F1 Soluções desenvolve o novo website da Moving

Novo site da Moving A F1 Soluções desenvolveu o novo website da empresa Moving que atua na gestão de serviços de estacionamento. O site entrou no ar no dia quatro de janeiro de 2010. A Moving, empresa gaucha do grupo NI* Investimentos, gere 58 áreas de estacionamento  em Porto Alegre e região...

Leia Mais

Siga-nos no twitter!!

F1 Soluções, deseja aos seus amigos e parceiros um ótimo Natal e um Feliz 2012!

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias, Tecnologia | em 24-12-2011

0

Vaga: Estágio Desenvolvedor de Interfaces WEB (Front-end/HTML)

Por Eduardo Oliveira | e-commerce, Mercado, Notícias, Oportunidades | em 22-11-2011

0

Contratação: Estágio de 30 horas semanais (horário a combinar)

Bolsa-auxílio: A combinar

Benefícios: Alimentação, Transporte

Atividades:
- Montagem de interfaces em HTML para lojas virtuais a partir de layouts em PSD/PNG.

Requisitos obrigatórios:
- Capacidade de trabalho em equipe
- Vontade de aprender
- Capacidade de concentração e foco na resolução de tarefas
- Criatividade
- Disposição para enfrentar e implementar a criatividade de designers
- Superior em curso (independente do semestre) ou curso técnico ligado a área

Consideramos diferenciais durante a seleção:
- Capacidade de desenvolvimento HTML sem a utilização de software WYSIWYG
- Noções de CSS
- Conhecimento de software de corte e edição de imagens (Photoshop/Fireworks)
- Noções de Javascript
- Conhecimento metodologia Tableless
- Noções dos padrões W3C de desenvolvimento HTML

Possibilidade de efetivação ao final do estágio: SIM

Interessados favor enviar currículo para equipe@f1solucoes.com.br informando no assunto do e-mail: Estágio – Desenvolvedor Intefaces

Vaga: Estágio Desenvolvedor PHP (Back-end)

Por Eduardo Oliveira | e-commerce, Mercado, Notícias, Oportunidades, Tecnologia | em 22-11-2011

0

Contratação: Estágio de 30 horas semanais (horário a combinar)

Bolsa-auxílio: A combinar

Benefícios: Alimentação, Transporte

Atividades:
- Desenvolvimento de sistemas em PHP
- Manutenção e desenvolvimento de novas funcionalidades para o produto de e-commerce oferecido pela empresa

Requisitos obrigatórios:
- Capacidade de trabalho em equipe
- Vontade de aprender
- Capacidade de concentração e foco na resolução de tarefas
- Criatividade
- Superior em curso (independente do semestre) ou curso técnico ligado a área

Consideramos diferenciais durante a seleção:
- Noções de Frameworks PHP
- Noções em HTML
- Noções em Javascript
- Noções em Orientação a Objetos e padrões de projeto
- Noções em SQL (MySQL)

Possibilidade de efetivação ao final do estágio: SIM

Interessados favor enviar currículo para equipe@f1solucoes.com.br informando no assunto do e-mail: Estágio – Desenvolvedor PHP

Vaga: Estágio Suporte

Por Eduardo Oliveira | e-commerce, Mercado, Notícias, Oportunidades | em 22-11-2011

0

Contratação: Estágio de 30 horas semanais (horário a combinar)

Bolsa-auxílio: A combinar

Benefícios: Alimentação, Transporte

Atividades:
- Prestar auxílio à clientes durante o uso e implantação da loja virtual
- Atuar com atendimento telefônico
- Montagem de manuais
- Avaliação preliminar de chamados

Requisitos obrigatórios:
- Conhecimentos em informática básica (Word/Excel)
- Capacidade de trabalho em equipe
- Vontade de aprender
- Capacidade de concentração e foco na resolução de tarefas
- Boa comunicação escrita e fala
- Facilidade no entendimento de problemas
- Superior em curso (independente do semestre) ou curso técnico ligado a área

Consideramos diferenciais durante a seleção:
- Experiência no contato com clientes através de telefone e e-mail
- Capacidade de organização
- Capacidade de reconhecer e interpretar erros de software

Possibilidade de efetivação ao final do estágio: SIM

Interessados favor enviar currículo para equipe@f1solucoes.com.br informando no assunto do e-mail: Estágio – Suporte

Projeto propõe regulação do comércio eletrônico

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 09-08-2011

0

O Senador Humberto Costa (PT/PE) apresentou, em 02/08, o PLS 439/2011, que altera o Código de Defesa do Consumidor, para criar mecanismos de proteção ao consumidor no âmbito do comércio eletrônico.

