Projeto propõe regulação do comércio eletrônico

O Senador Humberto Costa (PT/PE) apresentou, em 02/08, o PLS 439/2011, que altera o Código de Defesa do Consumidor, para criar mecanismos de proteção ao consumidor no âmbito do comércio eletrônico. O projeto garante aos consumidores o direito de não receber ofertas por meio eletrônico e telefone,...

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Vantagens do Comércio Eletrônico para micro e pequenas empresas

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Mercado, Notícias | em 08-08-2011

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Seminário voltado para micro e pequenos empresários mostra vantagens das lojas virtuais para o negócio

 

Lojas virtuais. A beleza desse tipo de negócio é que uma vez que tenha sido feita a configuração inicial, criado o produto e organizado seu site, ele só precisa de um atendimento eficaz que pode ser feito em qualquer lugar. Para falar das novidades do e-commerce, a Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico realiza durante todo o dia de hoje o Ciclo-MPE.net, seminário que visa a capacitação dos micro e pequenos empresários para a economia digital e as formas mais efetivas de participação no universo do comércio eletrônico.

A partir da exposição de empresas líderes da economia digital no Brasil, os pequenos e micro empresários de Natal e municípios vizinhos poderão saber mais sobre temas relevantes como soluções de pagamento on-line, logística, segurança, infraestrutura tecnológica e exportação. O evento é a porta para o desenvolvimento no estado de um setor que tende a evoluir ainda mais nos próximos anos.

Uma pesquisa da e-bit mostrou que o comércio eletrônico no Brasil deverá faturar cerca de R$ 2,2 bilhões entre 15 de novembro e 24 de dezembro deste ano, ou seja, um aumento de 40% em relação ao ano passado. Enquanto isso, o comércio tradicional estima um aumento de 10% nas vendas. “Talvez isso aconteça porque o comércio eletrônico evita as lojas lotadas, filas sem fim e busca por vagas no estacionamento. Sem contar com a garantia de maior comodidade ao comprador, permitindo que ele faça suas compras sem sair de casa”, realça o coordenador do projeto Ciclo-MPE.net, Edílson Flausino.

“A questão da loja virtual ainda permanece como uma nebulosa na cabeça de muitos empresários, visto que a Internet ainda é um terreno desconhecido para muita gente”, afirma Flausino. “Só fazer um blog, ou um canal na internet, sem qualquer conhecimento ou planejamento é como abrir uma armadilha financeira, visto que não haverá retorno algum para o investidor, que perderá tempo e paciência”, completa.

No entanto, o grande crescimento do comércio eletrônico, criou uma concorrência bastante acirrada entre empresários virtuais, e para conseguir ter sucesso é necessário se destacar entre todos. Como todo o comércio, o investimento em publicidade e propaganda deve ser prioridade. Por sua vez, na internet, o investidor pode divulgar a sua marca em sites de comparação de preços, bem como sem grandes sites de busca, para que a sua marca e o seu produto sejam vistos pelo maior número de possíveis clientes.

“Temos que ir aonde o cliente está. Da mesma forma é na internet. Para atingirmos o nosso público alvo precisamos estar atentos aos sítios mais visitados e às formas de melhor nos relacionarmos com os clientes”, afirma Flausino. O Ciclo-MPE.net está em sua 8ª edição, e, desde 2003, busca consolidar sua atuação na formação dos empreendedores do comércio eletrônico.

No ano passado, quatro mil pessoas participaram dos seminários. Este ano, a expectativa de público é de aproximadamente seis mil pessoas em todo o Brasil.

 

Seis dicas para vender mais na Internet

O consultor Edilson Flausino dá seis dicas preciosas para que um pequeno ou micro empresário virtual seja bem sucedido com sua loja on-line.

1. Forneça informações claras sobre o produto
No processo de compra on-line, ter informações claras e suficientes do produto é de suma importância para fazer o cliente querer comprá-lo e vários desistem da compra por não conseguir achar respostas às perguntas mais simples: É compatível com o que já tenho? Como ele é? Quanto custa?

