Falta de planejamento leva lojas virtuais ao fracasso

O empresário brasileiro ainda não está acostumado a planejar. E isso no mundo virtual tem se revelado um erro crucial, especialmente para as micro e pequenas empresas. Dados de entidades que acompanham o setor revelam que cerca de 60% das lojas abertas na internet não duram mais do que 12 meses. Isso...

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Vértice Books adquire Empório do Livro e espera crescimento de 50% com a aquisição

Por Eduardo Oliveira | Clientes, Mercado | em 18-03-2011

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A distribuidora Vértice Books, antes com foco na distribuição de livros técnicos para bibliotecas públicas e privadas e comércio eletrônico, ao adquirir a Empório do Livro — premiada como melhor distribuidora do ano de 2010, pela Associação Nacional de Livrarias — passa a atuar na distribuição para livrarias, nacionalmente, de obras gerais e técnicas, além de incorporar a atividades de editora.

A Vértice Books manterá as duas marcas de distribuidoras e o selo editorial Empório do Livro. Em 2010 a distribuidora Vértice Books registrou aumento de 77% em seu faturamento em relação a 2009 e já prevê para 2011, só com a aquisição da Empório do Livro, aumento de 50% no faturamento.

No segmento de bibliotecas, até agora com foco no público universitário, a nova empresa também deve levar seu trabalho para os acervos de instituições de ensino fundamental e médio.

Na produção editorial, a nova Vértice Books também pretende ampliar o gênero de obras do catálogo, já que a Empório do Livro até o momento vinha editando livros de arquitetura, poesia e literatura geral, passando a incluir livros universitários paradidáticos.

“Com a Empório do Livro vamos complementar linhas de negócios em que ainda não atuávamos. A sinergia das empresas nos permitirá melhorar a capacidade de atendimento e a estrutura de compras das editoras, otimizando as negociações”, declara Carlos Henrique de Carvalho Filho, diretor da Vértice Books, complementando que a empresa já analisa a possibilidade de novamente ampliar o negócio, desta vez na venda de livros, com a abertura de livrarias próprias.

As empresas

A Vértice Books foi constituída no final de 2004 por Carlos Henrique de Carvalho Filho, que em maio de 2010 vendeu a Revista dos Tribunais para o grupo ThomsonReuters, com o objetivo de distribuir os livros da Revista dos Tribunais e de outras editoras jurídicas. A partir de janeiro de 2007, ao observar a exigência do mercado pela ampliação da distribuição de livros de outras áreas alem da jurídica, passou operar com livros de diversos gêneros literários, profissionais e técnicos das melhores editoras do País e do exterior.

Há 14 anos no mercado, a Empório do Livro, fundada por Marta Elaine Blanco, que permanecerá na gestão da empresa, representa em torno de 400 editoras diante do comércio varejista de livros. Entre seus clientes estão as maiores redes de livrarias como Cultura, Saraiva e Siciliano e entre seus fornecedores encontra-se as maiores editoras como Companhia das Letras e as principais Editoras Universitárias. Tem aproximadamente 50.000 títulos disponíveis, sendo que, em média, são lançados pelas editoras clientes cerca de 400 novos títulos ao mês.


Brasil é o 13º no ranking do comércio eletrônico mundial

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado | em 18-03-2011

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O Brasil é o 13º país com o maior volume transacionado pela internet. Em 2009, o país movimentou US$ 8,7 bilhões, um aumento de 10,3% em relação a 2008. Se comparado a 2005, esse volume teve um crescimento de 254%, um dos maiores dentre os países pesquisados. As informações são do relatório sobre comércio eletrônico, divulgado pela everis, consultoria multinacional de negócios e tecnologia da informação, e que englobou dados de 41 países.

No ranking geral de vendas, o primeiro lugar é ocupado pelos Estados Unidos, com um movimento anual de US$ 134,9 bilhões, seguido pelo Japão, com US$ 51,2 bilhões, e pela China, com US$ 36,9 bilhões. Nas demais posições ficaram Alemanha (US$ 36 bi), França (US$ 28,4 bi), Reino Unido (US$ 28,1 bi), Itália (US$ 19,8 bi), Canadá (US$ 16,1 bi), Espanha (US$ 15,2) e Coreia do Sul (US$ 13,1 bi).

