Planeje bem suas compras de Natal pela internet

Há vários motivos para fazer compras pela internet: não é preciso enfrentar o trânsito ou vendedores insistentes, nem mesmo filas no caixa. Além disso, a compra pode ser feita em qualquer horário e é possível pesquisar pelo melhor preço rapidamente. Não é à toa que o comércio eletrônico...

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E-commerce brasileiro deve registrar expansão de cerca 35% em 2011

Por Eduardo Oliveira | AZ - Loja Virtual, e-commerce | em 15-11-2010

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A Câmara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico) estima que o e-commerce brasileiro deve registrar expansão de cerca 35%. A expectativa pode aumentar, caso haja aumento do acesso à banda larga, da bancarização on-line e da oferta de crédito.

Outro fator que pode estimular o crescimento do setor são eventuais medidas governamentais com potencial para estimular maiores compras.

“Para que a expansão continue no médio e longo prazos, é importante investir mais não só na quantidade e qualidade dos acessos à banda larga e na disponibilização de meios de pagamento digitais, em especial para as classes C, D e E, como também em estudos que identifiquem e expliquem a resistência de muitos internautas ao comércio eletrônico, uma questão cultural ainda a ser vencida”, afirmou o diretor-executivo da Camara-e.net, Gerson Rolim, durante o comitê de Marketing da Amcham (Câmara Americana de Comércio).

E-commerce no Brasil

Rolim declarou que a melhora da segurança on-line, a expansão de indústrias como a de viagens e turismo, os investimentos de varejistas no meio eletrônico e avanços em logística têm impulsionado o e-commerce no Brasil.

A esses fatores ele acrescentou a comodidade da compra, os preços mais baixos que nas lojas físicas e a maior possibilidade de parcelamento, já que 80% das vendas do comércio eletrônico são efetuadas com cartões de crédito e débito, benefícios que atraem os consumidores.

Faturamento

Segundo dados da Câmara-e.net, desde o início da década, o faturamento nacional de comércio eletrônico sobe significativamente no País. Passou de R$ 549 milhões em 2001, data do primeiro registro, para os R$ 10,8 bilhões de 2009. No período, os chamados e-consumidores saltaram de pouco mais de um milhão de pessoas para 17,2 milhões.

Somente em 2010, o comércio eletrônico deverá faturar aproximadamente R$ 15 bilhões, alta de cerca de 40%, na comparação com o ano passado.

Em relação aos outros países da América Latina, o Brasil ocupa posição de destaque, respondendo por 60,8% do consumo on-line total na região, superando o México (12%) e o Chile (5%).

Compras coletivas

Este ano, o e-commerce foi impulsionado também pelos sites de compras coletivas, segmento que tem atraído interesse de empreendedores, conforme afirmaram o diretor de Marketing e Relacionamento com Parceiros do Groupon, Daniel Funis e sócio-fundador do Faro Urbano, Alexandre Abdala.

“As compras coletivas são a melhor forma de incluir o pequeno varejo no e-commerce. Nunca houve forma tão simples, fácil e sem riscos de dar visibilidades a esses empreendimentos diante do grande público, com tão baixo custo. Há ganhos em termos de valor de marca e ampliação da carteira de clientes”, disse Funis.

Fonte: Empreendedor

Filosofando sobre engenharia de software

Por Gustavo Dutra | Processo | em 04-10-2009

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Eu sempre gostei muito de antropologia, filosofia e psicologia. Foi que três colegas, aqui da F1 Soluções, precisavam fazer um trabalho para a cadeira de ‘Relações Interpessoais’ sobre a empresa em que trabalhavam. Levantar mitos, descrever rituais, enfim, descrever o ambiente de trabalho e suas redes sociais. Acontece que eu estava estudando um texto de Pierre Lèvy sobre ‘Capitais de inteligência’ para uma cadeira de ‘Antropologia e Ética na Computação’. Foi ai que fiz o link dos dois assuntos e notei como a F1 Soluções tem estado a frente do seu tempo na gestão de pessoas.

O texto de Lèvy, quando fala de capitais de inteligência, está falando sobre inteligência coletiva. Sozinhos podemos ser inteligentes, mas unidos, somos mais. Não que se possa messurar a inteligência, mas podemos, através da lógica, deduzir esta afirmação. Para que exista uma inteligência coletiva, são necessários os seguintes capitais:

Capital Físico

Representa toda infra-estrutura da organização (seja ela a sociedade, uma empresa, um governo). As paredes, o edifício, os computadores, as canetas, papel. Todos os materiais com os quais as pessoas interagem são representados por eles.