2. Uma boa descrição do produto é fundamental
A descrição deve ser clara o suficiente para criar a confiança que o consumidor necessita para decidir comprar. Não use termos que somente quem está acostumado com seu negócio entenderá. Utilize palavras que farão sentido ao público que procura o seu produto. Forneça detalhes que dê uma boa idéia do que ele está comprando.

3. Coloque imagens de qualidade do produto
Lembre-se que em uma loja virtual o cliente não pode pegá-lo, sendo assim as imagens devem, na medida do possível, suprir essa necessidade. Não use imagens apenas como decoração. A resolução deve ser boa o suficiente para mostrar os elementos relevantes do produto e sem distorção. Inclua imagens que mostram uma visão completa do produto.

4. Valores devem estar visíveis e claros
O preço deve ser exibido claramente, pois é uma das primeiras informações que o cliente procura. Não o faça ter trabalho para achá-lo. Se o cliente não encontrar rapidamente as informações sobre os custos, a impressão que ele tem é que algo existe para não se querer mostrar o preço. Além do preço, divulgue também taxas extras (impostos, taxa de entrega) que podem existir e descontos quando for o caso.

5. Passe credibilidade, identifique sua loja
Coloque endereço e outras formas de contato além do e-mail. Disponibilize, de forma clara, as políticas de pagamento, entrega, garantias e trocas. O fechamento de uma compra na loja virtual depende muito da confiança que o cliente adquire na empresa. Os consumidores vão procurar por informações para saber se ela existe e que é confiável, facilite este acesso.

6. O segredo da sedução é o conteúdo
Priorize a usabilidade e acessibilidade em todas as páginas do site de modo a fazer um portal objetivo e atraente ao mesmo tempo. Crie um layout pensando em todas as dúvidas que o cliente poderia ter, desde a procura do produto, escolha até a finalização da compra. Uma boa experiência de navegação é o site responder a todas as dúvidas do cliente de forma passiva, onde ele mesmo consiga encontrar essas respostas de forma fácil e prática.

 

Fonte: Diário de Natal – RN (Economia, 02.08)

Qual o papel do gerente de e-commerce?

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Pela web | em 06-01-2011

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Por Luiz Dias*

A internet, as lojas virtuais e o marketing online trouxeram às posições de destaque jovens profissionais que se desvincularam da triste rotina da mera extração de dados gerenciais e planilhas retrógradas para dar lugar à incessante busca de novas informações, metodologias e ações inovadoras que estão sempre no olho do furacão do ambiente digital, deixando de ser mero robô analítico, mas trabalhando e compreendendo os números de maneira humana e criativa.

O nível de interdisciplinaridade que um Gerente de E-Commerce precisa assumir é do tamanho da humildade necessária para aprender sempre. Por isso, este artigo tem a mera intenção de trazer noções que façam pensar e não que venha vaticinar uma palavra final que, cá para nós, jamais existirá no marketing digital.

Partindo dessa premissa é imperativo afirmar que do estagiário ao presidente, das sempre simpáticas moças da limpeza aos especialistas em tecnologia, todas as informações são importantes. Em para isso é imprescindível a habilidade e conhecimento do Gerente de E-Commerce em coletar os dados e explorar as informações. No entanto, de posse delas, é preciso tornar a tomada de decisões mais precisa, cada vez mais próximo do planejamento e do conceito e milhas e milhas distante do próprio ego ou gosto pessoal travestidos de feeling.

A qualidade da hierarquização do conteúdo, bem como da usabilidade e experiência oferecidas ao usuário, tudo tem influência decisiva nos resultados online. Caso um funil de compra seja de difícil compreensão, automaticamente aumentará a taxa de abandono do seu carrinho. Esse tipo de comportamento é de fácil identificação através da correta utilização de ferramentas de análise como o Google Analytics, Yahoo Web Analytics, Predicta ou Adobe Omniture, por exemplo. está em encontrar os problemas e recomendar as sugestões de melhoria, bem como traçar estratégias de organização da informação e encontrar ou criar as melhores oportunidades.

