O começo….

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Os Estados Unidos apertam o cerco contra posts pagos em blogs

Por Eduardo Oliveira | Geral, Pela web, Redes Sociais | em 6 de outubro de 2009

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Órgão que defende concorrência comercial exigirá que responsáveis por blogs informem “relações materiais” com anunciantes de itens sobre os quais escrevem.

A comissão que regula o comércio dos Estados Unidos (Federal Trade Commission, a FTC) exigirá que os blogueiros revelem qualquer pagamento ou brinde recebido em troca de posts sobre os produtos.

As novas regras são parte de uma atualização nas linhas que guiam a FTC a fim de que os anúncios e testemunhos publicitários estejam de acordo com o FTC Act, ato que evita a competição desleal , bem como atos enganadores que possam afetar o comércio. Esta é a primeira atualização nas regras desde 1980.

“Sob as novas regras, anúncios que apresentem um consumidor e sua experiência com determinado produto e serviço serão obrigados a revelar claramente os resultados que os consumidores podem esperar”, disse a FTC em comunicado.

“O novo texto ainda adiciona exemplos para ilustrar o princípio de ‘conexões materiais’ (pagamentos  ou oferta de produtos gratuitos) entre anunciantes e apoiadores. Tais ‘conexões’, às quais os consumidores não têm conhecimento, também devem ser reveladas.

Enquanto algumas decisões serão decididas caso a caso, “o post de um blogueiro que tiver recebido dinheiro ou outro tipo de pagamento para escrever um review de um produto será considerado um ‘apoio’. Dessa forma, blogueiros que apoiarem tais anunciantes devem revelar suas conexões materiais com a empresa vendedora do produto ou serviço”, acrescentou o texto.

Blogueiros que não respeitarem as novas regras poderão ser multados em até 11 mil dólares por post.

“Além de uma série de blogs que escrevem sobre tecnologia que serão afetados por isso, há também blogs que escrevem reviews sobre outros itens, como equipamentos de se exercitar e aparatos de cozinha e ferramentas. Todos seriam afetados”, afirmou o analista da The Gabriel Consulting Group, Dan Olds.

“A nova política terá um grande impacto sobre blogueiros e sites de review que publicam textos sem dizer que foram pagos para escrever tais opiniões ou receberam produtos gratuitamente para a produção do conteúdo”, completou o especialista.

Para Olds, a mudança nas regras será importante para proteger os consumidores, pois eles poderão ter certeza da credibilidade de quem escreve determinado review. “Podemos ver algumas pessoas em situação embaraçosa ou mesmo sendo processadas antes de levar a decisão o órgão a sério.”

A regra foi aprovada em unanimidade pelos quatro integrantes do FTC.


Por Computerworld/EUA

(Sharon Gaudin)
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Filosofando sobre engenharia de software

Por Gustavo Dutra | Processo | em 4 de outubro de 2009

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Eu sempre gostei muito de antropologia, filosofia e psicologia. Foi que três colegas, aqui da F1 Soluções, precisavam fazer um trabalho para a cadeira de ‘Relações Interpessoais’ sobre a empresa em que trabalhavam. Levantar mitos, descrever rituais, enfim, descrever o ambiente de trabalho e suas redes sociais. Acontece que eu estava estudando um texto de Pierre Lèvy sobre ‘Capitais de inteligência’ para uma cadeira de ‘Antropologia e Ética na Computação’. Foi ai que fiz o link dos dois assuntos e notei como a F1 Soluções tem estado a frente do seu tempo na gestão de pessoas.

O texto de Lèvy, quando fala de capitais de inteligência, está falando sobre inteligência coletiva. Sozinhos podemos ser inteligentes, mas unidos, somos mais. Não que se possa messurar a inteligência, mas podemos, através da lógica, deduzir esta afirmação. Para que exista uma inteligência coletiva, são necessários os seguintes capitais:

Capital Físico

Representa toda infra-estrutura da organização (seja ela a sociedade, uma empresa, um governo). As paredes, o edifício, os computadores, as canetas, papel. Todos os materiais com os quais as pessoas interagem são representados por eles.

