A Editora RT utiliza QR codes na Bienal (Mobile marketing)

A Editora RT (Revista dos Tribunais) realizou uma ação de QR code na última Bienal do Livro no Rio de Janeiro. Todos que passassem pelo estande da editora encontrariam alguns códigos 2D. Aqueles que possuíssem em seus celulares o aplicativo para leitura de tal código e os decodificassem eram encaminhados...

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O comércio eletrônico nas redes sociais

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Notícias, Pela web, Redes Sociais | em 09-02-2011

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Por definição, social commerce é o e-commerce envolvendo o relacionamento entre pessoas. Isso sempre ocorreu em se tratando de comércio; porém, quando se expande para os relacionamentos no universo digital, pode ser considerado novo e muito estimulante, principalmente se lembrarmos que hoje há, no mundo, aproximadamente um bilhão de pessoas nas redes sociais.

Como exemplo, temos o Facebook, criado em 2006, que ultrapassou o Google em tráfego semanal nos Estados Unidos. Se ele fosse um país, seria o terceiro mais populoso do mundo. Além disso, a maioria do público nas redes sociais são mulheres, que coincidentemente são também a maioria do público consumidor. Até mesmo um novo termo já está sendo criado: o F-commerce, ou comércio via Facebook, que já é explorado por companhias como Victoria’s Secret e Delta Airlines.

Como se sabe, as redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut, entre outras) ampliaram as possibilidades de troca de informações e influências, pois nelas as pessoas falam sobre seus interesses e entre eles estão empresas, marcas e produtos. Elas interagem, por exemplo, buscando esclarecer suas dúvidas, bem como aquelas que outros usuários possam ter também, usando para isso a opinião de pessoas conhecidas ou não. Para se ter uma ideia, 78% das pessoas confiam nas opiniões postadas na web, enquanto apenas 14% confiam em anúncios.

Esse processo cada vez mais antecede as compras que possam ou não ser realizadas pela web, mas que, com certeza, nela se iniciam. Há diversos benefícios que os internautas descobriram nessa interação propiciada pelo social commerce, como economia de tempo, troca de experiências, redução do risco de uma compra inadequada, soluções baseadas em interesses comuns e aumento do poder de barganha, além de um relacionamento mais próximo com as marcas dos fabricantes.

Apenas para ilustrar como isso ocorre na prática, vou recorrer a um exemplo pessoal. Eu me vi recentemente numa situação nova e interessante. Tinha que comprar um carrinho para bebê, afinal, em breve teremos mais um morador em casa. Porém, ao chegar à loja, deparei-me com um número imenso de modelos e nenhum vendedor para esclarecer minhas dúvidas. Resultado: fui para casa e pesquisei na web a opinião de outras pessoas que passaram pela mesma dificuldade. Pude observar os comentários, analisar as funcionalidades e a pontuação (número de estrelas) para cada modelo e ainda comparar preços entre lojas, enfim, uma infinidade de informações foram obtidas em apenas um clique. Feito isso, em uma viagem recente, pude adquirir com maior segurança um modelo mais adequado às minhas futuras necessidades e por um valor muito mais justo.

Por outro lado, as empresas estão ainda descobrindo que esse é também um caminho para elas próprias interagirem com seus consumidores, pois podem aumentar o seu conhecimento sobre eles, criar um vínculo, posicionar-se por meio de uma comunicação direta e monitorar os resultados dos impactos de suas ações. O que elas estão entendendo é que as redes sociais tornaram-se uma plataforma de interação para acompanhar e até mesmo antecipar tendências sobre interesses de compras. Porém, isso ainda é utilizado de forma incipiente, pois é um trabalho desgastante e muito diferente da mídia tradicional. Afinal, é outra coisa: não é propaganda, não é divulgação, é relacionamento. E, como sabemos, qualquer relacionamento dá trabalho. Exige conhecimento do outro e dedicação.

Portanto, fica o meu alerta. Se vocês e a sua empresa ainda estão se questionando se devem ou não fazer algo relacionado às mídias sociais, lamento, pois já estão atrasados. Você deveriam já estar se questionando sobre como fazer, pois isso não é uma moda passageira. É uma tendência e realmente veio para ficar.