É importante verificar que, o excesso de recursos técnicos e quantidade avassaladora de tecnologias embutidas em ferramentas gratuitas de considerável simplicidade na utilização, resultam em um soterramento de dados e uma incontida ansiedade de aferir tantos ítens quanto possível. Na verdade, o gestor deve escolher poucos dados de preponderante relevância para serem mensurados e comparados (KPI). Posteriormente, caso haja necessidade, realizar sutis e pertinentes modificações neste processo.

Há de se evitar, também, tratar cada peça como uma só. Banners, E-Mail Marketing, Campanhas, Search Engine Optimization, Search Engine Marketing e imersão em Redes Sociais têm métricas e conversões específicas que devem ser planejadas e parametrizadas de maneira independente, cada qual de acordo com sua própria estratégia.

Não é pela óbvia necessidade de vender que o gerente tem que se preocupar tão somente em oferecer ao seu cliente ofertas imperdíveis, promoções inacreditáveis, infindáveis parcelamentos e frete grátis. O cliente online é exigente e permite poucas falhas. No entanto, existem estratégias que podem tornar o E-Commerce mais amigável, como por exemplo, as inúmeras formas de prestar serviços ao cliente, e para isso, as mais diversas formas de interações com as Redes Sociais.

Também existe a responsabilidade da infra-estrutura tecnológica. O Gerente de E-Commerce deve saber escolher a melhor tecnologia de vendas disponível para adaptar-se ao seu modelo de negócio bem como a segurança e certificações para as transações online em comércio eletrônico e por fim, e não menos importante, a questão logística, que consiste em acompanhar do controle de estoque e das operações, à expedição e ao pós-venda, seja como forma de prestar um serviço melhor ao cliente, seja na política de trocas e pronta solução de eventuais problemas que possam surgir.

O Gerente de E-Commerce tem a função de aumentar o número visitas do site e cuidar para que essas visitas sejam qualificadas, aumentando consequentemente a taxa de conversão das suas diversas estratégias. Acompanhar da oferta à expedição dos produtos certos para o cliente certo (relevância é o nome do jogo) e o compromisso com a total satisfação de quem realiza a compra, fidelizando-o a ponto desse mesmo cliente além de tornar a comprar em seu site, ser o próximo embaixador de sua loja virtual.

* Luiz Dias é Gestor Comercial de E-Commerce da CENTAURO.com.br e autor do site www.GerenteDeEcommerce.com.br

Exemplos diretamente da AMAZON.com

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Geral, Pela web | em 17-11-2010

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A Amazon.com nos oferece muitos exemplos positivos, mas com certeza também existem exemplos negativos, entretanto neste artigo vocês apenas encontrarão os exemplos positivos.

Produto

O produto é a estrela da loja virtual e, muitas vezes, mesmo os grandes do mercado brasileiro falham feio em informações técnicas e detalhes sobre os produtos. Recentemente estava pesquisando um navegador GPS e todas as grandes lojas nacionais informavam: mais de 1000 cidades brasileiras.

Como assim mais de 1000 cidades brasileiras? A cidade que eu quero tem ou não tem nesse navegador GPS?

Não quer colocar as mais de 1000 cidades da descrição do produto, tudo bem, mas faça um hot site ou um link para o site do fabricante onde conseguimos essa informação precisa, e foi lá mesmo o único lugar em que consegui a listagem das cidades, mas NENHUMA loja virtual me ofereceu essa informação importantíssima sobre o produto.

A amazon.com disponibiliza muito texto explicativo sobre o produto e principalmente especificações técnicas completas, também oferece muitas fotos de vários ângulos, vídeo sobre o produto e resenhas feitas pelos próprios consumidores internautas.

Resenhas/Opiniões

Você não precisa acreditar no texto oferecido pelo fabricante sobre o produto, você também consegue obter mais informações importantes sobre o produto pesquisado, informações estas que os próprios internautas criaram para você. Opiniões de quem usa o produto e não informações criadas pelo departamento de marketing do fabricante. Estas resenhas ainda são alinhadas por relevância, você vota se ela foi útil para você e as mais bem cotadas aparecem nas primeiras posições.