O relatório aponta ainda que em 2009, as vendas eletrônicas alcançaram, em todo o mundo, a marca de US$ 502,1 bilhões, um aumento de 4,5% em relação a 2008, e o dobro do valor apresentado em 2004. A média proporcional geral entre o volume de vendas eletrônicas e o PIB foi de 0,88%. No caso do Brasil, essa relação foi de 0,55%.

“Mesmo com a forte crise financeira internacional ocorrida no ano passado, o crescimento das vendas eletrônicas não sofreu diminuição. O destaque é para os países do BRICIT [Brasil, Rússia, Índia, China, Indonésia e Turquia], onde o aumento foi de 15,8%, e para a América Latina, que registrou um aumento de 10%”, afirma Teodoro López, presidente da everis nacional.

No ranking, o Brasil foi o líder dos países da América Latina em volume movimentado.

O estudo também comparou o volume de vendas eletrônicas anuais com o número de habitantes de cada país. Dos 41 países analisados, apenas quatro apresentaram diminuição no valor movimentado pelas vendas online: Coreia do Sul, Dinamarca, Suécia e Nigéria. Por outro lado, oito países apresentaram crescimento superior a 15%, com destaque para Índia e Vietnã, que apresentaram índices de 30,8%. O Brasil, em 2009, apresentou um crescimento de 8,9% em relação ao ano anterior e, no período 2005-2009, um crescimento de 238,8%.


Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Segurança como força de vendas

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias, Pesquisas | em 11-02-2011

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Muitos internautas brasileiros ainda não compram em lojas virtuais por medo de terem seus dados extraviados ou de não receberem o produto. Portanto, é imprescindível não só para a conquista de clientes, mas também para o crescimento do comércio eletrônico nacional, que os lojistas ofereçam garantias de segurança aos seus consumidores. Nesse sentido, o selo de segurança se torna um incentivo de vendas muito eficiente.

A internet brasileira vive hoje um grande paradoxo. São 70 milhões de internautas (IBOPE-Nielsen), dos quais 40 milhões usam o Internet Banking (FEBRABAN), mas apenas 17,6 milhões fazem compras na internet (E-bit).

Ou seja, 55% dos internautas brasileiros com o costume de realizar movimentações financeiras na internet não compram em lojas virtuais. Mas por quê?

  • 30% dos internautas não compram na internet por questões de segurança (Fonte: Pesquisa Perfil da Internet Brasileira – Site Blindado)
  • 83% das pessoas que possuem cartão de crédito disseram que nunca compraram online por medo de clonagem de seu cartão de crédito. (Fonte: Visa)

O e-commerce nacional vive hoje um cenário de grande concorrência. Oferecer diferenciais se tornou uma regra para as empresas que desejam manter seu market share na web.

Portanto, fica claro que um dos grandes argumentos a serem oferecidos a fim de conquistar essa faixa de 22,4 milhões de novos consumidores está relacionado à segurança de informações.

São muitas as práticas que o lojista pode realizar para conferir segurança ao seu e-commerce, como, por exemplo, fazer uso de uma plataforma com cadeado de segurança SSL (que impede o extravio de informações) e uma criptografia de dados capaz de mantê-los em sigilo.

No entanto, essas providências são claras apenas para o lojista. É preciso oferecer garantias mais “palpáveis” para convencer o e-consumidor de primeira viagem.

Nesse contexto as empresas de auditoria e monitoramento ganham importância.

  • 70% dos internautas compram somente se a loja virtual apresentar algum selo de segurança” (Fonte: Pesquisa de Crimes Virtuais – IBM)

Novas práticas de invasão e quebra de sigilo de informações surgem diariamente. Esse tipo de empresa, que fornece o selo de segurança, é responsável por identificar essas práticas, bem como monitorar o e-commerce 24 horas por dia, buscando por qualquer abertura que a plataforma utilizada ofereça em termos de invasão do sistema.