Fonte: PEGN por Sandra Turchi

Frete Grátis pode ser mais lucrativo

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias, Pela web | em 08-02-2011

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Quando um consumidor consegue encontrar o produto que deseja, com preço que considera justo, a venda está praticamente realizada. Porém para aquelas lojas online onde se faz necessário selecionar a forma de entrega e o valor correspondente, está criada uma barreira que normalmente veta metade da possibilidade da concretização da venda.

Muitos consumidores preferem comprar em lojas físicas para não ter que arcar com o custo do frete ou procurar outros estabelecimentos que ofereçam a entrega gratuita.

Com a entrada da classe D e E no grupo de possíveis compradores de produtos em loja virtuais, o valor da entrega por muitas vezes chega a ser 20% do valor de pedido baixos, quando todo centavo conta na hora de finalizar o pedido.

Ao criar formas para que os consumidores não se preocupem com o valor da entrega no momento de finalizar o processo de compra, automaticamente estamos extinguindo uma barreira e criando um diferencial positivo e estimulante para alavancar mais vendas.

A forma de entrega gratuita é um fator decisivo para conclusão de vendas, logo se faz necessário amplificar esse fator.

Um estudo realizado pela Compete Online Shopper traz algumas informações sobre o que pensam os consumidores de uma forma geral sobre a entrega:

  • 93% dos consultados sinalizaram que frete gratuito incentiva a compra online;
  • 67% dos consumidores afirmam comprar os produtos em loja física para economizar o frete;
  • Custo elevado de frete foi apontando como uma das principais razões pela insatisfação da experiência de compra.

Uma forma interessante é criar parcerias com fornecedores para que estes subsidiem parte do frete, ou ainda de alguma forma o próprio lojista subsidiar por completo o frete, visto que exponencialmente suas vendas devem crescer, criando assim um lucro maior ao final do processo, que irá cobrir os gastos com as entregas.

Em última instância, tente praticar o menor frete possível e ou ainda um valor fixo, porque dessa forma poderemos sinalizar o valor da entrega antes mesmo da intenção de compra ser iniciada, criando assim um facilitador mental para o consumidor.


Fonte: E-Commerce Brasil

Qual o papel do gerente de e-commerce?

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Pela web | em 06-01-2011

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Por Luiz Dias*

A internet, as lojas virtuais e o marketing online trouxeram às posições de destaque jovens profissionais que se desvincularam da triste rotina da mera extração de dados gerenciais e planilhas retrógradas para dar lugar à incessante busca de novas informações, metodologias e ações inovadoras que estão sempre no olho do furacão do ambiente digital, deixando de ser mero robô analítico, mas trabalhando e compreendendo os números de maneira humana e criativa.

O nível de interdisciplinaridade que um Gerente de E-Commerce precisa assumir é do tamanho da humildade necessária para aprender sempre. Por isso, este artigo tem a mera intenção de trazer noções que façam pensar e não que venha vaticinar uma palavra final que, cá para nós, jamais existirá no marketing digital.

Partindo dessa premissa é imperativo afirmar que do estagiário ao presidente, das sempre simpáticas moças da limpeza aos especialistas em tecnologia, todas as informações são importantes. Em para isso é imprescindível a habilidade e conhecimento do Gerente de E-Commerce em coletar os dados e explorar as informações. No entanto, de posse delas, é preciso tornar a tomada de decisões mais precisa, cada vez mais próximo do planejamento e do conceito e milhas e milhas distante do próprio ego ou gosto pessoal travestidos de feeling.

A qualidade da hierarquização do conteúdo, bem como da usabilidade e experiência oferecidas ao usuário, tudo tem influência decisiva nos resultados online. Caso um funil de compra seja de difícil compreensão, automaticamente aumentará a taxa de abandono do seu carrinho. Esse tipo de comportamento é de fácil identificação através da correta utilização de ferramentas de análise como o Google Analytics, Yahoo Web Analytics, Predicta ou Adobe Omniture, por exemplo. está em encontrar os problemas e recomendar as sugestões de melhoria, bem como traçar estratégias de organização da informação e encontrar ou criar as melhores oportunidades.

