas multimarcas para homens, mulheres e crianças. E, com a chegada do Natal, está animada com as vendas.

“Nós quintuplicamos o faturamento do começo do ano pra cá e devemos ainda triplicar pro Natal”, conta Mariana Medeiros.

Para montar a loja virtual, a empresária investiu cerca de R$ 700 mil. O capital foi usado na contratação de uma empresa terceirizada que desenvolve o sistema de e-commerce e na compra do estoque de produtos.

O conteúdo do site é produzido na empresa. Nela, trabalham 10 funcionários. Cada peça é medida, catalogada e fotografada. Só depois a roupa fica disponível para a venda no site.

“O cliente que está fazendo a compra em casa, embora ele não possa tocar nas peças, tem a segurança de poder conferir se o tamanho do ombro, do busto dele confere com aquela peça e comprar sem medo”, explica a empresária.

Uma editora de moda dá dicas para o internauta da loja virtual. Uma maneira de conquistar mais consumidores e aumentar as vendas.

“A gente tem sugestões de look já montados para trabalho, para festas, para ocasiões, enfim, sugestões já prontas. E também a gente dá conselho do que é melhor para cada tipo de corpo, para cada ocasião, como se fosse uma amiga que está junto no provador da loja”, esclarece a editora de moda Juliana Franco.

Hoje, a empresa tem dois mil itens em estoque para pronta entrega. Os preços variam de R$ 50, uma blusa básica, a R$ 2 mil, um casaco mais sofisticado.

A empresária Mariana Medeiros atende, em média, a 20 pedidos por dia e fatura mais de R$ 200 mil por mês. Em cada peça, a margem de lucro é de 40%. A entrega dos produtos é feita pelos Correios em todo o país e, em São Paulo, por um motoboy.

Taiza Krueder é cliente de Mariana Medeiros há um ano. Ela faz compras pela internet pelo menos uma vez por semana.“Mulher é superconsumidora, aí você entra ali, você dá uma namorada, se gosta ou não. E, logicamente, se for do teu agrado, acaba comprando”, diz a cliente.

“Eu acredito que o comércio eletrônico é a grande tendência. Ele não explodiu ainda no Brasil. É um mercado que tende a crescer, pela facilidade, pela praticidade, pelo conforto e pela segurança também”, afirma Mariana Medeiros.

E o empresário Luis Sampaio apostou em uma loja especializada em artigos esportivos para corredores. Há quase um ano, o empresário investiu R$ 900 mil no aluguel do ponto, reforma do espaço e estoque de mercadorias. São mais de 1,5 mil itens, que podem ser comprados na loja e também pela internet.

“Para alavancar o faturamento das vendas na loja virtual, mesmo que o céu é o limite, a gente atinge o país inteiro e, quem sabe mais pra frente, até o mundo inteiro”, declara o empresário.

Para criar a loja virtual, Luis Sampaio investiu R$ 250 mil no sistema operacional e na contratação de funcionários. O site da empresa é repleto de fotos e informações sobre cada produto.

Investir em uma loja virtual requer alguns cuidados. É preciso oferecer um site de fácil visualização, seguro e estar sempre atento ao estoque. Assim como na loja física, o consumidor que compra pela internet busca variedade e, neste negócio, é fundamental entregar o produto para o cliente no prazo estabelecido.

Hoje, a loja virtual tem mais de 8 mil clientes cadastrados e faz, em média, 20 vendas por dia. E os negócios feitos pela internet representam um faturamento de R$ 220 mil por mês, 50% a mais que na loja física. Para abrir uma loja pela internet, o investimento mínimo é de R$ 50 mil.

Roberto Dias Stanganelli é cliente da loja física há quase um ano, mas também não abre mão da comodidade oferecida pela internet. “Acho uma praticidade, é bem mais rápido e bem mais fácil. Acho que é uma boa alternativa”, opina o cliente.

Segundo a Associação Comercial de São Paulo, o comércio virtual deve movimentar, até o final do ano, R$ 15,5 bilhões. E 30% desse total são representados pelas micro e pequenas empresas.

“As empresas investem cada vez mais em fluxos, em usabilidade, para fazer com que esse cliente tenha uma experiência de compra mais acertada possível, mais rápida, simples e fácil de ser realizada. Isso é um dos grandes fatores que fazem com que a taxa de crescimento dos pequenos lojistas da internet seja em torno de 75% ao ano ou mais”, informa o consultor Igor Senra.