Capital Social

São as conexões e relações entre as pessoas que compõe a organização. Pois uma organização é as pessoas que a forma. É a conversa com seu colega sobre uma tecnologia, é a discussão da melhor forma de se fazer algo. É a fofoca. É a conversa sobre a novela. É a festa de fim de ano, de aniversários.

Capital Cultural

É todo o conhecimento e experiência que se adquiriu através e da própria organização, seja um regime político, o ‘clima do ambiente’, as idéias geradas por ela, vindo de sugestões ou críticas. Funciona tanto para empresa quanto para a sociedade dos tempos modernos.

Capital Técnico

São as competências necessárias para se desenvolver o capital cultural. São o conhecimento de fato.

Eu creio que as pessoas tenham boa vontade. Elas querem ajudar, colaborar, querem participar. Mas para isso elas devem estar motivadas e bem dispostas. É impossível trabalhar com o lado criativo e intelectual, obrigando-a a produzir, cobrando. Não é operar uma máquina, não é linha de produção. Precisa-se de qualidade de vida para produzir. O capital social ali em cima citado depende do capital físico e implica no capital cultural. Ora, se não existem ambientes bem arejados, claros, disponíveis para reuniões, como promover o capital social? Se não existe uma sintonia entre os integrantes da organização, como movê-la pra frente? É necessário promover discussões, é necessário trocar informações, elas agregam a todos, agregam capital técnico e renovam culturas.

Com a internet e suas comunidades colaborativas, como o opensource, o conceito da wiki, a propagação do capital técnico tem se expandido de forma excepcional. O mesmo vale para o social, através das redes de relacionamentos. A F1 Soluções acredita nesse novo homem contextualizado com as mudanças desta era.

Nós não cobramos que batam o relógio ponto no mesmo horário todos os dias nem que saiam somente no fim do expediente. Cobramos os resultados da superação de cada um. Apesar desta certa liberdade, as pessoas respeitam muito seu tempo de trabalho e têm conseguido produzir muito e de forma positiva.

Todo mundo na empresa tem suas responsabilidades – alguns até demasiadas – e cumprem-nas. Ela entende que quando um funcionário aprende, ela também ganha com isso! É assim que se cria o capital intelectual aqui. Sugestões e novas idéias são expressadas todos os dias, algumas são adotadas, outras não. Mas quem sabe num futuro elas não irão? Ou, ainda podem inspirar outra idéia ainda melhor?

A engenharia de software trata-se de pessoas, não de computadores. Desde a análise dos requisitos com o cliente, o processo de estimativa de prazo e custo, alocação de pessoas para projetos até a entrega do produto ao cliente, que recebe algo feito de boa vontade, por pessoas inspiradas que se divertiram fazendo algo realmente sério. A satisfação do cliente não é a única prevista no escopo de um projeto. A satisfação dos funcionários é tão importante quanto.

Segundo o feedback que tive das apresentações, a maioria das pessoas estavam descontentes com seus trabalhos. Eram obrigados a cumprir horários, fazer horas extras de vez em quando, não podiam expressar opinião nem sugerir melhorias. Alguns até podiam sugerir melhorias, mas não eram ouvidos. A grande maioria era apenas robotizada e só fazia o que era mandada fazer.

Há uma hierarquia, há uma necessidade de se fazer horas extras de vez em quando também. Mas a hierarquia não está ligada ao poder, está ligada à gestão de pessoas e seu bem-estar. As madrugadas passadas em claro para cumprir o escopo a tempo são desgastantes, mas não menos engraçadas e divertidas. A comunicação entre os funcionários é descontraída. Roupas informais e linguajar informal. Somos pessoas comuns trabalhando, não políticos no senado, com suas volupioso eloqüência.

Enfim, este foi o link que eu fiz. Promovemos o Capital técnico e cultural, engrandecendo a experiência de todos ali. Tenho certeza que falo em nome de todos.