É importante verificar que, o excesso de recursos técnicos e quantidade avassaladora de tecnologias embutidas em ferramentas gratuitas de considerável simplicidade na utilização, resultam em um soterramento de dados e uma incontida ansiedade de aferir tantos ítens quanto possível. Na verdade, o gestor deve escolher poucos dados de preponderante relevância para serem mensurados e comparados (KPI). Posteriormente, caso haja necessidade, realizar sutis e pertinentes modificações neste processo.

Há de se evitar, também, tratar cada peça como uma só. Banners, E-Mail Marketing, Campanhas, Search Engine Optimization, Search Engine Marketing e imersão em Redes Sociais têm métricas e conversões específicas que devem ser planejadas e parametrizadas de maneira independente, cada qual de acordo com sua própria estratégia.

Não é pela óbvia necessidade de vender que o gerente tem que se preocupar tão somente em oferecer ao seu cliente ofertas imperdíveis, promoções inacreditáveis, infindáveis parcelamentos e frete grátis. O cliente online é exigente e permite poucas falhas. No entanto, existem estratégias que podem tornar o E-Commerce mais amigável, como por exemplo, as inúmeras formas de prestar serviços ao cliente, e para isso, as mais diversas formas de interações com as Redes Sociais.

Também existe a responsabilidade da infra-estrutura tecnológica. O Gerente de E-Commerce deve saber escolher a melhor tecnologia de vendas disponível para adaptar-se ao seu modelo de negócio bem como a segurança e certificações para as transações online em comércio eletrônico e por fim, e não menos importante, a questão logística, que consiste em acompanhar do controle de estoque e das operações, à expedição e ao pós-venda, seja como forma de prestar um serviço melhor ao cliente, seja na política de trocas e pronta solução de eventuais problemas que possam surgir.

O Gerente de E-Commerce tem a função de aumentar o número visitas do site e cuidar para que essas visitas sejam qualificadas, aumentando consequentemente a taxa de conversão das suas diversas estratégias. Acompanhar da oferta à expedição dos produtos certos para o cliente certo (relevância é o nome do jogo) e o compromisso com a total satisfação de quem realiza a compra, fidelizando-o a ponto desse mesmo cliente além de tornar a comprar em seu site, ser o próximo embaixador de sua loja virtual.

* Luiz Dias é Gestor Comercial de E-Commerce da CENTAURO.com.br e autor do site www.GerenteDeEcommerce.com.br

Revisão do código de defesa do consumidor, deverá prever comércio eletrônico

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Pela web | em 03-01-2011

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Em uma sociedade onde se comemora o crescimento nas vendas de Natal, em que se reduz Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) para aquecer alguns setores do mercado, facilita-se o acesso ao crédito e se festeja a ascensão de milhares de brasileiros — e potenciais compradores — à classe C, o consumidor assume o papel de protagonista em impulsionar a economia. “Portanto, uma das maneiras de exercer a cidadania é se ver respeitado como consumidor”, conclui a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, Juliana Pereira.

Várias das discussões que prometem movimentar a agenda da defesa do consumidor em 2011 são decorrentes da elevação do consumo. Entre elas, está a criação de uma comissão de juristas, pelo presidente do Senado, José Sarney, para atualizar o Código de Defesa do Consumidor (CDC) principalmente no que se refere ao crédito, ao superendividamento e ao comércio eletrônico.

“É importante dizer que o superendividamento não interessa a ninguém nem ao consumidor nem às instituições financeiras e nem à sociedade que arca com os custos do socorro direto ou indireto a essas pessoas. Na época da elaboração do CDC, o superendividamento e o crédito ao consumo não se colocavam como questões preponderantes porque o crédito era ainda muito restrito. O que nós pretendemos é estabelecer mecanismos de fornecimento ou de consumo sustentável (responsável) de crédito para coibir eventuais práticas abusivas que ocorram no mercado e, finalmente, para criar regras para defesa dos consumidores e das próprias instituições financeiras no caso de superendividamento”, explica ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Herman Benjamin, que comandará os trabalhos da comissão.