Embora a grande maioria dos e-consumidores não saiba disso, o simples fato de o selo de segurança estar presente no rodapé da loja virtual gera credibilidade ao e-commerce.

  • A exibição de um selo de segurança nas páginas de comércio eletrônico aumenta as vendas entre 12% e 15% (Fonte: Pesquisa Perfil da Internet Brasileira – Site Blindado)

Tendo em vista a relevância do selo de segurança como argumento de conquista de e-consumidores, é essencial para a loja virtual que obtenha a certificação, garantindo aos compradores 100% de segurança de seus dados.

Embora muito importante, esse é apenas um dos procedimentos que devem ser tomados para convencer o consumidor que enxerga com desconfiança o comércio eletrônico.

A proteção contra invasões deve ser amparada por uma série de procedimentos que gerem empatia do consumidor, tais como um bom layout, depoimentos de pessoas que já compraram na loja, bem como um canal eficiente de comunicação empresa-cliente. Isso mostra que estão sendo vendidos produtos reais por pessoas reais.


Fonte: E-Commerce News

CDL Porto Alegre vai de e-Commerce F1-Soluções no Liquida Porto Alegre

Por Eduardo Oliveira | Cases, Clientes, e-commerce, Geral, Mercado, Notícias | em 08-02-2011

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Para comemorar os 15 anos do Liquida Porto Alegre, evento promocional que ocorre no mês de fevereiro na capital gaúcha, promovido pela CDL/POA, este ano a inovação fica por conta do portal de e-commerce desenvolvido pela F1 Soluções.

O projeto que iniciou no final do primeiro semestre de 2010, tinha como desafio o desenvolvimento de um portal que reunisse em um único local as ofertas dos mais de 4.200 associados da entidade e ainda utilizar o comércio eletrônico como canal para o esperado aumento das vendas.

A união do conhecimento em varejo pela CDL/POA e a experiência em desenvolvimento de lojas virtuais pela F1 Soluções, são os principais fatores para o sucesso do evento. Já no primeiro dia o Portal teve mais de 19.000 acessos, totalizando mais de 160.000 paginas visualizadas.

A CDL/POA espera para a edição de 2011 um crescimento de 8% a 10% no volume de vendas em comparação com o evento realizado em 2010, podendo obter um faturamento de R$ 900 milhões.


Acesse www.liquidaportoalegre.com.br e boas compras!


Para saber mais sobre o Liquida Porto Alegre 2011:

 

Frete Grátis pode ser mais lucrativo

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias, Pela web | em 08-02-2011

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Quando um consumidor consegue encontrar o produto que deseja, com preço que considera justo, a venda está praticamente realizada. Porém para aquelas lojas online onde se faz necessário selecionar a forma de entrega e o valor correspondente, está criada uma barreira que normalmente veta metade da possibilidade da concretização da venda.

Muitos consumidores preferem comprar em lojas físicas para não ter que arcar com o custo do frete ou procurar outros estabelecimentos que ofereçam a entrega gratuita.

Com a entrada da classe D e E no grupo de possíveis compradores de produtos em loja virtuais, o valor da entrega por muitas vezes chega a ser 20% do valor de pedido baixos, quando todo centavo conta na hora de finalizar o pedido.

Ao criar formas para que os consumidores não se preocupem com o valor da entrega no momento de finalizar o processo de compra, automaticamente estamos extinguindo uma barreira e criando um diferencial positivo e estimulante para alavancar mais vendas.

A forma de entrega gratuita é um fator decisivo para conclusão de vendas, logo se faz necessário amplificar esse fator.

Um estudo realizado pela Compete Online Shopper traz algumas informações sobre o que pensam os consumidores de uma forma geral sobre a entrega:

  • 93% dos consultados sinalizaram que frete gratuito incentiva a compra online;
  • 67% dos consumidores afirmam comprar os produtos em loja física para economizar o frete;
  • Custo elevado de frete foi apontando como uma das principais razões pela insatisfação da experiência de compra.