Windowshop.com

Este site da Amazon.com tenta eliminar a desvantagem que uma loja virtual tem para a física, ele oferece “novas sensações” para os usuários, mostrando, de forma simples e clara, livros, músicas, games e filmes.

Com apenas uma mão e sem o mouse, é possível você ficar horas navegando e “sentindo” os produtos selecionados da semana. Basta localizar o produto com a seta do teclado, e a música começa a tocar ou o vídeo trailer começa a ser exibido, e quando encontrar o que deseja, basta clicar em BUY e então rapidamente você entra na loja virtual tradicional para finalizar a compra.

Blog

No endereço www.amazon.com/gp/daily você encontra informações e novidades relacionadas aos produtos oferecidos na loja virtual.

Tecnologia

O “celular” HTC G1 é o primeiro aparelho a usar o Sistema Operacional Android do Google e já vem com uma loja virtual de MP3 da Amazon.com, oferecendo, com um único clique, compras para mais de 6 milhões de músicas através da parceria com quatro grandes gravadoras.

Tags

Todo internauta pode colocar TAGS nos produtos, facilitando para os próximos identificarem com mais precisão exatamente o que desejam. Num mar de milhões de produtos, estas TAGS ajudam muito.

Recorde de Vendas

De acordo com um comunicado da própria amazon.com, no dia 10 de dezembro de 2007, ela teve seu melhor dia de vendas do ano, recebeu encomendas para mais de 5,4 milhões de produtos, ou 62,5 itens por segundo. Também informaram que venderam 17 videogames Wii da Nintendo por segundo, enquanto tinham o aparelho em estoque.

Riqueza

Depois dos diferenciais acima, já sabemos por que Jeff Bezos, o fundador da Amazon.com, é o 33º homem mais rico do mundo, com uma fortuna avaliada em US$8,7 bilhões. Se você achou pouco, saiba que Steve Jobs da Apple, é o 61º com US$5,7 bilhões.

Se você tem mais experiências positivas e diferenciadas com a Amazon.com, eu quero saber. Por favor, comente este artigo para enriquecer mais estas informações para todos nós.


Fonte: E-Commerce News

E-commerce brasileiro deve registrar expansão de cerca 35% em 2011

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce | em 15-11-2010

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A Câmara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico) estima que o e-commerce brasileiro deve registrar expansão de cerca 35%. A expectativa pode aumentar, caso haja aumento do acesso à banda larga, da bancarização on-line e da oferta de crédito.

Outro fator que pode estimular o crescimento do setor são eventuais medidas governamentais com potencial para estimular maiores compras.

“Para que a expansão continue no médio e longo prazos, é importante investir mais não só na quantidade e qualidade dos acessos à banda larga e na disponibilização de meios de pagamento digitais, em especial para as classes C, D e E, como também em estudos que identifiquem e expliquem a resistência de muitos internautas ao comércio eletrônico, uma questão cultural ainda a ser vencida”, afirmou o diretor-executivo da Camara-e.net, Gerson Rolim, durante o comitê de Marketing da Amcham (Câmara Americana de Comércio).

E-commerce no Brasil

Rolim declarou que a melhora da segurança on-line, a expansão de indústrias como a de viagens e turismo, os investimentos de varejistas no meio eletrônico e avanços em logística têm impulsionado o e-commerce no Brasil.

A esses fatores ele acrescentou a comodidade da compra, os preços mais baixos que nas lojas físicas e a maior possibilidade de parcelamento, já que 80% das vendas do comércio eletrônico são efetuadas com cartões de crédito e débito, benefícios que atraem os consumidores.

Faturamento

Segundo dados da Câmara-e.net, desde o início da década, o faturamento nacional de comércio eletrônico sobe significativamente no País. Passou de R$ 549 milhões em 2001, data do primeiro registro, para os R$ 10,8 bilhões de 2009. No período, os chamados e-consumidores saltaram de pouco mais de um milhão de pessoas para 17,2 milhões.

Somente em 2010, o comércio eletrônico deverá faturar aproximadamente R$ 15 bilhões, alta de cerca de 40%, na comparação com o ano passado.