O ministro ressalta, no entanto, que o colegiado não discutirá sobre taxas de juros. “Hoje a posição predominante é que não se protege o consumidor com tabelamento. Esses mecanismos de controle são indiretos e ocorrem por meio de acesso à informação, transparência nas condições contratuais e uma sólida concorrência”, defende Benjamin.

Na prática, os consumidores que sofrem com os juros elevados não pensam assim. “Deveriam existir situações em que as taxas fossem menores, como em casos de inadimplência motivada pelo desemprego do consumidor, por exemplo”, sugere o técnico em elétrica José Antônio de Melo Franco, 48 anos, com base na própria experiência. Há apenas alguns meses sem poder trabalhar por motivos de saúde, ele já está endividado no cartão. “Os juros são abusivos. E não tenho como pedir para reduzi-los com base na minha situação. Dessa forma, ficará cada vez mais difícil quitar a dívida”, lamenta.

Comércio eletrônico

O outro assunto que deverá constar do novo texto do CDC, após a atualização, é o do comércio eletrônico, que, por razões tecnológicas, se colocava como um tema palpável pelo legislador na época de sua edição, há 20 anos. “Todas essas alterações serão muito bem-vindas se forem para ampliar garantias. No entanto, os consumidores devem ficar atentos com os seus núcleos representativos para que não haja retrocessos, não por conta da comissão, mas em decorrência dos vetos e das emendas que os parlamentares certamente empurrarão no Congresso”, alerta o secretário-geral do Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor (Brasilcon), Walter Moura.

Ainda no âmbito das alterações do CDC, os consumidores obtiveram uma grande vitória na última quinta-feira. Faltando dois dias para o fim do mandato, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva vetou o projeto de lei que permitia a modificação do CDC para a inclusão do Cadastro Positivo (veja quadro). Em resposta, editou uma Medida Provisória (MP) deixando de fora os itens polêmicos que constavam do projeto aprovado pelo Senado, e que preocupavam defensores dos consumidores com relação à invasão de privacidade e discriminação contra aqueles que pagam à vista.

“Do jeito que estava, o Projeto de Lei (PL) nº 263/2004 gerava grande insegurança jurídica. A MP — cujo texto foi discutido pelo Ministério da Justiça, por meio do DPDC, com o Ministério da Fazenda — apresenta-se como uma terceira via. É a melhor alternativa nesse momento”, garante a diretora do DPDC, Juliana Pereira. Entra as principais alterações, estão a criação de regras para o compartilhamento de informações sobre os bons pagadores e a proibição de acesso a dados pessoais, como hábitos de consumo e religião, por exemplo. “Somente poderão ser compartilhadas informações financeiras para fins de crédito”, destaca Juliana. “Além disso, a MP não modifica o CDC”, observa.

Fortalecimento dos Procons

Na área do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, as expectativas também são muitas, como o encaminhamento ao Congresso Nacional, pela Casa Civil, dos projetos de lei que fortalecem os Procons e coíbem práticas abusivas reincidentes por parte das empresas. Mas a maior das esperanças é que a Justiça decida favoravelmente ao consumidor sobre a essencialidade do celular, o que daria direito à troca imediata do produto com defeito durante o prazo de garantia (veja quadro).

“Eu acredito muito no Poder Judiciário. Portanto, espero que a Justiça — de posse de todas as informações e constatações de que defeito em aparelho celular é o pior problema enfrentado pelos consumidores nos últimos anos, superando os relacionados aos serviços de telefonia — reconheça o celular como um bem essencial. É impossível admitir que não tenhamos sequer uma assistência técnica em cada cidade, que o consumidor tenha de ficar até 60 dias sem o telefone e que o aparelho não tenha a qualidade desejada”, avalia a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, Juliana Pereira.