O projeto garante aos consumidores o direito de não receber ofertas por meio eletrônico e telefone, caso não tenham solicitado. Também estabelece alguns aspectos que devem ser informados ao consumidor nas ofertas efetuadas por meio eletrônico, tais como: nome do fabricante, CNPJ, endereços geográficos e eletrônicos, prazos para entrega dos produtos ou serviços, preço total dos produtos ou serviços, despesas de entrega, formas de pagamento, prazos para devolução e demais regras e condições da oferta.

Ainda fica estabelecido que o consumidor cobrado em quantia indevida tem direito ao recebimento do valor cobrado independente de pagamento ou de repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais. A decisão definitiva e líquida favorável ao consumidor a respeito da cobrança indevida exarada por órgão de defesa do consumidor consistirá em título executivo.

Ademais, garante ao consumidor o direito de desistir do contrato no prazo de sete dias a contar do ato de recebimento do produto ou serviço, ou na ausência do recebimento, caso a contratação tenha sido efetuada por meio eletrônico, telefônico, postal ou por qualquer modalidade a distância.

Por fim, o projeto estabelece que o juiz poderá: em sede de antecipação de tutela, determinar que administradoras de cartão de crédito e instituições financeiras descontem o valor devido pelo fornecedor de seus créditos a receber e creditem ao consumidor o valor correspondente; e determinar o bloqueio do domínio da página eletrônica ao órgão de registro responsável pelos endereços na rede mundial de computadores (internet).

A proposta foi encaminhada, primeiramente, ao exame da Comissão de Ciência, Tecnologia (CCT). Deverá seguir, posteriormente, à Comissão de Meio Ambiente e Defesa do Consumidor (CMA), em decisão terminativa, ou seja, dispensada a anuência do Plenário salvo recurso em contrário. O prazo para apresentação de emendas perante a primeira Comissão está aberto e estende-se até o dia 10/08/2011.

Fonte: CNF

Vantagens do Comércio Eletrônico para micro e pequenas empresas

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 08-08-2011

Tags:, , , ,

0

Seminário voltado para micro e pequenos empresários mostra vantagens das lojas virtuais para o negócio

 

Lojas virtuais. A beleza desse tipo de negócio é que uma vez que tenha sido feita a configuração inicial, criado o produto e organizado seu site, ele só precisa de um atendimento eficaz que pode ser feito em qualquer lugar. Para falar das novidades do e-commerce, a Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico realiza durante todo o dia de hoje o Ciclo-MPE.net, seminário que visa a capacitação dos micro e pequenos empresários para a economia digital e as formas mais efetivas de participação no universo do comércio eletrônico.

A partir da exposição de empresas líderes da economia digital no Brasil, os pequenos e micro empresários de Natal e municípios vizinhos poderão saber mais sobre temas relevantes como soluções de pagamento on-line, logística, segurança, infraestrutura tecnológica e exportação. O evento é a porta para o desenvolvimento no estado de um setor que tende a evoluir ainda mais nos próximos anos.

Uma pesquisa da e-bit mostrou que o comércio eletrônico no Brasil deverá faturar cerca de R$ 2,2 bilhões entre 15 de novembro e 24 de dezembro deste ano, ou seja, um aumento de 40% em relação ao ano passado. Enquanto isso, o comércio tradicional estima um aumento de 10% nas vendas. “Talvez isso aconteça porque o comércio eletrônico evita as lojas lotadas, filas sem fim e busca por vagas no estacionamento. Sem contar com a garantia de maior comodidade ao comprador, permitindo que ele faça suas compras sem sair de casa”, realça o coordenador do projeto Ciclo-MPE.net, Edílson Flausino.

“A questão da loja virtual ainda permanece como uma nebulosa na cabeça de muitos empresários, visto que a Internet ainda é um terreno desconhecido para muita gente”, afirma Flausino. “Só fazer um blog, ou um canal na internet, sem qualquer conhecimento ou planejamento é como abrir uma armadilha financeira, visto que não haverá retorno algum para o investidor, que perderá tempo e paciência”, completa.

No entanto, o grande crescimento do comércio eletrônico, criou uma concorrência bastante acirrada entre empresários virtuais, e para conseguir ter sucesso é necessário se destacar entre todos. Como todo o comércio, o investimento em publicidade e propaganda deve ser prioridade. Por sua vez, na internet, o investidor pode divulgar a sua marca em sites de comparação de preços, bem como sem grandes sites de busca, para que a sua marca e o seu produto sejam vistos pelo maior número de possíveis clientes.