Fonte: PEGN

Falta de planejamento leva lojas virtuais ao fracasso

Por Eduardo Oliveira | Geral | em 01-12-2010

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O empresário brasileiro ainda não está acostumado a planejar. E isso no mundo virtual tem se revelado um erro crucial, especialmente para as micro e pequenas empresas. Dados de entidades que acompanham o setor revelam que cerca de 60% das lojas abertas na internet não duram mais do que 12 meses.

Isso acontece, principalmente, porque os microempresários lançam as suas operações virtuais sem conhecer as peculiaridades desse segmento e sem uma estratégia que atenda às expectativas desse perfil de cliente. “É um padrão de comportamento similar ao do mundo real. As empresas de menor porte entram despreparadas no mercado eletrônico e acabam sucumbindo”, lamenta Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit, empresa de informações de comércio eletrônico.

Estima-se que existam pelo menos 60 mil micro e pequenas no e-commerce brasileiro, sendo 5 mil formalmente estabelecidas. Elas faturam R$ 2 bilhões, do total de R$ 10,8 bilhões movimentados no ano passado. A briga é contra gigantes. Há uma concentração dos grandes grupos no País na web, com 50 empresas abocanhando 90% do faturamento geral.

“Quando abre uma loja no seu bairro, o empresário pelo menos tem alguma noção do que as pessoas esperam. Já na internet é tudo maior e qualquer estratégia errada de preço ou posicionamento pode ser fatal”, observa o diretor-executivo da Câmara e-net, Gerson Rolim.

Além disso, dependendo do perfil da operação convencional que possui, o microempresário não está acostumado a se preocupar com questões como marketing, logística confiável e formas de pagamento, estratégias que não podem faltar no mundo online. Se uma loja virtual não oferece, por exemplo, a opção de pagamento através do cartão de crédito, perde praticamente 80% dos consumidores, já que esta é a modalidade mais usada pelos usuários.

Antes de começar uma operação online, é preciso montar um plano de negócios. A partir desse estudo, o gestor vai investigar e entender previamente o mercado no qual vai atuar, onde encontrará o seu público, o produto que irá vender e os investimentos necessários. “Comércio eletrônico não é videogame. É uma iniciativa empresarial que exige investimentos e muita atenção”, alerta o consultor em e-commerce do Curso de E-Commerce, Alberto Valle, acrescentando que uma loja virtual não se vende e não se administra sozinha.

Uma loja virtual de pequeno porte pode ser montada com investimentos a partir de R$ 10 mil, o que atende às necessidades iniciais de tecnologia, com a escolha de uma plataforma para a venda de produtos e ações iniciais de divulgação.

Já quando o assunto é o posicionamento de mercado, uma dica é tentar fugir dos nichos atendidos pelos gigantes do e-commerce brasileiro, como Submarino, Lojas Americanas e Casas Bahia. Segundo Alberto Valle, “É importante escolher um nicho. Se a idéia é vender livros, então se especialize em livros esotéricos ou de fotografia”, exemplifica. Isso é importante porque as lojas de menor porte não conseguem competir com as grandes no frete oferecido.

Principais erros cometidos

1 – Falta de planejamento: Muitos empreendedores subestimam a complexidade do comércio eletrônico. Isso se reflete em um aumento de custos operacionais com redução de margens de lucro e consequente perda de competitividade.

2 – Falta de foco: É muito comum abrir uma loja virtual para vender de tudo. Isso não funciona para o pequeno e médio empresário. A tendência do mercado virtual é cada vez mais se concentrar em nichos de mercado e conseguir excelência nesses segmentos. A competição com as grandes redes é inviável.

3 – Improviso na modelagem do negócio: Ótimos projetos de e-commerce podem fracassar em função da escolha errada da plataforma. Outro erro é optar por uma solução improvisada de serviço de otimização para ferramentas de busca.

4 – Mão de obra não qualificada: Gerenciar uma loja virtual requer mais que conhecimento sobre navegação na internet. O gerenciamento e a manutenção de uma loja virtual exigem conhecimento em diversas áreas como marketing digital, otimização para ferramentas de busca e monitoramento de tráfego.

5 – Divulgação ineficiente: Boa colocação em ferramentas de busca, anúncios em sites de comparação de preços e presença atuante nas redes sociais são hoje em dia instrumentos decisivos para o sucesso de um negócio virtual.

6 – Fraudes nos pagamentos online: Uma boa estrutura nas formas de pagamento online, principalmente no caso de cartões de crédito, é indispensável para qualquer lojista virtual.