Contudo, a grande expectativa para 2011 supera as questões do dia a dia. “Desejo que os setores da economia assumam o papel de cuidar dos seus clientes, evitando que demandas triviais parem nos Procons. Acredito que eles têm condições para isso. O conflito custa caro para todo mundo e também para o Estado que, em vez de se preocupar com questões macro como saúde, segurança e educação do consumidor, ainda tem que trabalhar de forma mais intensa para minimizar conflitos”, conclui Juliana. (NQ)


Fonte: Correio Braziliense

Amazon.com vende 158 itens por segundo em dia de pico

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, Cases, e-commerce, Mercado, Pela web | em 28-12-2010

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Jeff Bezos - Fundador da Amazon.com

A Amazon.com, maior varejista do e-commerce do planeta, revelou na manhã desta segunda-feira (27/12), que o dia 29 de novembro foi a data com o maior volume de encomendas em sua loja virtual, englobando todos os países e categorias de produtos em seu site. No total, foram realizados mais de 13,7 milhões de pedidos em sua plataforma, ou 158 itens por segundo, recorde até o momento da companhia.


Ainda de acordo com a Amazon.com, se contabilizados todos os itens pedidos nesta temporada que antecede o Natal, somam-se mais de 9 bilhões de unidades em todas as categorias de produtos, nos 178 países em que a empresa está presente. O Kindle Wi-Fi e 3G foi o produto que liderou as vendas da Amazon nesta temporada, sendo o produto mais vendido em toda a história do gigante, ultrapassando até mesmo o “Harry Potter e as Relíquias da Morte” como intem mais vendido na loja virtual.

Segundo a comScore, empresa norte-americana de pesquisa sobre a internet, disse que a edição de 2010 da Cyber Monday movimentou mais de 1 bilhão de dólares. Certamente a Amazon.com foi responsável por boa parte deste faturamento.


Fonte: EcommerceNews

Uso do Twitter é maior entre minorias nos EUA

Por Eduardo Oliveira | Pela web, Pesquisas, Redes Sociais | em 10-12-2010

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Segundo uma pesquisa da Pew Reserarch Center, 13% dos latinos e 18% dos afro-americanos dos EUA, adultos, usuários de internet, acessam o Twitter. O percentual geral de uso do microblog entre os todos os adultos norte-americanos é de apenas 8%. Os grupos minoritários visitam mais o site porque são mais jovens e são mais adeptos da tecnologia, disse a Pew. Latinos e afro-americanos também têm mais tendência de acessar a web pelos celulares, o que facilita o uso do Twitter. Pesquisadores descobriram que 25% dos usuários ativos do Twitter checam o serviço várias vezes por dia, com cerca de 2% que se consideram ‘extremamente ativos’ no microblog. Os norte-americanos passam cada vez mais tempo on-line, e as redes sociais tomam o tempo de atividades que antes eram desempenhadas em espaços físicos, diz a pesquisa. O estudo da Pew entrevistou 2.257 adultos e usuários de internet nos Estados Unidos.


Fonte: Folha.com

Classe C cai com tudo na Rede!

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Filosofia, Pela web, Tecnologia | em 10-12-2010

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A melhoria da renda, aliada à popularização da banda larga e à possibilidade de acesso móvel à internet impulsionaram o crescimento do comércio eletrônico neste ano, lançando novos desafios às empresas que trabalham diretamente com a internet. De acordo com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o número de internautas consumidores deve chegar aos 23 milhões neste ano, ante 17 milhões no ano passado. As vendas online podem superar os R$ 15 bilhões em 2010, um valor 40% superior ao do ano passado. “Os serviços financeiros e o acesso a portais governamentais, como o da Receita Federal, induziram o uso seguro da internet”, diz Manuel Matos, presidente da entidade.

Este crescimento do número de consumidores online já indica uma presença considerável de consumidores da classe C. “Percebemos que o perfil mudou, até porque o computador de US$ 100 existe: é aquele equipamento usado, que serve perfeitamente para acessar a internet”, diz Matos.

Outro indicador que confirma o aumento da massa de internautas brasileiros é o uso intensivo das chamadas redes sociais. Quer um exemplo? O site de relacionamento Orkut, de propriedade do Google, alcançou a marca de 36 milhões de usuários em outubro passado, de acordo com levantamento da consultoria comScore, especializada em estatísticas do mundo digital. Em segundo lugar emerge o Facebook, com 9 milhões de perfis cadastrados. O Brasil também atingiu a liderança no índice de penetração do microblog Twitter, que, segundo a comScore, já envolve 23% dos internautas, com seus 8,6 milhões de usuários cadastrados.