Uma forma interessante é criar parcerias com fornecedores para que estes subsidiem parte do frete, ou ainda de alguma forma o próprio lojista subsidiar por completo o frete, visto que exponencialmente suas vendas devem crescer, criando assim um lucro maior ao final do processo, que irá cobrir os gastos com as entregas.

Em última instância, tente praticar o menor frete possível e ou ainda um valor fixo, porque dessa forma poderemos sinalizar o valor da entrega antes mesmo da intenção de compra ser iniciada, criando assim um facilitador mental para o consumidor.


Fonte: E-Commerce Brasil

Governo da Bahia passará a cobrar ICMS nas compras pelo e-commerce

Por Eduardo Oliveira | Cases, e-commerce, Mercado | em 31-01-2011

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A Secretaria estadual da Fazenda do estado da Bahia (Sefaz), informou que vai recolher 10% de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para todas as transações feitas pelo e-commerce naquele estado, podendo elevar os preços das mercadorias vendidas por este tipo de comércio na medida em que as empresas podem repassar o valor cobrado.

No comércio tradicional, a legislação permite aos estados cobrarem até 17% de ICMS pelas vendas dos produtos, sendo que 7% fica retido no estado onde a transação é realizada, e 10% vai para o estado de origem da empresa. Mas, quando se trata de comércio eletrônico, não existem regras específicas, e os recursos do imposto ficam no estado de origem da plataforma, normalmente, no estado de São Paulo, onde se concentra a maioria das empresas.

Para o advogado e representante Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net), Flávio Tadeu Ramos, a legislação precisa se adaptar ao e-commerce.“A sociedade evoluiu e as leis não. É certo o consumidor baiano deixar o imposto que paga em outros estados? Não. Mas, do ponto de vista da lei, é”, explica Ramos.


Para Cândido Sá, advogado especialista em direito do consumidor, esta situação também fere o princípio da isonomia, que prevê todos iguais perante a lei. “Criamos consumidores de primeira e de segunda classe”, informa.


Fonte: E-Commerce News

Revisão do código de defesa do consumidor, deverá prever comércio eletrônico

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Pela web | em 03-01-2011

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Em uma sociedade onde se comemora o crescimento nas vendas de Natal, em que se reduz Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) para aquecer alguns setores do mercado, facilita-se o acesso ao crédito e se festeja a ascensão de milhares de brasileiros — e potenciais compradores — à classe C, o consumidor assume o papel de protagonista em impulsionar a economia. “Portanto, uma das maneiras de exercer a cidadania é se ver respeitado como consumidor”, conclui a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, Juliana Pereira.

Várias das discussões que prometem movimentar a agenda da defesa do consumidor em 2011 são decorrentes da elevação do consumo. Entre elas, está a criação de uma comissão de juristas, pelo presidente do Senado, José Sarney, para atualizar o Código de Defesa do Consumidor (CDC) principalmente no que se refere ao crédito, ao superendividamento e ao comércio eletrônico.

“É importante dizer que o superendividamento não interessa a ninguém nem ao consumidor nem às instituições financeiras e nem à sociedade que arca com os custos do socorro direto ou indireto a essas pessoas. Na época da elaboração do CDC, o superendividamento e o crédito ao consumo não se colocavam como questões preponderantes porque o crédito era ainda muito restrito. O que nós pretendemos é estabelecer mecanismos de fornecimento ou de consumo sustentável (responsável) de crédito para coibir eventuais práticas abusivas que ocorram no mercado e, finalmente, para criar regras para defesa dos consumidores e das próprias instituições financeiras no caso de superendividamento”, explica ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Herman Benjamin, que comandará os trabalhos da comissão.

O ministro ressalta, no entanto, que o colegiado não discutirá sobre taxas de juros. “Hoje a posição predominante é que não se protege o consumidor com tabelamento. Esses mecanismos de controle são indiretos e ocorrem por meio de acesso à informação, transparência nas condições contratuais e uma sólida concorrência”, defende Benjamin.