Em relação aos outros países da América Latina, o Brasil ocupa posição de destaque, respondendo por 60,8% do consumo on-line total na região, superando o México (12%) e o Chile (5%).

Compras coletivas

Este ano, o e-commerce foi impulsionado também pelos sites de compras coletivas, segmento que tem atraído interesse de empreendedores, conforme afirmaram o diretor de Marketing e Relacionamento com Parceiros do Groupon, Daniel Funis e sócio-fundador do Faro Urbano, Alexandre Abdala.

“As compras coletivas são a melhor forma de incluir o pequeno varejo no e-commerce. Nunca houve forma tão simples, fácil e sem riscos de dar visibilidades a esses empreendimentos diante do grande público, com tão baixo custo. Há ganhos em termos de valor de marca e ampliação da carteira de clientes”, disse Funis.

Fonte: Empreendedor

12 segredos de um e-commerce de sucesso

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual | em 11-11-2010

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12 Motivos E-Commerce!
1. Planejamento: antes de todo negócio bem sucedido, há um bom planejamento. Um trem não anda sem trilho. Tive alunos que pensavam que tinham um planejamento porque haviam definido metas agressivas. Metaforicamente, imagine uma loja virtual como sendo um avião. As metas seriam os aeroportos onde queremos aterrissar. Como iremos chegar é o plano de vôo, a visão macro da viagem, o planejamento. Táticas são os botões que iremos apertar, o taxiamento na pista de decolagem, o ajuste dos flaps, ou seja, a visão micro do que temos que fazer durante a viagem para que as metas sejam atingidas.

2. Plataforma: você consegue fazer várias coisas numa cama desconfortável, menos dormir um sono tranqüilo. Quando uma loja se deita numa plataforma de e-commerce, ela deve ter sonhos e não pesadelos. Pode ser até que consiga vender (e muito) usando uma plataforma desconfortável, mas não será tocada por Morfeu da forma como gostaria. Há plataformas de ecommerce de todos os tamanhos e preços. Quem define o tamanho da cama é a necessidade. Um adolescente solteiro dorme muito bem num colchonete, já um casal de mais idade…

3. Design e usabilidade: pense na última vez que você entrou numa dessas lojas de rua, que fosse suja, escura, bagunçada e barulhenta e acabou comprando algo porque era barato. Você não deve lembrar, mas provavelmente sentiu alívio ao sair de lá e colocar os pés na calçada novamente. Lojas limpas, organizadas, com boa iluminação e musica agradável, nos mantém por mais tempo circulando pelas prateleiras. Compramos pelo prazer e até dá vontade de ficar mais. O tíquete médio das compras é maior. Na Internet também é assim, com a diferença que é possível ter uma loja bonita, organizada e com boa usabilidade sem precisar gastar muito.

4. Conteúdo: fotos e descrições de produtos não podem ser commodities. Se todas as lojas usassem as mesmas fotos e descrições e, além disso, cobrassem o mesmo preço, a vida do consumidor seria muito chata. Ajude-o a se decidir pela sua loja, ao mostrar imagens exclusivas, diferenciadas e descrições mais detalhadas, inclua formas de uso dos produtos e opiniões de outros compradores.

5. Operações: depois que o cliente clica no botão “finalizar compra”, começa o verdadeiro trabalho no ecommerce. Conferência, seleção, embalagem, etiquetagem, envio, tracking…lembro de uma propaganda da Coca-Cola, chamada ?Fábrica de Sonhos?, onde um rapaz coloca uma moeda numa máquina de refrigerantes e lá dentro acontece uma série de eventos muito bem sincronizados, que terminam com o produto chegando geladinho nas mãos do consumidor. As operações de uma loja virtual de sucesso devem estar sincronizadas, ter timing, tecnologia e envolvimento de todos.

6. Quem manda na empresa: se você respondeu “o presidente”, errou. Quem manda na loja é o consumidor. O freguês tem sempre razão. Na Internet, um cliente satisfeito conta pra três amigos, um insatisfeito conta pra três mil. Em lojas virtuais bem sucedidas, foram os clientes que definiram os nomes das categorias, as posições das prateleiras, a seleção dos produtos e em alguns casos até mesmo…o preço. Preste atenção no próximo item dessa lista e deixe canais de comunicação abertos para saber o que você deve mudar.