Por tudo isso, a web vem conquistando cada vez mais espaço como mídia. Neste ano, o acompanhamento da Copa do Mundo e das eleições apresentou uma imensa janela de oportunidade para que as empresas divulgassem suas marcas. Na cobertura política, por exemplo, o portal UOL transmitiu ao vivo o primeiro debate presidencial eminentemente online, que foi replicado por mais de 80 sites que se cadastraram para essa cobertura. “O maior esforço do UOL neste ano foi relacionado a iniciativas que buscam reforçar o nosso compromisso com ‘O Melhor Conteúdo’ e com a qualidade de serviços disponibilizados à nossa audiência”, diz Marcelo Epstejn, diretor-geral do UOL.

No próximo ano, as empresas de internet darão continuidade à trajetória ascendente de projeção de suas marcas, graças às novas possibilidades de acesso à rede via celular ou à convergência da web para a TV. No comércio eletrônico, a entrada dos tablets no mercado brasileiro deve abrir novas oportunidades de negócios. “É inevitável que o Brasil termine acompanhando os países mais ricos com relação à mobilidade”, diz Matos, da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.

Ilustração Nelson Provazi

 

Fonte: Época Negócios

Banco Central estabelece novas regras para pagamento do cartão de crédito

Por Eduardo Oliveira | Mercado, Pela web | em 09-12-2010

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Classes A e B mantêm liderança no comércio eletrônico com 61% das compras

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Pela web | em 08-12-2010

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O consumidor brasileiro que realiza compras via Internet pertence, em sua maioria, às classes A e B e gasta, em média, 118 reais por mês, segundo pesquisa com internautas realizada pelo instituto Ibope Mídia.

De acordo com o levantamento, as classes A e B respondem por 61 por cento das compras realizadas na Web, seguidas pela classe C, com 35 por cento, e D e E que, juntas, somam apenas 4 por cento.

Entre os consumidores de lojas online, aqueles que têm entre 25 e 44 anos são maioria, equivalentes a 48 por cento do total, sendo que a idade média dos compradores online é 33 anos.

O estudo apontou ainda que os homens realizam mais compras via Internet em comparação às mulheres, respondendo por 54 por cento, e que as pessoas solteiras também são mais propensas ao comércio eletrônico, com 49 por cento.

As cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, juntas, correspondem a 37 por cento do total dos compradores online do país.

Ainda conforme a pesquisa, cerca de 80 por cento dos usuários acessam a Internet para comparar preços, enquanto 25 por cento buscam um carro novo e 18 por cento realizam compras profissionais.

O levantamento, realizado com 2,5 mil pessoas, apontou também que, nos últimos seis meses, 66 por cento das pessoas realizaram de uma a cinco compras online, sendo que 30 por cento gastou, pelo menos, 224 reais.

Os livros ocuparam a lista dos produtos preferidos por esses consumidores, com 30 por cento, seguidos por telefones e acessórios para celulares (20 por cento), eletrodomésticos (18 por cento) e itens de tecnologia como câmeras digitais e tocadores de MP3 (17 por cento).

Entre os internautas consultados, nos próximo seis meses, 25 por cento pretendem comprar câmeras digitais, 17 por cento buscam celulares com câmera e tecnologia 3G e 15 por cento planejam adquirir um iPhone.

O instituto realizou o estudo entre maio e junho deste ano nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Distrito Federal e Goiânia, além do interior paulista, das regiões Sudeste, Sul e Nordeste.


Fonte: Terra

E-Commerce, não mais privilégio de poucos

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, Clientes, Pela web | em 02-12-2010

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Já faz algum tempo que o e-commerce deixou de ser um privilégio apenas para os grandes empresários, como as grandes redes de varejo online. Os pequenos e médios empresários também estão ganhando um espaço muito importante no comércio eletrônico, devido ao crescimento deste mercado no Brasil.