7 – Falta de monitoramento: Toda loja virtual precisa ter seus dados constantemente monitorados para que a administração possa saber o que realmente está acontecendo no negócio.


Fonte: Jornal do Comércio de Porto Alegre

Dez dicas para não errar ao comprar pela internet

Por Eduardo Oliveira | Geral | em 24-11-2010

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1) É Natal? Compre com antecedência e escolha bem para evitar trocas, pois o procedimento pode ser burocrático e demorado;

2) Desconfie de produtos com preços excessivamente abaixo da média;

3) Guarde e-mails emitidos pelas lojas, comprovantes de pagamento, notas fiscais ou qualquer outro documento ou comunicado referente às suas compras;

4) Confira opiniões de pessoas que já usaram o serviço da loja que você se interessou. Em sites como ‘Reclame Aqui’, ‘Buscapé’, ‘Bondfaro’ e ‘e-bit’ você encontra avaliações de clientes;

5) Verifique se a loja on-line informa CNPJ, telefone e endereço. É uma segurança caso você precise obter informações ou mesmo reclamar depois da compra;

6) Procure pelo cadeado de segurança na barra de endereços. Esse símbolo indica o uso de um importante recurso para transações mais seguras;

7) Pesquise sobre a qualidade e a idoneidade da loja. Em muitos casos, no próprio site da loja é possível consultar as queixas registradas e as respostas que as empresas dão a elas;

8) Tenha cuidado com e-mails e sites falsos que podem direcionar para arquivos com vírus;

9) Evite fazer compras a partir de computadores públicos — de uma lan house, por exemplo;

10) Cuide da segurança do seu computador. Mantenha o sistema operacional e antivírus atualizados;


Fonte: Isto é Dinheiro

Planeje bem suas compras de Natal pela internet

Por Eduardo Oliveira | Geral | em 24-11-2010

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Há vários motivos para fazer compras pela internet: não é preciso enfrentar o trânsito ou vendedores insistentes, nem mesmo filas no caixa. Além disso, a compra pode ser feita em qualquer horário e é possível pesquisar pelo melhor preço rapidamente. Não é à toa que o comércio eletrônico brasileiro deve viver seu melhor momento no Natal de 2010.

De acordo com dados levantados pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, a previsão é de faturamento de R$ 2,2 bilhões durante o período de 15 de novembro a 24 de dezembro. Isso corresponde a um aumento de 40% em relação ao ano anterior, quando o resultado chegou a R$ 1,6 bilhão no mesmo período.

O número de consumidores eletrônicos também deve crescer, passando de 17 milhões em 2009 para 23 milhões em 2010, segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net).

No Natal de 2010, os produtos mais vendidos devem repetir 2009: livros, CDs e DVDs. Os especialistas apostam, no entanto, em produtos de beleza como a novidade da temporada em termos de crescimento de vendas virtuais. Mas a vedete deste Natal será, sem dúvida, dizem eles, o produto eletrônico. “O dólar barato vai determinar a escolha de um produto mais caro em vez de uma lembrancinha”, diz Manuel Matos, presidente da camara-e.net.

Tem de tudo no espaço virtual. As opções de presentes de Natal passam de um milhão de itens. E o melhor: o preço chega a ser entre 15% e 25% mais barato do que nas lojas convencionais de uma mesma empresa. Além disso, há também a facilidade de buscadores que pesquisam e comparam os preços com rapidez e agilidade, uma forma de garantir ao consumidor a melhor opção.

Uma razão em especial atrai o varejista comum para o mundo virtual. O tíquete médio do setor deve girar em torno de R$ 370 este ano, contra R$ 50 do comércio tradicional. Dessa forma, os varejistas eletrônicos estão preparando seus estoques para atender o crescimento da demanda que ocorre nesta época do ano.

“Nas três semanas que antecedem o Natal, o e-varejo vende o volume equivalente a oito semanas comuns”, explica Matos. Por isso antecipar as compras em um período aquecido do mercado é mais do que necessário. “Recomendamos que os e-consumidores planejem suas compras antecipadamente. Dessa forma, não correm o risco de enfrentar uma surpresa desagradável”, afirma Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit.

Dá para comprar quase tudo pela internet, garante Umberti. Mas quanto mais customizado o produto, maior a chance de erro. É o caso de roupas, por exemplo. “Não dá para experimentar fisicamente, mas os lojistas estão criando sistemas que se aproximam do real”, explica.