7. Comunicação: seja entre funcionários e clientes, entre clientes e clientes e entre funcionários e funcionários, a comunicação deve fluir para todos os lados. E-mail, telefone, formulário, instant messenger, SMS, chat, Twitter, blog, Orkut ou Facebook. Deixe todos os canais de comunicação abertos, quem deve escolher por onde vai falar com você é o cliente. E não é só isso. Responda rápido e aja mais rápido ainda. Assopre o fósforo antes que ele vire uma fogueira. Nesse ponto está incluído também o atendimento a clientes.

8. Redes Sociais: os consumidores estão lá. Trocando idéias, contando pra todo mundo o que fazem, do que gostam, quem são seus amigos, do que precisam… é difícil para uma empresa de varejo sair do broadcasting tradicional para o social media. Transmitir mensagens em massa, numa só via, é muito mais fácil, mas também dispendiosa. Fazer social media marketing não é tão caro, mas é difícil, exige dedicação e pessoas preparadas, que sejam boas na arte de ouvir e falar. Imagine-se sozinho numa festa onde você não conhece ninguém e vê uma roda de pessoas conversando, que parecem amigos de longa data. Como você entraria no meio do papo? Oferecendo coisas pra eles comprarem? Pense nisso.

9. Tecnologia: a cada dia, fica mais barato o acesso das empresas às novas tecnologias. Automatizar processos reduz erros e custos. A tecnologia deve estar diluída em todos os processos de uma loja virtual. Dê uma volta pela empresa e observe os funcionários que usam muitos “Post it”. Deve haver processos ali que precisam ser melhorados. Essa tecnologia deve contribuir também com o processamento das informações e geração de relatórios analíticos e de fácil compreensão.

10. Fornecedores: são eles que definem o preço final dos seus produtos e, consequentemente, sua margem de lucro. Não aja como um martelo o tempo todo, batendo nos seus fornecedores por causa de preço. Crie laços, busque o ganha-ganha. Além disso, os bons fornecedores ficam na porta da sua loja conversando com os clientes para entenderem o querem e trazer para o mercado produtos mais fáceis de vender. Sua área de compras não deve ser treinada apenas para negociar preços, prazos e condições de pagamento. Deve aprender a identificar tendências de mercado e se comunicar frequentemente com o pessoal de marketing e vendas.

11. Sites parceiros: os e-consumidores não navegam apenas em lojas virtuais. Eles visitam sites de noticias, lêem e-mails, jogam, ouvem músicas, internet banking e se relacionam com amigos. O search engine optimization depende muito mais do que acontece fora do site do que dentro. Empresas bem sucedidas no comércio eletrônico se relacionam bem com parceiros e tem alguém em seu quadro de funcionários dedicado a criar e manter parcerias. Invista em programas de afiliados, recompensando bem as fontes de negócios.


12. Pessoas: por último, mas não menos importante: são as pessoas que fazem o ecommerce. Jack Welch, CEO da GE por 30 anos, sempre diz em suas palestras que gastava cerca de 50% de seu tempo no recrutamento de talentos. Para uma loja virtual ter sucesso, seu quadro de funcionários deve ser formado por pessoas que tenham presença digital. Pessoas que acreditam na Internet, que a usam para fazer compras, se relacionarem e que tenham capacidade de serem geradores de conteúdos. Contrate gente que tenha facilidade no uso de tecnologias e que saiba usá-las de forma criativa e inovadora.

Claro que há outros detalhes envolvidos no sucesso do ecommerce. De uma maneira geral, esses são pontos cada vez mais citados e discutidos durante as aulas, num bate papo entre professores e profissionais de lojas virtuais. Ainda estamos organizando uma pesquisa quantitativa que possa mostrar através de números o grau de importância de cada item descrito anteriormente, de forma que numa próxima oportunidade possam ser listados numa ordem de significância. Enquanto isso continuamos observando atentamente as mudanças nesse mercado, em busca de receitas que possam ajudar no crescimento pessoal e corporativo dos que atuam aí.