Para sobreviver a esse mercado com uma pequena loja virtual, é preciso se diferenciar dos grandes. Por isso o MoIP juntou uma série de dicas para que você pequeno e médio lojista consiga sobreviver no mercado online:

Canais de comunicação: Uma das grandes vantagens do e-commerce pequeno, em relação ao grande, é a proximidade com o cliente. Criar e usar canais de comunicação com o cliente pode ser uma boa ideia. Com eles, seu e-commerce ganha mais confiança perante o consumidor, que permite à sua loja virtual saber exatamente o que ele está querendo. Uma boa dica é utilizar as redes sociais como canal direto de comunicação. As redes sociais estreitam o relacionamento entre marca e cliente e tornam a comunicação muito mais informal e pessoal.

Diversas formas de pagamento:
Diversificar a forma de pagamento é uma maneira de atender melhor o cliente. Quando o cliente, no momento de efetuar o pagamento da conta, não encontra a forma de pagamento desejada, pode desistir da compra.


Atendimento é tudo:
O pequeno e-commerce não precisa se preocupar tanto com o volume de acessos ao site, mas é importante saber atender bem cada cliente para que possa comprar no site, não apenas visitar. Isso é, ter uma boa taxa de conversão.

A página inicial é uma vitrine:
Muitas vezes, quando vamos ao shopping fazer compras, passamos algum tempo olhando as vitrines em busca do que desejamos. E claro, somos atraídos por aquelas vitrines mais bonitas e melhor trabalhadas que se destacam de todas as demais lojas por apresentarem os produtos certos, da forma correta, de um modo cativante. No e-commerce funciona do mesmo jeito. Sua página inicial é a vitrine da sua loja. Os produtos devem estar bem disponibilizados para cativar o público-alvo. Mas cuidado com os excessos! Um site poluído com muita informação tem efeito reverso e afasta os clientes.

Destaque de forma correta os produtos especiais:
Utilizar um painel que destaque algumas grandes promoções é uma boa jogada. Muitos consumidores compram por impulso ao ver um desconto considerável e um frete grátis. Porém, evite exagerar. Disponibilize no máximo 5 produtos para a promoção não perder relevância. Também é importante usar a criatividade para criar esse painel. O design bem estruturado chama a atenção de quem o vê, aumentando a possibilidade do consumidor ver o produto, e consequentemente, de comprá-lo.

Lembre-se da hierarquia:
Nem todos os usuários costumam rolar a tela para ler o que está escrito lá em baixo, no final da página. Portanto, saiba destacar primeiro as grandes oportunidades e/ou lançamentos que atrairão a atenção do comprador para depois evidenciar ofertas mais simples. Se houver espaço, ainda poderá listar alguns produtos aleatórios que são vendidos em sua loja virtual.

Não abuse de animações e banners:
Essa dica já é praticamente uma regra básica para construção de sites grandes. Compare seu site com uma TV em um canal de mosaico (diversos canais minimizados, lado a lado). Dificilmente você conseguirá se concentrar em um único quadro do mosaico quando todos os demais estão em movimento. No seu comércio eletrônico, as animações em excesso funcionarão da mesma maneira. Sem foco, o cliente passará os olhos por tudo não enxergando nada, e desistirá da compra.

Utilize animações, filmes e movimento apenas para destacar as grandes promoções.

Utilize temas:
Nas datas comemorativas, personalize seu layout. Ambientar a página de seu e-commerce faz com que as pessoas se sintam acolhidas pelo site. Pode ser bastante trabalhoso alterar tudo, mas o retorno é positivo.

Tenha fotos exemplares:
Seus produtos precisam de ótimas fotos. Mostre a maior quantidade de ângulos possíveis para a experiência de compra virtual ficar o mais próxima possível da compra física. Quando o consumidor está interessado em algo, procura checar todos os detalhes antes de efetuar a compra.

Mas cuidado com as fotos divulgadas! Certifique-se sempre de que elas são realmente do produto que você está vendendo e não de um produto similar.

Não esqueça de evidenciar o Contato: Deixar telefones para assistência, canais de chat, e-mails e redes sociais em evidência para atendimento fácil do usuário, transmite confiança e segurança na hora da decisão de compra.


Fonte: Blog MoIP