“Temos que ir aonde o cliente está. Da mesma forma é na internet. Para atingirmos o nosso público alvo precisamos estar atentos aos sítios mais visitados e às formas de melhor nos relacionarmos com os clientes”, afirma Flausino. O Ciclo-MPE.net está em sua 8ª edição, e, desde 2003, busca consolidar sua atuação na formação dos empreendedores do comércio eletrônico.

No ano passado, quatro mil pessoas participaram dos seminários. Este ano, a expectativa de público é de aproximadamente seis mil pessoas em todo o Brasil.

 

Seis dicas para vender mais na Internet

O consultor Edilson Flausino dá seis dicas preciosas para que um pequeno ou micro empresário virtual seja bem sucedido com sua loja on-line.

1. Forneça informações claras sobre o produto
No processo de compra on-line, ter informações claras e suficientes do produto é de suma importância para fazer o cliente querer comprá-lo e vários desistem da compra por não conseguir achar respostas às perguntas mais simples: É compatível com o que já tenho? Como ele é? Quanto custa?

2. Uma boa descrição do produto é fundamental
A descrição deve ser clara o suficiente para criar a confiança que o consumidor necessita para decidir comprar. Não use termos que somente quem está acostumado com seu negócio entenderá. Utilize palavras que farão sentido ao público que procura o seu produto. Forneça detalhes que dê uma boa idéia do que ele está comprando.

3. Coloque imagens de qualidade do produto
Lembre-se que em uma loja virtual o cliente não pode pegá-lo, sendo assim as imagens devem, na medida do possível, suprir essa necessidade. Não use imagens apenas como decoração. A resolução deve ser boa o suficiente para mostrar os elementos relevantes do produto e sem distorção. Inclua imagens que mostram uma visão completa do produto.

4. Valores devem estar visíveis e claros
O preço deve ser exibido claramente, pois é uma das primeiras informações que o cliente procura. Não o faça ter trabalho para achá-lo. Se o cliente não encontrar rapidamente as informações sobre os custos, a impressão que ele tem é que algo existe para não se querer mostrar o preço. Além do preço, divulgue também taxas extras (impostos, taxa de entrega) que podem existir e descontos quando for o caso.

5. Passe credibilidade, identifique sua loja
Coloque endereço e outras formas de contato além do e-mail. Disponibilize, de forma clara, as políticas de pagamento, entrega, garantias e trocas. O fechamento de uma compra na loja virtual depende muito da confiança que o cliente adquire na empresa. Os consumidores vão procurar por informações para saber se ela existe e que é confiável, facilite este acesso.

6. O segredo da sedução é o conteúdo
Priorize a usabilidade e acessibilidade em todas as páginas do site de modo a fazer um portal objetivo e atraente ao mesmo tempo. Crie um layout pensando em todas as dúvidas que o cliente poderia ter, desde a procura do produto, escolha até a finalização da compra. Uma boa experiência de navegação é o site responder a todas as dúvidas do cliente de forma passiva, onde ele mesmo consiga encontrar essas respostas de forma fácil e prática.

 

Fonte: Diário de Natal – RN (Economia, 02.08)

Venha visitar nosso stand na BITS South America 2011!

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 10-05-2011

3

Bits 2011 - Um evento CEBIT no Brasil


A F1 Soluções tem o prazer de convidá-lo para visitar nosso estande na Feira BITS – Business IT South America, que será realizada de 10 a 12 de maio,
no Centro de Eventos FIERGS, localizado na Av. Assis Brasil, 8787 – Bairro Sarandi – Porto Alegre, das 10hs às 20hs, na ocasião você poderá conhecer todos os nossos produtos
e serviços, além de inteirar-se das novas tendências tecnológicas do mercado.


Sobre a BITS 2011

Como principal evento no mercado mundial da indústria de TIC, a CeBIT traz ao Brasil o evento BITS Business IT South America, pela 1ª vez na América Latina, o evento contará com a participação de empresas internacionais expondo os seus produtos e serviços para um público Business to Busines (B2B).

Informações sobre o programa da BITS no: www.bitsouthamerica.com.br

Aguardamos sua visita!

Comércio eletrônico já representa mais de 33% dos negócios no varejo

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 29-04-2011

1

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nesta terça-feira, 19/04, os resultados da 13ª pesquisa Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, realizada com 470 empresas, nacionais e multinacionais, de diversos segmentos e com atuação em diversos níveis no ambiente digital.

 

O estudo concluiu que o comércio eletrônico já representa 65,25% das transações B2B e 33,02% dos negócios feitos com o consumidor no Brasil. Com estes percentuais, a pesquisa aponta que o comércio eletrônico vem evoluindo no País e, mais que isso, a tendência é de crescimento, agora cauteloso em com foco no retorno efetivo dos investimentos.