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Loja Virtual… Por onde começar??? Parte 1

Por Eduardo Oliveira | Tecnologia, e-commerce | em 24 de setembro de 2009

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Loja Virtual

Então, muitas vezes essa é a grande e primeira dúvida dos nossos clientes, saber por onde começar para colocar sua loja virtual na internet….

A idéia deste post é fazer um apanhado geral e um checklist de pontos importantes para começar a comercialização de produtos via web.

Embora seja a parte 1 acredito que será um assunto de inúmeras partes pois diariamente nos é colocado em pauta novas situações dentro de nossos clientes…

Vamos ao que interessa…

Acredito seja uma boa pelo primeiro ponto que normalmente dá trabalho…

  • Produtos:

Falando em produtos, o primeiro passo é verificar através de pesquisa de mercado ou dados de entidades qual o potêncial de comercialização de forma eletrônica do produto que se deseja c vender. Nem sempre o público a ser atingido pelo produto que se deseja vender utiliza a internet para realizar suas compras.

Existem algumas pesquisas referente aos produtos mais comercializados na internet.

De acordo com pesquisa anual do site WebShoppers (http://www.webshoppers.com.br/) o ranking de produtos mais comercializados em 2008 são:

Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais
Saúde, Beleza e Medicamentos 2º
Informática 3º
Eletrodomésticos 4º
Eletrônicos 5º

Passada a fase de conhecimento da aderência do produto a comercialização via web é importante uma base de dados completa, com todas as informações possíveis sobre o produto. Para fabricantes, talvez esta tarefa seja um pouco menos traumática uma vez que como fabricante se tem acesso a todas as informações relativas ao produto.

Muitas vezes quem comercializa são distribuidores ou varejistas e nem sempre as informações cadastrais quanto aos produtos comercializados se resumem  a nome, preço e alguma descrição comumente incompleta.

Eis então que vem o primeiro obstáculo, a base de produtos da loja virtual.

Uma vez que se tenha informações incompletas, os produtos a serem exibidos na internet não terão informações suficientes que motivem o visitante do site a efetivar a compra.

- “Ok, vamos cadastrar os produtos no site de forma completa, imagens com boa qualidade e em diversos ângulos…”

Ai eu pergunto novamente:  Onde serão cadastradas estas informações de forma completa? na plataforma de e-commerce?

A maioria acaba optando por esta alternativa, o que não acho de todo ruim porém a partir do momento que se utlize um sistema interno da empresa cadastro de produtos, controle de estoque e emissão de notas porque não acertar este cadastro e integrá-lo com o sistema de e-commerce??

Parece incoerente mas muitas das empresas que trabalham com comércio eletrônico convivem como este retrabalho de efetuar cadastros duplicados em mais de um lugar, normalmente no sistema e na loja virtual.

O interessante neste processo é fazer a integração do(s) sistema(s) de retaguarda (estoque, clientes, produtos, pedidos, logística, faturamento..) com a solução de e-commerce para que se tenha um processo único de cadastro e manutenção dos produtos e processos de venda, facilitanto e evitando retrabalho da equipe responsável pelo atendimento dos pedidos vindos da loja virtual, para que este canal de venda não se torne um “problema” tanto gerencial quanto de atendimento.

Espero que tenha ajudado.

Próximos tópicos que serão abordados:

  • Logística
  • Formas e condições de pagamento
  • Público
  • Divulgação

Abraço e até o próximo post….

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O começo….

Por Eduardo Oliveira | Geral, Tecnologia | em 21 de setembro de 2009

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Yeah!

Cá estamos criando mais um weblog, ou blog para os mais íntimos….

Pois bem o intuito é utilizá-lo para registrar o que estamos fazendo, falar sobre projetos, sobre as tecnologias e demais assuntos que estivermos vivendo e/ou estudando.

Pretendemos falar sobre nossos produtos e também assunto que nos interessam, com certeza escreveremos muito sobre PHP, Lojas Virtuais, mundo Open Source, Linux, email marketing, métodos de desenvolvimento e por aí vai….

Bem vindos aos que se interessarem…
;)

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