Na prática, os consumidores que sofrem com os juros elevados não pensam assim. “Deveriam existir situações em que as taxas fossem menores, como em casos de inadimplência motivada pelo desemprego do consumidor, por exemplo”, sugere o técnico em elétrica José Antônio de Melo Franco, 48 anos, com base na própria experiência. Há apenas alguns meses sem poder trabalhar por motivos de saúde, ele já está endividado no cartão. “Os juros são abusivos. E não tenho como pedir para reduzi-los com base na minha situação. Dessa forma, ficará cada vez mais difícil quitar a dívida”, lamenta.

Comércio eletrônico

O outro assunto que deverá constar do novo texto do CDC, após a atualização, é o do comércio eletrônico, que, por razões tecnológicas, se colocava como um tema palpável pelo legislador na época de sua edição, há 20 anos. “Todas essas alterações serão muito bem-vindas se forem para ampliar garantias. No entanto, os consumidores devem ficar atentos com os seus núcleos representativos para que não haja retrocessos, não por conta da comissão, mas em decorrência dos vetos e das emendas que os parlamentares certamente empurrarão no Congresso”, alerta o secretário-geral do Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor (Brasilcon), Walter Moura.

Ainda no âmbito das alterações do CDC, os consumidores obtiveram uma grande vitória na última quinta-feira. Faltando dois dias para o fim do mandato, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva vetou o projeto de lei que permitia a modificação do CDC para a inclusão do Cadastro Positivo (veja quadro). Em resposta, editou uma Medida Provisória (MP) deixando de fora os itens polêmicos que constavam do projeto aprovado pelo Senado, e que preocupavam defensores dos consumidores com relação à invasão de privacidade e discriminação contra aqueles que pagam à vista.

“Do jeito que estava, o Projeto de Lei (PL) nº 263/2004 gerava grande insegurança jurídica. A MP — cujo texto foi discutido pelo Ministério da Justiça, por meio do DPDC, com o Ministério da Fazenda — apresenta-se como uma terceira via. É a melhor alternativa nesse momento”, garante a diretora do DPDC, Juliana Pereira. Entra as principais alterações, estão a criação de regras para o compartilhamento de informações sobre os bons pagadores e a proibição de acesso a dados pessoais, como hábitos de consumo e religião, por exemplo. “Somente poderão ser compartilhadas informações financeiras para fins de crédito”, destaca Juliana. “Além disso, a MP não modifica o CDC”, observa.

Fortalecimento dos Procons

Na área do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, as expectativas também são muitas, como o encaminhamento ao Congresso Nacional, pela Casa Civil, dos projetos de lei que fortalecem os Procons e coíbem práticas abusivas reincidentes por parte das empresas. Mas a maior das esperanças é que a Justiça decida favoravelmente ao consumidor sobre a essencialidade do celular, o que daria direito à troca imediata do produto com defeito durante o prazo de garantia (veja quadro).

“Eu acredito muito no Poder Judiciário. Portanto, espero que a Justiça — de posse de todas as informações e constatações de que defeito em aparelho celular é o pior problema enfrentado pelos consumidores nos últimos anos, superando os relacionados aos serviços de telefonia — reconheça o celular como um bem essencial. É impossível admitir que não tenhamos sequer uma assistência técnica em cada cidade, que o consumidor tenha de ficar até 60 dias sem o telefone e que o aparelho não tenha a qualidade desejada”, avalia a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, Juliana Pereira.

Contudo, a grande expectativa para 2011 supera as questões do dia a dia. “Desejo que os setores da economia assumam o papel de cuidar dos seus clientes, evitando que demandas triviais parem nos Procons. Acredito que eles têm condições para isso. O conflito custa caro para todo mundo e também para o Estado que, em vez de se preocupar com questões macro como saúde, segurança e educação do consumidor, ainda tem que trabalhar de forma mais intensa para minimizar conflitos”, conclui Juliana. (NQ)


Fonte: Correio Braziliense

Amazon.com vende 158 itens por segundo em dia de pico

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, Cases, e-commerce, Mercado, Pela web | em 28-12-2010

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Jeff Bezos - Fundador da Amazon.com

A Amazon.com, maior varejista do e-commerce do planeta, revelou na manhã desta segunda-feira (27/12), que o dia 29 de novembro foi a data com o maior volume de encomendas em sua loja virtual, englobando todos os países e categorias de produtos em seu site. No total, foram realizados mais de 13,7 milhões de pedidos em sua plataforma, ou 158 itens por segundo, recorde até o momento da companhia.