Fonte: Oficina da Net Por Maurício Salvador

Loja Virtual… Por onde começar??? Parte 1

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce, Tecnologia | em 24-09-2009

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Loja Virtual

Então, muitas vezes essa é a grande e primeira dúvida dos nossos clientes, saber por onde começar para colocar sua loja virtual na internet….

A idéia deste post é fazer um apanhado geral e um checklist de pontos importantes para começar a comercialização de produtos via web.

Embora seja a parte 1 acredito que será um assunto de inúmeras partes pois diariamente nos é colocado em pauta novas situações dentro de nossos clientes…

Vamos ao que interessa…

Acredito seja uma boa pelo primeiro ponto que normalmente dá trabalho…

  • Produtos:

Falando em produtos, o primeiro passo é verificar através de pesquisa de mercado ou dados de entidades qual o potêncial de comercialização de forma eletrônica do produto que se deseja c vender. Nem sempre o público a ser atingido pelo produto que se deseja vender utiliza a internet para realizar suas compras.

Existem algumas pesquisas referente aos produtos mais comercializados na internet.

De acordo com pesquisa anual do site WebShoppers (http://www.webshoppers.com.br/) o ranking de produtos mais comercializados em 2008 são:

Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais
Saúde, Beleza e Medicamentos 2º
Informática 3º
Eletrodomésticos 4º
Eletrônicos 5º

Passada a fase de conhecimento da aderência do produto a comercialização via web é importante uma base de dados completa, com todas as informações possíveis sobre o produto. Para fabricantes, talvez esta tarefa seja um pouco menos traumática uma vez que como fabricante se tem acesso a todas as informações relativas ao produto.

Muitas vezes quem comercializa são distribuidores ou varejistas e nem sempre as informações cadastrais quanto aos produtos comercializados se resumem  a nome, preço e alguma descrição comumente incompleta.

Eis então que vem o primeiro obstáculo, a base de produtos da loja virtual.

Uma vez que se tenha informações incompletas, os produtos a serem exibidos na internet não terão informações suficientes que motivem o visitante do site a efetivar a compra.

- “Ok, vamos cadastrar os produtos no site de forma completa, imagens com boa qualidade e em diversos ângulos…”

Ai eu pergunto novamente:  Onde serão cadastradas estas informações de forma completa? na plataforma de e-commerce?

A maioria acaba optando por esta alternativa, o que não acho de todo ruim porém a partir do momento que se utlize um sistema interno da empresa cadastro de produtos, controle de estoque e emissão de notas porque não acertar este cadastro e integrá-lo com o sistema de e-commerce??

Parece incoerente mas muitas das empresas que trabalham com comércio eletrônico convivem como este retrabalho de efetuar cadastros duplicados em mais de um lugar, normalmente no sistema e na loja virtual.

O interessante neste processo é fazer a integração do(s) sistema(s) de retaguarda (estoque, clientes, produtos, pedidos, logística, faturamento..) com a solução de e-commerce para que se tenha um processo único de cadastro e manutenção dos produtos e processos de venda, facilitanto e evitando retrabalho da equipe responsável pelo atendimento dos pedidos vindos da loja virtual, para que este canal de venda não se torne um “problema” tanto gerencial quanto de atendimento.

Espero que tenha ajudado.

Próximos tópicos que serão abordados:

  • Logística
  • Formas e condições de pagamento
  • Público
  • Divulgação

Abraço e até o próximo post….

O começo….

Por Eduardo Oliveira | Geral, Tecnologia | em 21-09-2009

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Yeah!

Cá estamos criando mais um weblog, ou blog para os mais íntimos….

Pois bem o intuito é utilizá-lo para registrar o que estamos fazendo, falar sobre projetos, sobre as tecnologias e demais assuntos que estivermos vivendo e/ou estudando.

Pretendemos falar sobre nossos produtos e também assunto que nos interessam, com certeza escreveremos muito sobre PHP, Lojas Virtuais, mundo Open Source, Linux, email marketing, métodos de desenvolvimento e por aí vai….

Bem vindos aos que se interessarem…
;)