 

De acordo com a pesquisa, ao longo de 2010 as empresas passaram a utilizar os meios eletrônicos de modo mais efetivo e alinhado aos seus processos de negócios. Na média, as empresas investiram 1,53% de sua receita líquida em comércio eletrônico. O percentual varia de acordo com o segmento: 0,48% na indústria, 1,44% no comércio e 2,21% na área de serviços.

 

Estes investimentos ainda são direcionados a aplicações básicas, como home page, email, troca eletrônica de dados, mas algumas utilizações inovadoras começam a surgir. Contribui para isso a evolução da estrutura pública de comunicações e o uso das redes sociais.

 

Em relação às utilizações, as empresas nacionais continuam utilizando o comércio eletrônico principalmente para os processos de relacionamento com os clientes, em processos de recebimento de pedidos, suporte a utilização e divulgação de informações. Na cadeia de suprimentos, a maior utilização ainda está na solicitação de suprimentos e envio de pagamentos.

 

Do lado dos negócios, o comércio eletrônico tem contribuído na criação de novas oportunidades de negócios, na criação de estratégias competitivas mais efetivas, melhoria no relacionamento com os clientes e economia direta.

 

Os números da Fundação Getúlio Vargas comprovam que a guerra tributária travada nos Estados – a incidência do ICMS – que causa uma divergência entre os demais estados contra São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, fica cada vez mais estratégica para os cofres públicos como o é, hoje, o setor de Telecomunicações.

 

Fonte: ConvergÊncia Digital

Mais da metade dos e-consumidores estão na classe C

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 24-03-2011

1

O aumento do poder aquisitivo dos brasileiros da classe C nos últimos anos, formada por pessoas cuja renda familiar é de até R$ 3 mil, fez com que ela passasse a ter extrema relevância para o comércio eletrônico. Hoje, esse público representa 52% dos consumidores que compram pela web, de acordo com estudo da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Já as classes mais alta, com renda familiar de R$ 3 mil até R$ 5 mil e com rendimento mensal superior a R$ 5 mil, representam 24%.
O relatório revela que o tíquete médio das pessoas da classe C no e-commerce é de R$ 319. O Brasil encerrou o ano passado com 23 milhões de e-consumidores e o comércio eletrônico no país movimentou R$ 15 milhões, expansão de 40% na comparação com 2009. A cifra inclui apenas as vendas de produtos, não considera a comercialização de serviços.
“A classe C já se tornou muito importante para os resultados das empresas de comércio eletrônico. Tal fenômeno tende a se manter nos próximos anos”, avalia Alexandre Umberti, diretor de marketing, produtos e inteligência da e-bit.
Outro dado relevante mostrado pela pesquisa é a excessiva concentração do mercado de e-commerce no Brasil, já que somente o estado de São Paulo responde por 40% do faturamento do setor.


Fonte: TI Inside

Tiquete médio do e-commerce no brasil superou os R$ 370

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 23-03-2011

0

O comércio eletrônico brasileiro apresentou, em 2010, mais de 40 milhões de pedidos, divididos em uma base de aproximadamente 23 milhões de consumidores que gastaram, em média, R$ 373. Em 2009, o tíquete médio havia sido de R$ 335.

Desta forma, o e-commerce teve um desempenho acima do esperado. O faturamento do ano passado foi de R$ 14,8 bilhões nas lojas virtuais brasileiras, um crescimento nominal de 49% frente aos R$ 10,6 bilhões de 2009. A expectativa para o período era de R$ 14,5 bilhões.

“Em 2010, tivemos um alavancador que foi a Copa do Mundo, que deu impulso maior ao comércio eletrônico. Além do fator macroeconômico, com aumento do poder de compra”, afirmou o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (22) pela e-bit e a camara-e.net (Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico)

Motivos Além dos fatores já citados, o superaquecimento do setor no ano foi incentivado pela entrada de novos players e a consolidação de grandes grupos de varejo.

“As vendas no setor superaram nossas expectativas iniciais para o ano. Isso se deve à grande aceitação que esse tipo de comércio vem tendo por parte dos brasileiros, cada vez mais confiantes”, afirmou Guasti.

“Paralelamente a isso, percebemos que não estão apenas comprando mais, mas comprando produtos de maior valor agregado, como eletrodomésticos, informática, eletrônicos e telefonia, mais especificamente notebooks, desktops e televisores de tecnologia avançada”, afirmou o executivo.

Fonte: Yahoo