Ainda de acordo com a Amazon.com, se contabilizados todos os itens pedidos nesta temporada que antecede o Natal, somam-se mais de 9 bilhões de unidades em todas as categorias de produtos, nos 178 países em que a empresa está presente. O Kindle Wi-Fi e 3G foi o produto que liderou as vendas da Amazon nesta temporada, sendo o produto mais vendido em toda a história do gigante, ultrapassando até mesmo o “Harry Potter e as Relíquias da Morte” como intem mais vendido na loja virtual.

Segundo a comScore, empresa norte-americana de pesquisa sobre a internet, disse que a edição de 2010 da Cyber Monday movimentou mais de 1 bilhão de dólares. Certamente a Amazon.com foi responsável por boa parte deste faturamento.


Fonte: EcommerceNews

Otimizando as categorias de seu comércio eletrônico

Por Eduardo Oliveira | e-commerce, Mercado, SEO, Usabilidade | em 17-12-2010

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Uma pergunta frequente para os especialistas em SEO é: “Como otimizar uma categoria (ou departamento) com muitos produtos?”. A pergunta, recorrente, tem diversas nuances e sutilezas na resposta. Antes de mais nada: quanto é muito? 100, mil, dez mil? Se você tem uma categoria com menos de 200 produtos, é possível colocar todos em uma única página. Sim, não se recomenda mais de 100 links em uma página, mas se você não tiver um número enorme de links na barra lateral, topo e assinatura do site, está tudo bem.

Entretanto, colocar tantos produtos em uma única página não oferece uma boa experiência para os visitantes, então coloque menos como padrão e tenha uma opção “ver todos”. Se você seguir esta rota, deixe os robôs de busca longe da página com menos produtos e permita que veja apenas a que tem mais produtos. Você vai precisar usar uma combinação de “nofollow” para os links; “no índex/follow” na metatag e usar uma tag “canônica” para a versão que deseja indexar. Isso requer conhecimento e é preciso cuidado para não dar um tiro no pé. Tenha certeza de checar várias vezes o trabalho de SEO e peça a alguém para revisar o trabalho. Sempre. Outra opção interessante é usar Ajax.

Sim, você leu direito. Se o que você deseja é entregar aos robôs de busca uma versão HTML com 100 produtos e aos visitantes uma versão com 10 ou 20, a solução é o Ajax. E se você tiver, digamos, 5 mil produtos na categoria? O ideal é criar subcategorias, que fiquem de um tamanho administrável e usar a solução acima. Mas se isso não for possível, use a paginação. Liste os produtos mais importantes primeiro, para que apareçam antes para os robôs de busca. Depois, interligue (com links) todas as páginas, ou pelo menos todas as que puder sem criar uma péssima experiência para o seu visitante.

Os mecanismos de busca serão capazes de encontrar as páginas 2, 3, 4 e seguintes a partir da primeira. Nunca faça com que passem por uma antes de chegar à próxima, combinado? Ajustes finos Há algumas considerações finais. Se você quer que seus departamentos – ou categorias, como preferir – sejam indexados, é preciso oferecer algumas qualidades editoriais por lá, como textos e fotos. Se você só entregar produtos e nada mais, não haverá muito valor para os buscadores – e vale a pena usar os atributos noindex/nofollow. Quanto mais próximas estas categorias estiverem da sua home, mais provável que sejam profunda ou completamente escaneadas pela busca. Se estiverem a três ou mais níveis de distância, esqueça – é improvável que um robô vá até o quarto nível para buscar produtos.

Fonte: Blog do E-commerce

Banco Central estabelece novas regras para pagamento do cartão de crédito

Por Eduardo Oliveira | Mercado, Pela web | em 09-12-2010

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