Capital Social

São as conexões e relações entre as pessoas que compõe a organização. Pois uma organização é as pessoas que a forma. É a conversa com seu colega sobre uma tecnologia, é a discussão da melhor forma de se fazer algo. É a fofoca. É a conversa sobre a novela. É a festa de fim de ano, de aniversários.

Capital Cultural

É todo o conhecimento e experiência que se adquiriu através e da própria organização, seja um regime político, o ‘clima do ambiente’, as idéias geradas por ela, vindo de sugestões ou críticas. Funciona tanto para empresa quanto para a sociedade dos tempos modernos.

Capital Técnico

São as competências necessárias para se desenvolver o capital cultural. São o conhecimento de fato.

Eu creio que as pessoas tenham boa vontade. Elas querem ajudar, colaborar, querem participar. Mas para isso elas devem estar motivadas e bem dispostas. É impossível trabalhar com o lado criativo e intelectual, obrigando-a a produzir, cobrando. Não é operar uma máquina, não é linha de produção. Precisa-se de qualidade de vida para produzir. O capital social ali em cima citado depende do capital físico e implica no capital cultural. Ora, se não existem ambientes bem arejados, claros, disponíveis para reuniões, como promover o capital social? Se não existe uma sintonia entre os integrantes da organização, como movê-la pra frente? É necessário promover discussões, é necessário trocar informações, elas agregam a todos, agregam capital técnico e renovam culturas.

Com a internet e suas comunidades colaborativas, como o opensource, o conceito da wiki, a propagação do capital técnico tem se expandido de forma excepcional. O mesmo vale para o social, através das redes de relacionamentos. A F1 Soluções acredita nesse novo homem contextualizado com as mudanças desta era.

Nós não cobramos que batam o relógio ponto no mesmo horário todos os dias nem que saiam somente no fim do expediente. Cobramos os resultados da superação de cada um. Apesar desta certa liberdade, as pessoas respeitam muito seu tempo de trabalho e têm conseguido produzir muito e de forma positiva.

Todo mundo na empresa tem suas responsabilidades – alguns até demasiadas – e cumprem-nas. Ela entende que quando um funcionário aprende, ela também ganha com isso! É assim que se cria o capital intelectual aqui. Sugestões e novas idéias são expressadas todos os dias, algumas são adotadas, outras não. Mas quem sabe num futuro elas não irão? Ou, ainda podem inspirar outra idéia ainda melhor?

A engenharia de software trata-se de pessoas, não de computadores. Desde a análise dos requisitos com o cliente, o processo de estimativa de prazo e custo, alocação de pessoas para projetos até a entrega do produto ao cliente, que recebe algo feito de boa vontade, por pessoas inspiradas que se divertiram fazendo algo realmente sério. A satisfação do cliente não é a única prevista no escopo de um projeto. A satisfação dos funcionários é tão importante quanto.

Segundo o feedback que tive das apresentações, a maioria das pessoas estavam descontentes com seus trabalhos. Eram obrigados a cumprir horários, fazer horas extras de vez em quando, não podiam expressar opinião nem sugerir melhorias. Alguns até podiam sugerir melhorias, mas não eram ouvidos. A grande maioria era apenas robotizada e só fazia o que era mandada fazer.

Há uma hierarquia, há uma necessidade de se fazer horas extras de vez em quando também. Mas a hierarquia não está ligada ao poder, está ligada à gestão de pessoas e seu bem-estar. As madrugadas passadas em claro para cumprir o escopo a tempo são desgastantes, mas não menos engraçadas e divertidas. A comunicação entre os funcionários é descontraída. Roupas informais e linguajar informal. Somos pessoas comuns trabalhando, não políticos no senado, com suas volupioso eloqüência.

Enfim, este foi o link que eu fiz. Promovemos o Capital técnico e cultural, engrandecendo a experiência de todos ali. Tenho certeza que falo em nome de todos.

O começo….

Por Eduardo Oliveira | Geral, Tecnologia | em 21-09-2009

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Yeah!

Cá estamos criando mais um weblog, ou blog para os mais íntimos….

Pois bem o intuito é utilizá-lo para registrar o que estamos fazendo, falar sobre projetos, sobre as tecnologias e demais assuntos que estivermos vivendo e/ou estudando.

Pretendemos falar sobre nossos produtos e também assunto que nos interessam, com certeza escreveremos muito sobre PHP, Lojas Virtuais, mundo Open Source, Linux, email marketing, métodos de desenvolvimento e por aí vai….

Bem vindos aos que se interessarem…
;)