Umberti afirma que os problemas com compras feitas pela internet são pequenos em termos percentuais na comparação com o volume negociado. O problema é que, se certos cuidados não forem tomados, a aquisição de produtos ou serviços pela internet pode resultar em enormes transtornos, sendo os principais deles atrasos na entrega, recebimento de mercadoria errada e falta de produtos para troca.

Como um alento, o consumidor deve saber que as relações de consumo no âmbito da internet também obedecem às normas do Código de Defesa do Consumidor. Entretanto, a aplicação da lei brasileira às contratações em sites estrangeiros é controvertida. Portanto, atenção redobrada quando a compra for feita em sites de empresas que estão baseadas em outros países.

“Um levantamento mostra que 85% dos consumidores já acreditam que comprar pela internet é seguro”, conta Umberti. Então, cerque-se de cuidados e boas compras.

Fonte: Isto é Dinheiro

Estudo diz que WI-FI é prejudicial as árvores

Por Eduardo Oliveira | Geral, Pela web | em 22-11-2010

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Estudo realizado por um grupo de instituições holandesas  indicou a relação entre as redes Wi-Fi e a deteorização de plantas nas grandes cidades , isto tudo por causa da radiação das redes.

A pesquisa que foi encomendada pelo município de Alphen aan den Rijn  foi conduzida pela Universidadde de Wageningen. Queriam  descobrir  se o número crescente de fontes de radiação eletromagnética, por exemplo antenas, pode de alguma forma deteriorar a saúde das plantas.

Assim, o estudo concluiu que a radiação das redes é sim prejudicial às árvores, podendo  causar variações importantes no crescimento como também sangramentos e fissuras na casca.

Nos meios urbanos já haviam sido notados problemas no crescimento e desenvolvimento das plantas. Nos últimos anos as plantas surgiram com problemas como rachaduras, inchaços, mudança nas cores e algumas formas de necrose. Após descartada a hipótese  de fenômenos naturais iniciou-se a pesquisa para descobrir o real motivo dos acontecimentos.

Para a pesquisa, foram selecionadas amostras de plantas que sofreram por mais de três meses seis fontes de radiação, com frequências  que variaram de 2412-2472 MHz e uma potência de 100 mW EIRP, estas, localizadas apenas 50 cm de distância.

Depois de alguns meses, as folhas das plantas que estavam frente a fonte de radiação mostraram uma descoloração que parece resultado do desaparecimento das células da camada externa das folhas, tinha uma aparência brilhante metalizada.

Os pesquisadores, após a pesquisa, e perceberem os efeitos da radiação nas plantas, declararam que é preciso realizar mais estudos para confirmar os estudos e assim, estabelecer as consequências  dos efeitos em um período mais longo

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Fonte:  Oficina da Net

Exemplos diretamente da AMAZON.com

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Geral, Pela web | em 17-11-2010

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A Amazon.com nos oferece muitos exemplos positivos, mas com certeza também existem exemplos negativos, entretanto neste artigo vocês apenas encontrarão os exemplos positivos.

Produto

O produto é a estrela da loja virtual e, muitas vezes, mesmo os grandes do mercado brasileiro falham feio em informações técnicas e detalhes sobre os produtos. Recentemente estava pesquisando um navegador GPS e todas as grandes lojas nacionais informavam: mais de 1000 cidades brasileiras.

Como assim mais de 1000 cidades brasileiras? A cidade que eu quero tem ou não tem nesse navegador GPS?

Não quer colocar as mais de 1000 cidades da descrição do produto, tudo bem, mas faça um hot site ou um link para o site do fabricante onde conseguimos essa informação precisa, e foi lá mesmo o único lugar em que consegui a listagem das cidades, mas NENHUMA loja virtual me ofereceu essa informação importantíssima sobre o produto.

A amazon.com disponibiliza muito texto explicativo sobre o produto e principalmente especificações técnicas completas, também oferece muitas fotos de vários ângulos, vídeo sobre o produto e resenhas feitas pelos próprios consumidores internautas.

Resenhas/Opiniões

Você não precisa acreditar no texto oferecido pelo fabricante sobre o produto, você também consegue obter mais informações importantes sobre o produto pesquisado, informações estas que os próprios internautas criaram para você. Opiniões de quem usa o produto e não informações criadas pelo departamento de marketing do fabricante. Estas resenhas ainda são alinhadas por relevância, você vota se ela foi útil para você e as mais bem cotadas aparecem nas primeiras posições.

Windowshop.com

Este site da Amazon.com tenta eliminar a desvantagem que uma loja virtual tem para a física, ele oferece “novas sensações” para os usuários, mostrando, de forma simples e clara, livros, músicas, games e filmes.

Com apenas uma mão e sem o mouse, é possível você ficar horas navegando e “sentindo” os produtos selecionados da semana. Basta localizar o produto com a seta do teclado, e a música começa a tocar ou o vídeo trailer começa a ser exibido, e quando encontrar o que deseja, basta clicar em BUY e então rapidamente você entra na loja virtual tradicional para finalizar a compra.

Blog

No endereço www.amazon.com/gp/daily você encontra informações e novidades relacionadas aos produtos oferecidos na loja virtual.

Tecnologia

O “celular” HTC G1 é o primeiro aparelho a usar o Sistema Operacional Android do Google e já vem com uma loja virtual de MP3 da Amazon.com, oferecendo, com um único clique, compras para mais de 6 milhões de músicas através da parceria com quatro grandes gravadoras.

Tags

Todo internauta pode colocar TAGS nos produtos, facilitando para os próximos identificarem com mais precisão exatamente o que desejam. Num mar de milhões de produtos, estas TAGS ajudam muito.

Recorde de Vendas

De acordo com um comunicado da própria amazon.com, no dia 10 de dezembro de 2007, ela teve seu melhor dia de vendas do ano, recebeu encomendas para mais de 5,4 milhões de produtos, ou 62,5 itens por segundo. Também informaram que venderam 17 videogames Wii da Nintendo por segundo, enquanto tinham o aparelho em estoque.

Riqueza

Depois dos diferenciais acima, já sabemos por que Jeff Bezos, o fundador da Amazon.com, é o 33º homem mais rico do mundo, com uma fortuna avaliada em US$8,7 bilhões. Se você achou pouco, saiba que Steve Jobs da Apple, é o 61º com US$5,7 bilhões.

Se você tem mais experiências positivas e diferenciadas com a Amazon.com, eu quero saber. Por favor, comente este artigo para enriquecer mais estas informações para todos nós.


Fonte: E-Commerce News

E-commerce supera vendas em shoppings da Grande SP

Por Eduardo Oliveira | Geral | em 27-09-2010

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“Compras feitas pela internet já representam um faturamento maior que o obtido nos shopping centers da Grande São Paulo, de acordo com uma pesquisa divulgada hoje em São Paulo, durante o 2º Congresso de Crimes Eletrônicos e Formas de Prevenção.

De janeiro a julho deste ano, o comércio eletrônico faturou R$ 7,8 bilhões, um valor maior que os R$ 7,2 bilhões movimentados nos shopping centers da Grande São Paulo, de acordo com o estudo da Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) feito em parceria com a E-Bit.

O crescimento do e-commerce foi de 41,2% em relação ao mesmo período de 2009. No total, todo o varejo da Grande São Paulo representou um faturamento de R$ 55,62 bilhões no período. Por conta do crescimento do e-commerce, a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), feita mensalmente desde 1970 pela Fecomercio, passa agora a acompanhar também o comércio eletrônico, que será denominado “e-PCCV”.

A Fecomercio estima que as vendas pela internet cresçam a uma ordem de 25% ao ano. Segundo a entidade, se isso ocorrer, em dois anos as vendas online podem vir a superar as vendas de lojas de departamentos e de móveis e decoração. As vendas online hoje ocupam a nona posição no total do varejo e, com o crescimento, podem ocupar a sétima posição em breve.”

Fonte: Terra (http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201009271744_RED_79300460)

Extranet Empório Body Store

Por Rita de Cássia | Geral | em 25-01-2010

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Loja do Praia de Belas

Loja do Praia de Belas

Fechamos contrato para desenvolvimento da Extranet da Empresa Empório Body Store. Este projeto visa criar um conjunto de ferramentas web com a finalidade de auxiliar o processo de relacionamento e acompanhamento das atividades dos franqueados.

A Empório Body Store é um empresa gaucha, que atua desde 1997 no mercado de perfumaria, com mais 200 produtos, todos eles 100% naturais de origem vegetal. Hoje a Empório Body Store tem mais de 20 lojas distribuídas não só no Estado do Rio Grande do sul como em outras cidades no Brasil.

Nesta primeira fase será desenvolvido ferramentas para gerenciador de tarefas e ações, gerenciador eletrônico de Documentos (GED), sistema para controle de metas e premiações.